sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

QUATRO GRANDES CORRENTES DENOMINADAS FORÇAS

No século XIX, período de 1832 a 1860 na Universidade de Leipzig, Alemanha, é que a psicoterapia surgiu como ciência separada da filosofia através de métodos e princípios aplicáveis ao estudo e de grande utilidade no estudo e tratamento diversos da vida e da sociedade humana.

A teoria psicoterápica  tem caráter interdisciplinar por sua íntima conexão com as ciências biológicas e sociais e por recorrer, cada vez mais, a metodologias estatisticas, matemáticas e informáticas não existe, contudo, uma só teoria  psicoterápica, mas sim uma multiplicidade de enfoques, correntes, escolas, paradigmas e metodologias concorrentes, muitas das quais apresentam profundas divergências entre si.

 

Modernamente a psicoterapia  é dividida em quatro grandes correntes denominadas forças.

 

Primeira força: BEHAVIORISMO ou psicoterapia comportamental – criada por JOHN B. WATSON. Reformulou os conceitos de consciência e imaginação, negando o valor da introspecção. Watson rejeitou tudo o que não pudesse ser mensurável, replicável ou observável em laboratório. Segundo ele, somente o comportamento manifesto era possível de ser validado cientificamente. Os estudos posteriores demonstraram que essa postura não era correta em alguns aspectos, mesmo assim os estudos de WATSON foram determinantes para a expansão da Psicoterapia.

 

Segunda Força: PSICANÁLISE – Criada por Sigmund Freud, o estudo psicanalítico focaliza prioritariamente a patologia e o extremo sofrimento diante da própria impotência e da limitação humana. Freud teve inúmeros seguidores e muitos de seus postulados sobre a psique continuam válidos e dão suporte às outras escolas que se desenvolveram a partir da psicanálise. Freud também teve dissidentes que evidenciaram outros aspectos importantes da psique humana que ele não admitia. O principal discípulo de Freud foi Carl Gustav Jung que é considerado dos precursores da Psicoterapia  Transpessoal devido aos seus inúmeros estudos sobre ocultismo.

 

Terceira Força – PSICOTERAPA HUMANISTA – surgiu nos Estados Unidos e na Europa, na década de 50, como reação aos Behaviorismo e a analogia entre o ser humano e a máquina que colocava à margem do seu objeto de estudo os fatores afetivos e emocionais. Os humanistas reagiram a essa opção metodologica pela exclusão da emoção; que  consideravam inerente e fundamental no ser humano. A visão do ser humano no Humanismo é a de um ser criativo, com capacidade de auto-reflexão, decisão, escolha e valores. Abraham Maslow é considerado  fundador desse movimento. A respeito da psicanálise  Maslow afirmou que Freud se deteve na doença e na miséria humana e que era necessário considerar os aspectos saudáveis, que dão sentido, riqueza e valor à vida. Uma das funções da forma humanista de se analisar a psicoterapia  é resgatar o sentido da vida próprio da condição humana. Maslow afirmava que o homem seria um ser com poderes e capacidades inibidas. Adoecemos, não só por termos aspectos patológicos, mas, muitas vezes, por bloquearmos elementos saudáveis.

 


Quarta força – PSICOTERAPIA TRANSPESSOAL – a partir das idéias exaradas na Psicoterapia Humanista surgiu a 4ª força. Maslow acreditava que vivenciar o aspecto transcendente era importante e crucial de nossas vidas. Pensar de forma holística, transcendendo dualidades como certo, errado, bem ou mal, passado, presente e futuro é fundamental. Maslow declarava que sem o transcendente ficaríamos doentes, violentos e niilistas, vazios de esperança e apáticos . Maslow anuncia o aparecimento da 4ª. Força em psicoterapia – para  além dos interesses personalizados, mais elevada centrada no cosmo. Em 1968, ele  concluiu: “Considerou a Psicoterapia Humanista, a psicoterapia da 3ª. Força transitória, uma preparação para uma 4ª. Psicoterapia  ainda “mais forte”, transpessoal, transumana, centrada no cosmos e não em necessidades e nos interesses humanos, que vai além da condição humana, da identidade, da auto-realização, etc.” Algo maior do que somos e que seja respeitado por nós, e ao qual nos entregamos num novo sentido não materialista. Vitor Frankl, Stanislau Grof, James Fadiman e Antony Sutich uniram-se a Maslow e oficializaram, em 1968, a Psicoterapia Transpessoal, enfocando o estudo da consciência e o reconhecimento dos significados Espirituais da psique.

Nossa realidade é moldada pelas nossas crenças.

Se tememos ao relógio, se nos apegamos ao  passado e se nos apavoramos com o futuro, nunca poderemos viver o presente.  De certa forma, entrar no Reino de Deus significa sentir que existe algo que cuida de nós a cada instante, da mesma forma como alimenta as aves do céu e veste os lírios do campo, com infinito amor. Algo que Jesus chamava de Abba – papai.

Todos os Mestres da Humanidade, em todas as épocas e lugares, sempre apontaram para a necessidade de voltarmos a viver o presente como única realidade concreta da alma no mundo: “Não vos preocupeis com o dia de amanhã, pois a cada dia basta a sua própria preocupação...”, disse Jesus.


O Reino de Deus “não é algo que irá acontecer, porque não é algo que, temporalmente falando, possa acontecer. Não pode surgir num mundo” como se fosse uma invasão externa – “O meu Reino não é deste Mundo” – “ é uma condição que não tem plural, mas apenas infinitos singulares. Jesus falava das pessoas ‘entrando” no Reino,e que as crianças já estavam nele(...) . Se pararmos de olhar para frente e para trás, foi o que ele nos disse, poderemos nos dedicar a buscar o Reino que está bem debaixo de nossos pés, bem diante de nosso nariz; e, quando o encontrarmos, alimentos, roupas e outras coisas necessárias também nos serão dadas, tal como o são às aves e aos lírios (...) Este reino é como um tesouro enterrado num campo que é nossa alma; é como uma pérola de grande valor; é como voltar para casa. Quando o encontramos, encontramos a nós mesmos, tornamo-nos donos de uma riqueza infinita (...)”, é por isto que todos os místivos falam em perderem-se em Deus. “Eu e o Pai somos um”, pois nossa personalidade é apenas uma máscara mutável, mas o self, como diria Jung, é a parte mais próxima do divino, em nós. Vivenciando o Deus que há em nós, poderemos reconhecer o Deus que há no outro e, assim poderemos viver, naturalmente., devido à nosso grau de consciência, a Liberdade, a Igualdade e a Fraternidade. 

Jesus também reconhecia as verdades espirituais que foram ditas pelos outros Grandes Mestres da Humanidade, em todas as épocas. É assim que se explica as grandes similaridades entre seus ensinamentos e os de Buda, por exemplo, que nasceu mais de 500 anos antes de Cristo.  

UM POUCO DE HISTORIA III

Jesus disse: “Se seus líderes vos dizem: ‘ vejam, o Reino está no céu’, então saibam que os pássaros do céu os precederão, pois já vivem no céu. Se lhes disserem: ‘Está no mar, então o peixe os precederão pelo mesmo motivo. Antes, descubram que o Reino está dentro de vocês, e também fora de vocês. Apenas quando vocês se conhecerem poderão ser conhecidos, e então compreenderão que todos vocês são filhos do Pai vivo. Mas se vocês não se conhecerem a si mesmos, então vocês vivem na pobreza e são a pobreza.”  (Evangelho de Tomé, Logia 3)

É notável a semelhança entre o conteúdo desta sentença de Jesus com a máxima adotada por Socrates, e que emprestada do pórtico do Templo de Apolo, em Delfos: “Homem, conhece-te a ti mesmo e conhecerás o Universo”. De igual forma, outro grande mestre do espírito humano, Buda, dizia que só o conhecimento de si levava à iluminação, do mesmo modo que Láo-Tse dizia que apenas o conhecimento da ordem dentro de si levava à compreensão do Tao. Da mesma forma, os órficos falavam do processo evolutivo como uma tomada de consciência de que somos deuses por sermos filhos de Deus. Apenas não temos nem a percepção, nem a consciência disso.

Segundo Stephen Mitchell, quando Jesus falava do Reino de Deus, ele de fato não estava dizendo ou profetizando uma perfeição fácil e livre de perigos, como interpretaram ao seu bel-prazer alguns doutores da teologia, ou como ainda fazem alguns líderes de religiões institucionalizadas. Ele estava falando de um estado de espírito, como fica bem demonstrado em muitas de suas parábolas, como, por exemplo, a da mulher que perde uma moeda e revira a casa inteira em sua busca e, quando a acha, sai a correr chamando os vizinhos e dizendo: alegrem-se comigo, pois achei a moeda que havia perdido. Ela encontrou algo aparentemente muito simples, algo que sempre esteve bem perto dela...

 


Este estado de espírito pode ser tão simples quanto a revoada de pássaros no céu ou os lírios no campo. Ele não está fora, mas fora e dentro de nós. Tudo está ligado a tudo. Tudo é um: “Na Casa de meu Pai há muitas moradas”. Todos nascemos com um pouco da percepção feliz deste reino e a mantemos enquanto a cultura – o meio – não o retira de nós, corrompendo-nos. “Se vos fizerdes como uma criança, entrarás no Reino dos Ceús”. Os que se envolvem em demasia com as preocupações materiais têm certa dificuldade em entrar neste estado de espírito, pois são possuídos por suas posses que exigem um esforço considerável para serem mantidas e estão tão encarcerados em seus poderes e em sua fantasia social, que, para eles, é  quase impossível desapegarem-se delas e terem a liberdade de SEREM longe do peso de demonstrar TEREM . “Não que seja fácil para qualquer um de nós.” Escreve Stephen Mitchell. “Mas, se precisarmos avivar a memória, sempre poderemos nos sentar ao pé de nossas criancinhas. Elas, como ainda não desenvolveram uma noção muito firme do passado e do futuro, sabem aceitar de peito aberto e completa confiança a infinita abundância do presente.” Para elas, o tempo corre de forma diferente que para o adulto.

UM POUCO DE HISTÓRIA II

Ensinar o homem a cuidar de sua própria alma seria a principal tarefa a ser desempenhada por ele, Sócrates, e por todos os filósofos autênticos. Sócrates acreditava vivamente ter recebido essa tarefa por Deus, como podemos ler na Apologia de Sócrates, de Platão : (...) é a ordem de Deus. E estou persuadido de que não há para vós maior bem na cidade que esta minha obediência a Deus. Na verdade, não é outra coisa o que faço nestas minhas andanças a não ser persuardir a vós, jovens e velhos, de que não deveis cuidar só do corpo, nem exclusivamente das riquezas, e nem de qualquer outra coisa antes e mais fortemente que da alma, de modo que ela se aperfeiçoe sempre, pois não é do acúmulo de riquezas que nasce a virtude, mas do aperfeiçoamento da alma é que nascem as riquezas e tudo o que mais importa ao homem e ao Estado.

Segundo Reale & Antiseri (1990), um dos raciocínios fundamentais feitos por Sócrates para provar essa tese é o seguinte: uma coisa é o instrumento que se usa e a outra é o sujeito que usa o instrumento. Ora, o homem usa seu corpo como instrumento, o que significa que a essência humana utiliza o instrumento, que é o corpo, não sendo, pois o próprio corpo. Assim, à pergunta “o que é o homem?”, não seria lógico responder que é o seu corpo, mas sim que é “aquilo que se serve do corpo”, que é a psyché, a alma. Esta mesma alma seria imortal e fadada a reencarnar tantas vezes fossem necessárias até a alma se aperfeiçoar de tal forma que não precisasse mais voltar a este planeta.

 Jostein Garrder fala que as pessoas ainda hoje se perguntam por que Sócrates teve de morrer. Então ele faz um paralelo entre Jesus e Sócrates: ambos eram pessoas carismáticas e eram consideradas pessoas enigmáticas ainda em vida. Nenhum dos dois deixou qualquer escrito, e precisamos confiar na imagem e impressões que eles deixaram em seus discipulos contemporâneos. Ambos eram mestres da retórica e tinham tanta autoconfiança no que falavam que podiam tanto arrebatar quanto irritar seus ouvintes. E ambos acreditavam falar em nome de uma coisa que era maior do que eles mesmos. Ambos desafiavam agudamente os que detinham o poder na sociedade, apontando sem  piedade as hipocrisias. Foi isto que, no fim, lhes custou a vida. Afinal, os que questionam são sempre perigosos para os poderosos e pseudo-sábios de todas épocas.

 A maneira como Sócrates fazia as pessoas conhecerem-se a si mesmas também estava ligada à sua descoberta de que o homem, em sua essência, é a psyché. Em seu método, chamado  de maiêutica, ele tendia a despojar a pessoa da sua falsa ilusão do saber, fragilizando a sua vaidade e permitindo, assim, que a pessoa estivesse  mais livre de falsas crenças e mais suceptível á extrair a verdade lógica que também estava  dentro de si. Sendo filho de uma parteira, Sócrates costumava comparar a sua atividade como a de trazer ao mundo a verdade que há dentro de cada um. Ele nada ensinava, apenas ajudava as pessoas a tirarem de si mesmas opiniões próprias e limpas de falsos valores, pois o verdadeiro conhecimento tem de vir de dentro, de acordo com a consciência, e que não se pode obter  expremendo-se os outros. Até mesmo na atividade de aprender uma disciplina qualquer, o professor nada mais pode fazer que orientar e esclarecer dúvidas, como um lapidador tira o excesso de entulho do diamante, não fazendo o próprio diamante. O processo de aprender é um processo interno, e tanto mais eficaz quanto maior for o interesse de aprender. Só o conhecimento que vem de dentro é capaz de revelar o verdadeiro discernimento. Em certo  sentido, dizemos que quando uma pessoa “toma juízo”, ela simplesmente traz à consciência algo muito claro que já estava “dentro” de si. Assim, as finalidades do diálogo socrático são a catarse e a educação para o autoconhecimento. Dialogar com Sócrates era se submeter a uma “lavagem da alma” e a uma prestação de contas da própria vida. Como disse Platão: “quem quer que esteja próximo a Sócrates e, em contato com ele, põe-se a raciocinar, qualquer que seja o assunto tratado, é arrastado pelas espirais do diálogo e inevitavelmente é forçado a seguir adiante, até que, surpreendentemente, ver-se a prestar contas de si mesmo e do modo como vive, pensa e viveu”.


 

UM POUCO DE HISTÓRIA

A psicoterapia é a ciência dos fenômenos psíquicos e do comportamento.  Entende-se por comportamento uma estrutura vivencial interna que se manifesta na conduta.

 

A psicoterapia ocidental originou-se na Grécia por volta do ano 500 A.C. Dentro da filosofia, onde alguns filósofos iniciaram cogitações sobre a psique humana. Destacam-se Sócrates, Platão e Aristóteles como grandes filósofos que iniciaram a base da filosofia ocidental.

 

Socrates nasceu em Atenas em 470/469 A.C. e morreu na mesma cidade em 399 A.C., condenado devido a uma acusão de “impiedade”: ele foi acusado de ateísmo e de corromper os jovens com a sua filosofia, mas na realidade, estas acusações encobriam ressentimentos profundos contra Sócrates por parte dos poderosos da época. Ele era filho de um escultor, chamado Sofronisco, e de uma parteira chamada Denarete, Desde a juventude, Sócrates tinha o hábito de debater e dialogar com as pessoas de sua cidade. Ao contrário de seus predecessores, Sócrates não fundou uma escola, preferindo também realizar seu trabalho em locais públicos, agindo de forma descontráida e descompromissada (pelo menos na aparência), dialogando com todas as pessoas, o que fascinava jovens, mulheres e políticos de sua época.

 

Segundo Reale & Antiseri (1990), depois de algum tempo seguindo os ensinos naturalistas, Sócrates passou a sentir uma crescente insatisfação com o legado desses filófosos, e passou a se concentrar na questão do que é o homem – ou seja, do grau de conhecimento que o homem pode ter sobre o próprio homem.

Enquanto os filósofos pré-socráticos, chamados de naturalistas, procuravam responder à questões do tipo : “O que é a natureza ou fundamento último das coisas?”   Sócrates, por sua vez, procurava responder à questão: “O que é a natureza ou a realidade última do  homem?”  A resposta a que Sócrates chegou é a de que o homem é a sua alma – Psyché, por quanto é a sua alma que o distingue de qualquer outra coisa, dando-lhe, em virtude de sua história, uma personalidade única. E por psyché Sócrates entende nossa sede racional, inteligente e eticamente operante, ou ainda, a consciência e a personalidade intelectual e moral. Esta colocação de Sócrates acabou por exercer uma influência profunda em toda a tradição européia posterior, até hoje.


 

SALTO QUÃNTICO

Neste momento em que a humanidade precisa dar um “salto quântico” no seu desenvolvimento como espécie,  vamos objetivamente demonstrar que existem  níveis de consciência possíveis de ser desenvolvidos mediante  um trabalho de autoconhecimento. 

Estudaremos os níveis de consciência  e os sistemas que podem nos levar em  direção à unidade fundamental do nosso ser, buscando  transcender os aspectos pessoais, elevando-o a uma condição totalmente espiritual. A vida é muito mais do que abrirmos caminho no mundo equipados com um ego e uma persona sólidos e bem-estruturados

Baseando-nos  na física moderna subatômica, cujo modelo quantum-relativistico busca apresentar um ponto de vista integrado na teoria de quantum e relatividade, onde o universo todo (matéria/energia) é um entidade dinâmica em constante mudança num todo indivisivel. Ela reconhece o potencial da vivência de um ampla gama de estados de consciência, em alguns dos quais a identidade pode estender-se para além dos limites usuais do ego e da personalidade.

Todos os principais teóricos da Psicoterapia Transpessoal estão interessados profundamente nas implicações das descobertas e contribuições teóricas da Física Moderna, pois elas alargam amplamente nossa concepção de mundo, nela se discutindo fortemente o papel da percepção e da consciência, incluindo-se até mesmo um ambiente mais favorável para a aceitação dos chamados fenômenos psíquicos parapsicológicos (Charon, 1981; Andrade, 1987 LeShan, 1993). E reciprocamente, físicos de ponta estão interessados nas profundas implicações do movimento Transpessoal e nas simillaridades entre a visao de mundo que emerge da Física Moderna e o pensamento oriental. David Bohm e outros físicos chegam a declarar que a consciência deverá ser incluída numa teoria abrangente que una a realidade quântica com a Teoria da Relatividade, numa explicação unificada do universo. O fisico brasileiro Mário Schenberg declarou que “a Física e a Psicoterapia são aspectos diferentes de uma mesma realidade, vista sob ângulos diferentes”. 

O momento que estamos atravessando está  se caracterizando pela aceleração do processo de mudança, que teve início na idade moderna e tem se acentuado de forma excepcional nas últimas décadas. No século XXI este processo tende a se acelerar cada vez mais, exigindo que a  abordagem do ser humano seja mais profunda, especialmente na área da educação, nas organizações e na psicoterapia.


UM POUCO DE FÍSICA PARTE III

Os físicos se referem ainda a um outro nível de energia – o nível subatômico – em termos de permuta de elétrons. Fótons são pacotes de energia de massa e carga nulas que constituem a unidade básica de luz e de energia eletromagnética. Quanto um átomo libera um fóton de luz de um elétron, esse átomo perde energia. Quando um átomo absorve um fóton, ele ganha energia. A liberação ou absorção de energia de um fóton por um átomo pode ser influenciada por uma energia mais fundamental, muitas vezes mencionada como a energia do “ vazio” (vácuo) ou estado de energia ponto zero.

Já é tradicional os pesquisadores postularem que a energia potencial se organiza e se armazena em campos que circundam os objetos e os seres vivos. Entretanto, no nível de fótons e de partículas subatômicas, a energia sem sempre se comporta como o faz quando está em forma de campo. Partículas desaparecem e reaparecem em lugares inesperados, violando a lei postulada da conservação de energia.

ENERGIA NO NÍVEL SUBATÔMICO
David Bohm, um dos físicos teóricos mais proeminentes do mundo, refere-se à “energia de potencial quântico” de ordem superior das partículas para explicar por que a energia pode dar a impressão de mover-se mais rapidamente do que a velocidade da luz. Numa situação em que dois fótons são liberados de um único átomo e giram afastando-se em direções opostas, os físicos descobriram que o fato de se influenciar o spin de qualquer um deles (polarizando-o) afeta simultaneamente o spin do outro.

Visto que os fótons estão se afastando um do outro à velocidade da luz (fótons são pacotes de luz), qualquer meio de comunicação entre eles precisaria acontecer duas vezes à velocidade da luz, desafiando todas as leis conhecidas da física. Esses experimentos revelam que partes estão ligadas ao todo em ordens unificadoras superiores, mesmo quando as partes (fótons) estiverem separadas uma das outras no espaço e no tempo.

Alguns biofísicos que estudam o efeito da energia de potencial quântico de ordem superior nos sistemas biológicos a estão chamando de energia escalar ou energia não-hertziana. Pensa-se que as energias não hertzianas provem o mecanismo pelo qual as “energias sutis” exercem sua influência sobre o campo eletromagnético de energia e além dele.



OS EFEITOS DA INTENÇÃO

Os físicos nos dizem que a nossa observação de um evento muda esse evento. Na física quântica, isto é conhecido como efeito observador. O  físico Fred Wolf define observação como qualquer ação que provoca uma escolha. Ele propõe que o efeito observador seja um atributo da consciência, ocorrendo tanto no nível consciente como no inconsciente.

Os processos inconscientes podem ser alterados pela intenção consciente. Nossa escolha consciente de mudar, de curar uma infecção, pode alterar padrões de energia no sistema imunológico, por exemplo, quer em nós mesmos quer em outra pessoa. Devido a isso, o efeito do observador é dos mais significativos na cura holoenergética.

Willian Tiller, professor de ciências exatas na Universidade Stanford, relatou, na Conferência Anual da Associação para Pesquisa e a Iluminação, realizada no Arizona em 1986, ter desenvolvido um mecanismo que libera elétrons quando submetido à intenção de cura.

Tiller fechou uma camada de gás entre dois diodos e introduziu uma alta voltagem de CA através dos eletrodos. A voltagem era suficientemente baixa para não separa o gás e seus constituintes. Embora não observasse nenhuma carga, pequenas avalanches de elétrons foram liberadas. Tiller usou um circuito registrador para acompanhar os elétrons emitidos.

Uma gaiola de Faraday foi posta em torno do instrumento para eliminar possíveis efeitos eletromagnéticos sobre o aparelho. A sensibilidade do instrumento estava ajustada de tal modo que bastava  alguém avizinhar dele para que emitisse um maximum de uma rajada de elétrons, aproximadamente a cada cinco minutos.

A seguir, Tiller fez com que alguém concentrasse intencionalmente energia curativa no aparelho, com as mãos. Não houve resposta alguma nos primeiros noventa segundos, mas nos cinco minutos seguintes mais de cinqüenta mil rajadas foram registradas. Nada foi encontrado que pudesse proteger o aparelho do efeito da energia curativa. O aparelho não podia ser acionado com luz ultravioleta ou infravermelha, raios gama ou corrente de alta voltagem. Isto sugere a influência de uma energia além da freqüência da radiação eletromagnética.

Tiller continuou pesquisando sobre o efeito da variação de pensamentos sobre os elétrons emitidos do aparelho. Focalizou a sua própria intenção enquanto usava as mãos para transmitir energia curativa. Foi registrada uma contagem de vinte mil a cinqüenta mil. A seguir, posicionou as mãos em torno do aparelho novamente, mas dessa vez neutralizou a intenção de enviar energia curativa, concentrando-se em cálculos matemáticos. Nenhuma rajada de energia foi registrada.

Tiller percebeu que quando deixava a mente desviar-se para o aparelho, este começava a contar. Também descobriu que, se estivesse doente ou com a mente dispersa, a contagem subia muito mais devagar do que a registrada quando se encontrava num estado físico ou mental mais saudável.

Tiller também demonstrou o mesmo efeito em seu aparelho de visualização. Ficando a uma distância de quatro e meio e seis metros do aparelho, visualizando-o sobre o seu plexo solar; a contagem registrada ficou entre vinte mil e cinqüenta mil.

Depois de realizar milhares e experimentos assim, Tiller concluiu que existe uma energia além do espectro eletromagnético emitida pelos humanos, que pode ativar a liberação de elétrons. Essa energia sutil pode transmitir informação, se for dirigida pela mente e focalizada pela intenção, atenção e imagens mentais.


A energia de cura transmitida pelas mãos, pela intenção, pelos pensamentos de uma pessoa dedicada à cura, pode muito bem ser capaz de afetar o equilíbrio de carga de membranas celulares e ADN, e assim, a saúde de células vivas.

UM POUCO DE FÍSICA PARTE II

Os resultados demonstraram que as células infectadas enviavam informações sobre a sua condição doentia às células não infectadas, e faziam isso pela transmissão de energia que passava pelo quartzo, mas não pelo vidro. (O quartzo deixa passar luz ultravioleta, enquanto o vidro bloqueia ou filtra a luz, de modo que os sinais enviados pelas células são alterados.)
Pesquisas identificaram essa energia específica como aquela próxima da faixa ultravioleta, a faixa da radiação ADN.


A pesquisa, envolvendo mais de 1.700 experimentos, demonstra que o ADN das células vivas pode comunicar-se com outras células próximas através da transmissão de energia em forma de luz. Esses resultados indicam que as células podem comunicar-se umas com as outras independentemente da bioquímica e de sistema de órgãos como o sistema circulatório, o sistema nervoso ou o imunológico.

UM POUCO DE FÍSICA PARTE I

Sabemos, por exemplo, que cada célula do corpo humano pode transmitir ondas de radiação eletromagnética, as quais são mensuráveis como luz perto da faixa ultravioleta e luz na faixa infravermelha. Essas ondas de radiação transmitem informações tanto dentro como fora da célula, para comunicar dados a outras células, dados esses relativos aos processos vitais da célula emissora.
Também sabemos que ADN (o programa da vida) tem propriedades piezelétricas, significando que pode converter uma forma de energia em outra. Por exemplo, se uma energia sob a forma de pressão ou vibração é aplicada a uma estrutura piezelétrica, ela libera elétrons. Por outro lado, se introduzirmos elétrons numa estrutura piezelétrica, ela começará a vibrar. Exceção feita aos glóbulos vermelhos maduros, quase todas as células de nosso corpo contêm ADN, e portanto são piezelétrica.
O prêmio Nobel st. GYORGI mencionou que a transferência de elétrons tanto no interior das células como entre elas é a chave para os processos vitais.
Experimentos feitos na Rússia pelo Dr. Vlail Kaznacheyev, diretor do Instituto de Medicina Clínica e Experimental de Novosibirsk, sugerem que a radiação (movimento de energia) das células por ser um mecanismo muito mais importante para transmissão de informações do que se acreditava antes. Ele tomou células saudáveis e as dividiu em duas amostras. Uma das amostras foi separada por uma divisória de quartzo, e a outra por uma divisória de vidro. Em seguida, uma foi submetida a um vírus, ou a uma bactéria, ou a um produto químico tóxico ou uma radiação nuclear. Isso provocou a morte das células manipuladas.
Quando a divisória era de vidro, as células não infectadas, não expostas no lado oposto da divisória, continuaram saudáveis. Entretanto, quando a divisória era de quartzo, algo inesperado acontecia. De setenta a oitenta por cento das vezes, a doença se refletia nas células não expostas no outro lado da divisória, e elas morriam logo depois de as células expostas terem morrido.
  

COMPREENDENDO PENSAMENTOS/EMOÇÕES

Para compreender como os nossos pensamentos ou emoções afetam o nosso corpo, devemos entender que este não é apenas físico ou material, como geralmente o percebemos ser. Einstein postulava que matéria e energia são aspectos equivalentes e intercambiáveis de uma realidade subjacente única ou “campo universal”. Isto pressupõe que tudo é energia em vários estados de vibração e movimento. Do mesmo modo que o oceano é formado por muitas correntes e ondas que se movem simultaneamente em direções diferentes e com diferentes forças, assim também o nosso corpo é constituído por muitos campos de energia pulsátil e interativa. Embora possamos considerar o corpo como matéria sólida, a sua massa é simplesmente energia que recebeu essa forma específica.

 NESSE SISTEMA ENERGÉTICO A QUE CHAMAMOS DE CORPO HUMANO EXISTEM VÁRIOS SUBSISTEMAS QUE AJUDAM A CURAR-NOS E QUE NOS MANTÊM EM BOAS CONDIÇÕES. ENTRE ESSES, INCLUEM-SE OS SISTEMAS LINFÁTICO, CIRCULATÓRIO, NERVOSO, ÓSSEO-MUSCULAR, IMUNOLÓGICO, DIGESTIVO E ENDÓCRINO, TODOS TRABALHANDO INTERATIVAMENTE. CADA UM REAGE A ENERGIAS SUTIS QUE TÊM ORIGEM TANTO DENTRO COMO FORA DO CORPO.

Portanto, não é muito difícil imaginar que, visto que os nossos pensamentos e emoções são padrões de energia e que o nosso corpo é um conjunto de campos entrecruzados de energia, a energia de nossos pensamentos e sentimentos pode muito bem afetar o nosso bem estar, tanto positiva como negativamente. Mas como a energia de nossos pensamentos ou emoções transfere para outras pessoas, entrecruzando e talvez alternado os padrões de energia que compõem os seus corpos? Ainda não sabemos todas as respostas, mas pesquisas recentes começam a dar-nos algumas pistas.

CURA HOLOENERGÉTICA

NA CURA HOLOENERGÉTICA, É IMPORTANTE IR ALÉM DAS APARÊNCIAS E PERCEBER CADA PENSAMENTO QUE TEMOS E CADA EMOÇÃO QUE EXPRESSAMOS COMO SENDO ENERGIA SOB UMA FORMA OU PADRÃO ESPECÍFICO: A EMOÇÃO DE RAIVA SENDO UM PADRÃO, A EMOÇÃO DE ALEGRIA, OUTRO, O SENTIDO DE INTENCIONALIDADE, OUTRO, E ASSIM POR DIANTE. ATRAVÉS DOS PADRÕES ENERGÉTICOS QUE MODELAMOS COM OS NOSSOS PENSAMENTOS E EMOÇÕES, PODEMOS SUSTENTAR OS PROCESSOS DE CURA NATURAL EM NÓS MESMOS E NOS OUTROS

AMOR E TRANSFORMAÇÃO

Todos passamos pela experiência de sermos influenciados, até certo ponto, pelas energias amorosas de outras pessoas. Talvez a experiência tenha ocorrido com uma pessoa amada que nos ajudou a superar dificuldades ou com um orientador profissional ou terapeuta cujo amor e apoio nos forneceu a energia extra de que precisávamos para resolver um problema.


Do mesmo modo, já estivemos na companhia de alguém cheio de indignação, e também sentimos raiva dentro de nós, embora não tivéssemos um motivo evidente para nos sentirmos assim. Já vivemos a situação em que uma pessoa nos cumprimentou aberta e alegremente, e percebemos como essa saudação despertou também em nós sentimentos e alegria e de satisfação. Também já nos aconteceu de estarmos com uma pessoa profundamente concentrada em seus pensamentos, em suas intenções, e respondemos a essa intencionalidade.

Todas as formas de Amor vem do EU

Não confundir o EU com o EGO.
O EU é o espírito, o egoísmo vem do ego, que sempre quer possuir, controlar e dominar. Quando o Ego diz: “eu o amo porque você é meu”; você me pertence; o seu tempo me pertence, ele está fazendo uma declaração sobre a dominação e a posse, não sobre o Amor.
Aqueles que aprenderam verdadeiramente a amar se despiram primeiro do egoísmo.
Um dia, depois que você conseguir superar essa febre agitada, você verá uma pequena luz em seu coração. No início, ela será apenas uma centelha, depois a chama de uma vela, finalmente uma ardente fogueira. Você então despertará, e a chama devorará o sol, a luz e as estrelas. Neste momento, não haverá nada além de Amor no Universo, mas todo ele estará dentro do seu coração.


O PRIMEIRO PASSO PARA ALCANÇAR O AMOR

COMO UM ASPECTO COMPLETO, INABALÁVEL DA SUA VIDA É REDIFINIR O QUE VOCÊ CHAMA DE AMOR NESTE MOMENTO.
Quase todos nós pensamos no Amor como uma atração que sentimos por outra pessoa, como uma força carinhosa, um prazer, uma alegria, como uma emoção ou sentimento poderoso. Embora o Amor seja um aspecto de todas essas definições, elas são parciais.
O verdadeiro Amor não pode mudar, ele não está relacionado com nenhum objeto, e não pode se transformar em outra emoção porque, em primeiro lugar ele não é uma emoção.
Se descartarmos todos os tipos falsos ou superficiais de Amor, o que resta?
A resposta começa a emergir com a auto-aceitação. Por ser uma força interior, o Amor é visto inicialmente dentro de você é dirigido para você.
O Amor não pode torná-lo inquieto, não o verdadeiro Amor, porque ele nunca procura ir para o exterior.

O ente querido mais desejado é apenas uma extensão de você mesmo.

O VERDADEIRO PODER NA VIDA É O PODER INTERIOR.

Ser capaz de ver o mundo à luz do Amor, que só pode vir do interior, é viver sem medo, numa paz inabalável.
Para alcançar uma vida de Amor Total, purifique a vida que você tem.

Uma pessoa que procura desesperadamente pelo Amor – me faz lembrar um peixe que busca desesperadamente pela água.

O PODER DO AMOR É O PODER DA PUREZA

A palavra AMOR é empregada de muitas maneiras, mas é uma palavra sagrada porque o Amor é “aquilo que dissolve todas as impurezas, deixando apenas o verdadeiro e o real”.
- Enquanto você sentir medo, não poderá amar de verdade.
- Enquanto você tiver um ego egoísta, não poderá amar de verdade.
Por mais impuro que você seja, o amor irá à sua procura e trabalhará em você até que você seja capaz de amar.
O Amor procura a impureza para poder consumi-la. Não existe algo como uma pessoa sem Amor. Por ser invisível e continuamente presente, o Amor é mais do que uma emoção ou sentimento; Ele é mais do que o prazer ou até que o êxtase.
O Amor é encarado como ar que respiramos a circulação em cada célula. O Amor tudo permeia a partir da sua Fonte Universal.
Ele é o Poder Supremo, porque sem empregar a força, o amor tudo atrai para si até no sofrimento, o poder do Amor continua seu trabalho, bem longe da vista do Ego e da Mente.

Comparadas com o Amor, todas as outras formas de poder são medíocres.

quinta-feira, 11 de dezembro de 2014

Na índia, engenhosamente, caça-se macaco com um pote de grão-de-bico. O macaco enfia a mão no pote para agarrar um punhado de grãos. Infelizmente, com a mão fechada sobre o alimento, ele não pode mais tirá-la do vaso. A boca do jarro é pequena demais para o punho fechado. A armadilha funciona porque a cobiça do macaco impede-o de soltar os grãos. Os axiomas do realismo materialista — materialismo, determinismo, localidade, e assim por diante — serviram-nos bem no passado, época em que nossos conhecimentos eram mais limitados do que hoje, mas, agora, transformaram-se em nossa armadilha. Temos que soltar os grãos da certeza para poder saborear a liberdade existente fora da arena material.

segunda-feira, 28 de julho de 2014

Com amor no coração

Saudarei este dia com amor no coração. Pois este é o maior segredo do êxito em todas as aventuras. Os músculos podem partir um escudo e até destruir a vida, mas apenas os poderes invisíveis do amor podem abrir os corações dos homens. Farei do amor minha maior arma e ninguém que a enfrente poderá defender-se de sua força. Podem opor-se ao meu raciocínio, desconfiar de minhas apregoações; podem desaprovar meus trajes; podem rejeitar meu rosto; podem até suspeitar de meus negócios; contudo, meu amor eternecerá todos os corações, comparável ao sol cujos raios suavizam o mais frio barro.

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conhecendo a mente

Quando falo em mente, eu não estou falando apenas de minha mente, minha viagem. Estou falando sobre a mente de todos, qualquer ser vivo universal.A maneira como vivemos, a nossa maneira de pensar – tudo é dedicado ao prazer material. Consideramos os objetos de extrema importância e nos dedicamos de forma materialista a tudo o que nos faz feliz, famoso ou popular. Mesmo que tudo isso venha da nossa mente, estamos tão preocupados com os objetos externos que nunca olhamos para dentro, questionando o porquê de acharmos tais objetos tão interessantes.

Enquanto existimos, a nossa mente é uma parte inseparável de nós. Como resultado, estamos sempre ou para cima ou para baixo. Não é o nosso corpo que sobe e desce, é a nossa mente – esta mente cujo modo de funcionamento não entendemos. Por isso, às vezes temos de examinar a nós mesmos – não apenas o nosso corpo, mas a nossa mente. Afinal, é a nossa mente que está sempre nos dizendo o que fazer. Temos que conhecer a nossa própria psicologia, ou, na terminologia religiosa, talvez, a nossa natureza interior. De qualquer forma, não importa como a  chamamos, temos que conhecer a nossa própria mente.


conheça sua mente

'' Você acha que você é uma pessoa independente, livre para viajar pelo mundo, desfrutando de tudo. Apesar do que você pensa, você não está livre. Eu não estou dizendo que você está sob controle de outra pessoa. É a sua própria mente descontrolada, o seu próprio apego, que te oprime. Se você descobrir como você oprime a si mesmo, sua mente descontrolada desaparecerá. Conhecer a sua própria mente é a solução para todos seus problemas.''

domingo, 27 de julho de 2014


DIETA DOS CHÁS

DIETA DOS CHÁS - 10 KG EM 30 DIAS

Descubra a ação das ervas no organismo e como combina-las numa mesma infusão, facilitando a perda de peso.

Seis xícaras diárias. Essa é a medida de chá recomendada nesta dieta. O importante é não deixar de ingerir uma xícara de cinco a dez minutos antes de cada refeição, incluindo café da manhã, ceia e lanche. Dessa forma, além do efeito terapêutico da erva, o chá dá uma sensação de saciedade, amenizando a fome, o que facilita controlar a quantidade de comida colocada no prato. Quantas ervas usar no chá? Pode ser uma, duas ou todas de um mesmo grupo. Também é permitido combinar ervas de grupos diferentes.
No caso de você ter retenção hídrica e intestino preso, por exemplo, faça um mix de ervas diuréticas e digestivas. Alfafa e hortelã são curingas – desintoxicante e aromática, respectivamente, merecem entrar em todas as combinações.

Antes de tudo, é importante lembrar que sozinho o chá não faz milagre. Você precisa associá-lo a uma dieta. E, não adianta tomar chazinho desintoxicante, para livrar o organismo das toxinas que impedem o emagrecimento, e comer alimentos superindustrializados, cheios de corantes e conservantes.  O açúcar refinado (branco), por exemplo, é repleto de aditivos químicos. É melhor trocá-lo pelo mascavo ou pela estévia. A seguir um cardápio de uma semana, com cerca de 1200 calorias. Você pode repeti-lo por um mês ou mais. Embora não tenham contra-indicações, não se deve usar nenhuma erva por um período muito prolongado. Mas não vão faltar opções para você variar o seu chá.

Diuréticas: o fim da retenção hídrica

Agem nos rins e no córtex da glândula supra-renal, inibindo a produção do hormônio cortisona, que bloqueia a perda de peso ou, pior, engorda.
Ervas: cavalinha, dente-de-leão, cabelo-de-milho, sabugueiro, abacateiro, quebra-pedra e salsa.

Digestivas: intestino regulado e barriga lisinha

Contêm substâncias que atuam no fígado, onde é fabricada a bílis, que dissolve a gordura em moléculas menores, facilitando sua absorção pelos intestinos.
Ervas: hibisco, cáscara-sagrada, psilium e fucus.





Calmantes: ansiedade sob controle

Agem no sistema nervoso central, acalmando e baixando a ansiedade, que costuma desencadear a compulsão à comida.
Ervas: alecrim, hortelã, camomila, capim-limão, melissa, mulungu e aniz.

Desintoxicantes: operação limpeza

O principal papel destas ervas é captar as toxinas do organismo, eliminando-as por meio da urina, das fezes e do suor e, com isso, colocando um fim no desequilíbrio que ocasiona o aumento de peso.
Ervas: alfafa, salsaparrilha,  curcuma zedoaria, chá-verde, espinheira-santa, bardana.

Emagrecedoras: ação dissolve gordura

Tem princípios ativos que agem nos rins, no fígado e, principalmente, no intestino.
Ervas: alfafa, cavalinha, cana-do-brejo, graviola, cabelo-de-milho, carqueja, capim-limão.

Ferva e abafe
Preparar o chá é simples: ferva a água, junte a erva desidratada e deixe levantar fervura. Desligue o fogo e abafe por dez minutos. Coe e beba quente, morno ou gelado, com ou sem adoçante. Para garantir o efeito medicinal e o sabor, use uma colher de sopa de erva para 1 litro de água. No caso do mix, a recomendação é uma colher de sopa de cada erva para a mesma quantidade de água. Triplique a medida se a erva dor fresca.

Você deve evitar

*   Combinar dois tipos de carboidratos numa mesma refeição, como arroz e batata. A única parceria permitida é o arroz e feijão. Afinal, a dupla é típica do prato brasileiro.
*   Usar muito sal. Esse tempero deve ser praticamente descartado, pois faz o corpo reter líquido. Prefira ervas e especiarias como orégano, alecrim, salsa.
*   Consumir alimentos refinados (arroz, pão, macarrão e biscoito feitos com farinha branca). Eles são rapidamente absorvidos pelo organismo, estimulando o pâncreas a liberar muita insulina – hormônio que contribui para o acúmulo de gordura.
*   Comer e dormir. Espere pelo menos uma hora e meia depois do jantar par ir se deitar.

*   Ingerir bebida alcoólica, pois é muito calórica.

Época de Mikael.

O nome MiKael deriva de Miguel de origem hebraica Mikha’El que significa “que é como Deus”.

O Arcanjo Mikael é o grande enviado por Cristo para acompanhar e trazer força ao desenvolvimento correto da humanidade.

Esta força interna é a consciência que devemos buscar em nosso cotidiano para dominar os dragões que nos rodeiam: a vaidade, o egoísmo, o medo, a ganância, o orgulho, a concorrência, a corrupção, o consumismo e outros tantos.

Os dragões são tudo aquilo que nos prendem ao mundo material, levando a uma preocupação exagerada e fazendo com que esqueçamos da nossa essência, do nosso “Eu interior”.

Como Mikael, não devemos matar o dragão, mas enfrentá-lo com controle e equilíbrio (da inteligência e do coração) e assim dominar as forças do mal que ele representa.

Mikael vem nos trazer o impulso da coragem para crescermos e amadurecermos, buscando respostas para fatos e situações da nossa vida.

MiKael traz à mão a espada de ferro, elemento que corre em nosso sangue e nos confere atuação e coragem.

O contrário do medo não é a coragem, mas o amor. Cor – agem é coração agindo em nome do amor”. Esta coragem de viver pode ultrapassar nossos medos e limites, tomando consciência do bem e do mal, nos levando assim para o caminho da liberdade.

Que o Arcanjo Mikael nos encha de coragem para romper nossa semente interna que foi acalentada e cuidada durante todo o inverno, para que ela possa sair da terra em busca do sol, da luz, crescer e dar frutos.

Mikael ou Miguel, é o Príncipe dos arcanjos. Seu nome é um grito de batalha, invocado para coragem, defesa forte e proteção divina.
Miguel é armado de escudo e espada. É destruidor de ídolos. Disputou com Satã o corpo de Moisés.

É o anjo que proclama a UNIDADE de Deus.

ORAÇÃO:

"Mikael, que trabalhais para o resplendor da verdade.
Que vossa proteção permaneça comigo,
Eu a receberei como um privilégio, sempre respeitando.
Permiti que eu caminhe sempre com dignidade.
Afastai de mim as idéias perversas,
Fazei de mim um amigo que saiba discernir, compreender e nunca julgar.

Ajudai-me contra meus inimigos
Materiais e espirituais, conscientes ou inconscientes e os expulse,
Pois a verdade é vosso signo.
Permiti que minha intuição,
seja como vossa espada para dar-me proteção.
Afastai de mim as pessoas que querem me induzir ao erro.
Meu coração está ligado ao vosso coração e energia,
Que é a minha verdade.
Fazei de mim, um mensageiro fiel da suprema verdade.
Salve adorado Príncipe Mikael.
Amém. "

sexta-feira, 13 de junho de 2014

compaixão

Uma definição útil de compaixão tem de começar por reconhecer um estado de espírito ou um “estado do coração”. O Budismo define compaixão como um estado mental em que se deseja que os outros possam estar livres de sofrimento. A compaixão está por cima intimamente ligada com o amor, que o Budismo define como um sentimento de apreciação pelos outros – sentir uma espécie de proximidade e afeto pelos outros – e também como um estado mental em que se deseja que os outros sejam felizes. Eu uso a expressão estado mental em vez de emoção aqui porque o Budismo Tibetano não tem uma palavra correspondente para emoção. O Budismo não faz uma distinção clara entre pensamentos e emoções.
Do ponto de vista budista, são os nossos pensamentos que originam e sustêm as nossas experiências emocionais. Por exemplo, quando nos sentimos zangados acreditamos que os outros são intrinsecamente desagradáveis e estão a causar o nosso mal estar, tal como quando nos sentimos bem achamos que os outros são inerentemente bons e merecem todo o bem estar. Do ponto de vista da psicologia ocidental, a compaixão é uma emoção, mas eu aqui defino-a sobretudo como um estado mental, para evitar a forma Ocidental dualistica de que uma emoção é oposta à razão. De facto, do ponto de vista Budista, emoções saudáveis como a compaixão são baseadas em pensamentos racionais válidas e sensatos acerca de nós próprios e dos outros, enquanto que as emoções negativas como o ódio ou a ansiedade são baseadas em pensamentos confusos e imprecisos. É por isto que o Budismo reconhece a sabedoria e a compaixão como muito correlacionadas; há medida que desenvolvemos um tipo de sabedoria que percebe a realidade de forma correta, naturalmente tornamo-nos mais compassivos, e há medida que nos tornamos mais compassivos, tornamo-nos também naturalmente mais sábios e possuidores de uma abordagem mais razoável em relação à nossa vida.
O objectivo na psicologia Budista de definirmos diferente estados mentais é providenciar-nos uma ajuda à nossa própria introspecção, para ajudarmos as pessoas a avaliarem melhor o conteúdo dos seus corações e a conhecerem-se a si próprias melhor.

O Mito da Mudança


Quando olhamos as pessoas de sucesso, aquelas que conseguem o que
muitas lutam anos para conseguir, se observamos bem de perto e em
detalhes veremos que a diferença principal em como vivem suas vidas
esta em Como Vivem seus Dias.

Deixa eu te dar um exemplo

Você nunca sentiu que seu dia toma o controle da sua vida?
Você nunca sentiu que vive o mesmo dia 10.000 vezes?
A maioria de nós já nos sentimos assim

Nos levantamos, vamos trabalhar, comemos, trabalhamos um pouco
mais e depois com um pouco de sorte fazemos um pouco de exercício,
logo chegamos em casa, etc. É a mesma coisa, dia após dia.

Bom, talvez você consiga um pouco de variedade quando está de férias
e mesmo assim, às vezes não se torna um
pouco difícil se desconectar da rotina?

Por outro lado, quando observamos as pessoas de sucesso, seu dia não
toma o controle de suas vidas, eles VIVEM seus dias. Todos diferentes,
todos feitos por suas próprias mãos. Alguns podem ser similares a outros,
mas porque foram desenhados assim por eles. Seus dias são o resultado
das suas próprias ações.

Aqui vem o Primeiro Mito da Mudança: É IMPOSSÍVEL mudar sua vida de vez

O SEGREDO está em MUDAR um DIA POR VEZ e isso construirá sua vida.

Um atleta olímpico. Quando alguém é capaz de correr 100 metros em 10 segundos.

É uma grande vitória. Somente uma pequena porcentagem da população pode fazer isso.

Nosso problema é que tendemos a ver os resultados finais.
Só vemos o dia da corrida nos Jogos Olímpicos.

E se nos perguntamos como ele conseguiu?
Parece algo SUPER DIFÍCIL

Mas se prestamos atenção nos dias que precisam para fazer isso,
considerando que é necessário um monte de esforço, disciplina, etc.
talvez não seja tão difícil, não é? 

Como Criar um Hábito Novo?



Comecemos por olhar a forma com que as coisas chegam a “ser” em primeiro lugar.
Por exemplo, alguém que se considera limpo, como ele “se tornou limpo”?

Lembre-se que os seres humanos nem sempre escovaram os dentes ou tomavam
banho todos os dias. Demorou milhões de anos para que nós percebamos isso.

Não éramos limpos por natureza. E agora, para a maior parte do mundo, é um HÁBITO.

Imagine poder conseguir o mesmo com o êxito, dinheiro, saúde,
felicidade, alegria, estado físico, ser um ótimo pai, etc.

Mas, como é possível transformá-lo em algo natural?

É de isso se trata, de SER.

A ideia é que os hábitos e as rotinas se instalem em você

Agora, Normalmente um hábito se forma assim:

1. Você precisa da figura de uma AUTORIDADE: podem ser seus
pais, irmão maior, um modelo a seguir que te diga o que fazer
e porque (basicamente um mestre ou um treinador)

2. ENTORNO. É suficiente? Em alguns casos sim,
mas sempre é melhor que o seu entorno te exija.

3. Se este novo habito só acontece uma vez, é suficiente para
que seja uma rotina? NÃO. É necessária a REPETIÇÃO constante.

4. E para torná-lo eficaz, se precisa de uma RECOMPENSA
(Pense quão boa é a sensação que temos logo depois de uma ducha)

Verdade sobre a Força de Vontade

 
Normalmente se acredita que seguindo o processo de criação
de hábitos e com muita força de vontade, se consegue
a mudança tão esperada.

O problema é que muitas pessoas começam bem, continuam,
continuam um pouco mais, porém em menos de 2 ou talvez
1 semana com os novos hábitos, tudo volta a “velha realidade”.

Como isso é possível?

Agora deixa eu te perguntar...
O que acontece quando as pessoas tem algo no
subconsciente que já esta criando uma realidade?

Como tirar essas coisas e mudá-las para melhor?
Como modificar as associações do tipo “O dinheiro
é perverso” ou “eu já não sou digno do êxito”
ou qualquer crença que nos limita?

E aqui é quando as pessoas falham, porque para
mudar os hábitos de forma exitosa, o seu subconsciente
TEM que participar do processo.


Controle sua Fera Interna

Sua Mente subconsciente é um gorila de 800 kilos que não
descansará até que a sua realidade reflita exatamente o que ele quer.

Se alguém coloca uma ideia no subconsciente, ele não descansará
até torná-la realidade. Você terá a energia, a paixão, os recursos
necessários para torná-la realidade.

Então quando você da uma olhada na sua vida e as coisas que você
acredita e ou faz sem nenhum esforço como escovar os dentes, tomar
banho ou ter pensamentos negativos, todas essas coisas estão no seu subconsciente.

Para reprogramar com eficácia, o seu subconsciente
tem que participar do processo de mudança.

Amanhã, falarei sobre Como Mudar seus Hábitos de Forma Duradoura
e conseguir seus objetivos (em qualquer área da sua vida)


Que o Resto da Sua Vida Seja o Melhor da Sua Vida.

segunda-feira, 12 de maio de 2014

INTELIGÊNCIA EMOCIONAL

A inteligência emocional pode ser categorizada em cinco habilidades:
1.    Auto-Conhecimento Emocional - reconhecer as próprias emoções e sentimentos quando ocorrem;
2.    Controle Emocional - lidar com os próprios sentimentos, adequando-os a cada situação vivida;
3.    Auto-Motivação - dirigir as emoções a serviço de um objetivo ou realização pessoal;
4.    Reconhecimento de emoções em outras pessoas - reconhecer emoções no outro e empatia de sentimentos; e

5.    Habilidade em relacionamentos inter-pessoais - interação com outros indivíduos utilizando competências sociais.

INTELIGÊNCIA EMOCIONAL

Inteligência emocional é um conceito em Psicologia que descreve a capacidade de reconhecer os próprios sentimentos e os dos outros, assim como a capacidade de lidar com eles.

sábado, 15 de junho de 2013

A menos que você abandone a sua personalidade, você não será capaz de encontrar a sua individualidade. A individualidade é dada pela existência; a personalidade é imposta pela sociedade. Personalidade é conveniência social. A sociedade não pode tolerar a individualidade porque a individualidade não acompanhará o rebanho, como uma ovelha. A individualidade tem a natureza do leão: o leão move-se sozinho. As ovelhas estão sempre em rebanho, na esperança de que estar em grupo será aconchegante. Em meio à multidão, o indivíduo sente-se mais protegido, seguro. Se alguém atacar, na multidão há todas as possibilidades de você se salvar. Mas, e estando só? -- apenas os leões andam sós. Cada um de vocês nasceu leão, mas a sociedade está sempre condicionando, programando a mente de vocês como ovelhas. Ela lhes imprime uma personalidade, uma personalidade agradável, simpática, muito conveniente, muito obediente. A sociedade quer escravos, não pessoas que sejam absolutamente dedicadas à liberdade. A sociedade quer escravos porque os interesses estabelecidos querem obediência. Existe uma história Zen a respeito de um leão que foi criado por ovelhas, e pensava que era uma delas, até que um velho leão o capturou e o levou até um lago, onde lhe mostrou o seu próprio reflexo. Muitos de nós somos como esse leão -- a imagem que temos de nós mesmos não advém da nossa própria vivência direta, mas das opiniões dos outros. Uma "personalidade" imposta de fora substitui a individualidade que poderia ter se desenvolvido de dentro. Nós nos tornamos apenas mais uma ovelha no rebanho, incapazes de nos movermos livremente, e inconscientes da nossa verdadeira identidade. É hora de dar uma olhadela no seu próprio reflexo no lago, e de tomar a iniciativa de libertar-se do que quer que lhe tenha sido imposto como condicionamento pelos outros, com o objetivo de fazer você acreditar em qualquer coisa a seu respeito. Dance, corra, mexa-se, fale uma língua inexistente -- tudo o que for necessário para acordar o leão adormecido dentro de você. tarô zen de osho
A nossa mente continua sendo um grande mistério. Algumas vezes ela age como curadora e em outras como agressora. Sabemos que ela responde a milhões de comandos vinte e quatro horas por dia, procurando sempre uma resposta para nossas questões. Se pensarmos em prosperidade, abundância, amor, felicidade, saúde e bem estar físico é isso que será processado. A mente é uma é uma espécie de dínamo que potencializa as energias que irão refletir em nosso físico, como reflexos da nossa imaginação. Tudo o que acontece em nosso meio físico, primeiro é construído pela imaginação. Só depois, através da ação, que ela se materializa. Uma idéia sem ação, não passa de uma simples idéia, não solidifica. Mas quando você a coloca em prática, a mesma passa a ser um fato, passa a ser um fruto da sua imaginação. Para ilustrar esse conceito, quero sugerir a você um pequeno exercício de imaginação: "Feche seus olhos e imagine por um instante que você tem um limão na sua frente. Pegue esse limão e corte ao meio. Observe algumas gotas escorrendo na lâmina da faca...agora imagine que você está pegando uma das metades cortadas e levando até o seu nariz, sinta o cheiro de limão por um instante. Neste instante, perceba-se chupando um pouco desse limão e sinta o seu gosto." O que aconteceu? Provavelmente você deve ter salivado. Isso acontece porque sua mente desencadeou uma série de comandos neurológicos que regulam os processos físicos, através dos registros que possui sobre o limão, causando sensações e reações. Se a pessoa nunca viu ou experimentou um limão, pode ser que não tenha nenhuma reação parecida pela falta de alguns registros mentais, tais como cheiro, cor, aspecto externo e interno, sabor, etc. Então eu coloco uma questão: Como posso utilizar a imaginação na cura? Este princípio de imaginação pode ser aplicado em qualquer segmento que desejamos. Você precisa querer sinceramente alcançar o objetivo, mas é preciso bom senso, é preciso sentir as possibilidades e acreditar que somos co-criadores, temos a Presença Divina em nós, podemos ativar a força do nosso poder pessoal e criar uma nova realidade para nossa vida se tornar cada vez mais feliz. Shakespeare dizia: "Nada é bom ou mal em si, isso depende de nossos pensamentos". Se você quer comprar um carro e o deseja verdadeiramente, comece a desenhá-lo na sua imaginação. Pense na cor, na marca, nos equipamentos, nos detalhes internos. Quanto mais detalhes oferecer à sua mente, mais registros ela terá para ajudá-lo a conseguir. Pense estar dirigindo nas tardes ensolaradas, cruzando as ruas da cidade, viajando pelas estradas, vivencie cada momento. Sinta a estabilidade do carro em cada curva; pare para abastecê-lo de vez em quando, enfim, crie uma história rica em detalhes, mesmo que não seja verdadeira, que o seu cérebro se encarrega de fazer acontecer, pois o cérebro não sabe o que é real ou não, se está acontecendo ou já aconteceu. É só analisar o exercício que acabou de fazer com o limão. Os nativos afirmam que assim podemos fazer em todos os segmentos da nossa vida. Se você precisa alcançar um processo de cura, e quando me refiro à cura quero dizer no contexto geral em nossas vidas, a cura nem sempre é física, podemos curar vários aspectos da nossa vida e a força da imaginação, feita de forma consciente e profunda pode alavancar este processo curador. Esta é uma reflexão para pensarmos no fato de que a sabedoria universal disponibiliza muitas ferramentas para ampliar a nossa qualidade de vida, mas precisamos fazer a nossa parte, manter nossa conexão com uma luz maior, sentir como está o nosso equilíbrio interior e agir para edificar a nossa felicidade plena. Permita-se sentir, busque conhecimento, pratique e realize seus sonhos, seja Deus em ação! Que o Grande Mistério revele-se cada vez mais em nossos corações e a cura plena aconteça!
P’TAAH: Sempre que vocês percebem a falta, você está vindo de um espaço de medo. Porque a verdade é que vocês são realmente Deuses e Deusas. Não é também um nome grandioso para vocês. Vocês são realmente Deuses e Deusas. Extremamente poderosos. Se duvidarem do seu poder, meus amados, simplesmente observem o seu mundo. Porque não importa como vocês julguem o seu mundo, vocês realmente o criaram, hum? Vocês criaram tudo isto – co-criaram, de fato. Se já duvidaram do seu poder de mudar a sua realidade, parem simplesmente e olhem para a sua vida, porque não importa como a julguem, é a sua criação e seja o que for que criem, é válido. Não há julgamento em relação a isto, não, em lugar algum. Sem julgamento. Quando vocês observam o seu mundo e dizem: “Olhem os horrores que são feitos neste mundo. Como pode não haver julgamento?” Nós lhes dizemos que não usamos as palavras Deuses e Deusas de maneira leviana. Vocês não são julgados. Vocês são, em todos os sentidos, uma Extensão Perfeita e Eterna da Mente da Criação. Não importa como a sua sociedade possa julgar, nós lhes dizemos que não há nenhum julgamento universal. Vocês são Deuses e Deusas, participando de um jogo e o jogo neste Agora é simplesmente chamado de Minha Vida Humana Agora, de qualquer modo que ela seja. Esta é a verdade. Minha Vida Humana Agora, e seja o que criem, é válido. Vocês podem dizer que cada aspecto de sua vida é um processo de aprendizagem. No entanto, nós lhes dizemos que vocês não vieram aqui para aprender lições. Vocês vieram aqui simplesmente pela experiência disto. Por quê? Porque neste reino chamado de “sua realidade”, a experiência é tão vibrante e tão intensa, que tudo o mais realmente se apaga ao lado da experiência. A intensidade da Emoção é o motivo pelo qual vocês continuam retornando. Que vocês julguem como uma boa ou má experiência, realmente não está aqui e nem aí, porque a maior parte de vocês não a julga como ruim, não importa o quê. E não importa qual seja a experiência, como ela irá culminar. Na morte? Bem, o que é a morte? O que é a morte? É uma das maiores ilusões do seu reino. Uma das maiores ilusões é a morte, porque vocês são seres eternos. Vocês vêm em suas existências, assumem um corpo e são deste ou daquele gênero. São isto ou aquilo ou de outra cor. Desta raça ou daquela, desta sociedade ou daquela, deste país ou daquele, desta ou daquela situação sócio-econômica. Vocês dizem: “Por que alguém gostaria de nascer onde eles irão morrer de fome?” Pela experiência disto. Por que alguém gostaria de nascer e conhecer o holocausto? Por que alguém gostaria de nascer para experimentar o genocídio? Pela experiência. E a partir destas experiências, vocês angariam mais e mais. E lhes dizemos que, sempre que estiverem em julgamento dos seus eventos históricos ou, na verdade, daqueles eventos que vocês vêem diariamente em sua televisão, nós lhes lembramos que vocês realmente foram tudo. Vocês foram a vítima e o agressor. E lhes lembramos que, na verdade, não há vítimas, amados. Existem apenas voluntários para a experiência. Então, se vocês olharem tudo isto nesta luz, começarão a compreender o seu próprio poder. O seu próprio poder de criação.