Dados coletados por uma missão da Nasa que está fazendo um mapeamento da superfície da Lua apontam que crateras que ficam na região do polo sul do satélite podem ser alguns dos locais mais frios de todo o Sistema Solar.
Segundo as primeiras informações coletadas pela sonda Lunar Reconnaissance Orbiter (LRO), que foi lançado no último dia 18 de junho, as temperaturas em regiões que nunca recebem a luz do Sol no interior destas crateras podem chegar a -238º C, pouco acima do zero absoluto, -273,15 ºC.
"Estas temperaturas extremamente frias estão, até onde sabemos, entre as menores que já foram registradas em qualquer outro lugar do Sistema Solar", diz David Paige, responsável pelo Diviner Lunar Radiometer Experiment, um dos sete instrumentos a bordo da missão e que está fazendo um mapeamento térmico da Lua.
Gelo
Segundo os pesquisadores, o fato de existirem estes locais com temperaturas extremamente baixas na Lua aumenta a probabilidade de que haja água e outros componentes congelados no interior dessas crateras.
A eventual presença de gelo nelas pode ser de extrema importância para futuras missões tripuladas ou não à Lua, principalmente se elas durarem longos períodos. Isso porque a descoberta permitiria reduzir a quantidade de material que precisaria ser transportado da Terra em futuras missões.
O mapeamento térmico detalhado da Lua feito pelo Diviner Lunar Radiometer Experiment, além de localizar áreas extremamente frias, pode dar pistas sobre a composição de rochas e do solo, além de apontar regiões que podem ser perigosas para o pouso de veículos.
Os dados coletados apontam ainda que as variações de temperaturas na superfície da Lua estão entre as mais extremas do Sistema Solar. Segundo as informações, ao meio-dia, na região no equador lunar, as temperaturas na superfície ultrapassam os 106 °C. Durante a noite, no entanto, a temperatura cai a -183 °C.
Telescópio Spitzer capta violenta colisão entre planetas
sexta-feira, 23 de outubro de 2009, 19:47:17 | noreply@blogger.com (espaço)
Concepção artística mostra corpo celeste com tamanho da Lua se chocando com um planeta semelhante a Mercúrio
A Nasa, agência espacial americana, divulgou nesta segunda-feira em seu site uma concepção artística que mostra uma possível colisão em alta velocidade entre dois planetas ao redor de uma jovem estrela. O impacto, segundo evidências captadas pelo telescópio espacial Spitzer, envolveu dois corpos rochosos - um deles tão grande quanto a Lua e outro do tamanho de Mercúrio - e teria ocorrido nos últimos mil anos ou mais.
Os astrônomos informaram que a gigantesca colisão destruiu o corpo celeste de menor tamanho, espalhando enormes quantidades de rocha e expelindo camadas de lava quente pelo espaço. Os detectores infravermelhos do Spitzer captaram sinais das rochas vaporizadas e de fragmentos recongelados de lava, chamados de tectitas (tipo de mineral de vidro natural que se forma no espaço).
"O choque deve ter sido enorme e incrivelmente em alta velocidade para a rocha ter se vaporizado e derretido", disse o cientista Carey M. Lisse, da Universidade Johns Hopkins e principal autor do estudo, descrito na edição de agosto da revista Astrophysical Journal. Conforme o pesquisador, a colisão foi similar à que causou a formação da Lua há 4 bilhões de anos, quando um corpo do tamanho de Marte se chocou contra a Terra.
Para se ter uma ideia da força da colisão, os astrônomos explicaram que os dois planetas estariam viajando a uma velocidade de pelo menos 10 km/s antes de se baterem.
A estrela observada pelo Spitzer é a de nome HD 172555, que teria 12 milhões de anos e está localizada a cerca de 100 anos-luz da Terra, ao sul da constelação Peacock (Pavão). Em comparação com a idade da estrela, os cientistas lembraram que o Sistema Solar tem 4,5 bilhões de anos.
ESO divulga descoberta de 32 exoplanetas
sexta-feira, 23 de outubro de 2009, 19:35:38 | noreply@blogger.com (espaço)
Representação artística de um dos exoplanetas descobertos, cuja massa é equivalente a seis vezes a da Terra. Ele orbita em torno da estrela de baixa massa Gliese 667 C a uma distância de apenas 1/20 da existente entre a Terra e o Sol. A Gliese 667 C é acompanhada por outras duas estrelas de pequena massa, que são representadas como duas luzes à esquerda do exoplaneta
A Organização Europeia para Pesquisa Astronômica no Hemisfério Sul (ESO) divulgou nesta segunda-feira na Conferência sobre Exoplanetas realizada na cidade do Porto, em Portugal, a descoberta de 32 novos exoplanetas, ou planetas fora do Sistema Solar. A descoberta foi feita pelo Harps, espectógrafo do telescópio da ESO.
Segundo a ESO, o resultado faz com que o Harps, um telescópio de 3,6 metros, se estabeleça como o maior 'caçador' de exoplanetas do mundo. Nos últimos cinco anos o Harps detectou 75 dos cerca de 400 exoplanetas conhecidos.
O resultado também aumenta em 30% o número de planetas de pequena massa conhecidos.
Anomalia na força da gravidade será testada durante maior eclipse do século
quinta-feira, 15 de outubro de 2009, 22:20:50 | noreply@blogger.com (espaço)
Maior eclipse solar do século
Se você não está em algum lugar de um longo corredor que se estenderá do Tibete até o Oceano Pacífico, passando pela Índia e pela China, não terá outra chance de assistir a um eclipse solar tão longo quanto o que ocorrerá nesta quarta-feira, dia 22. Ele deverá começar às 06h23 da manhã, no horário local da Índia - 21h55 de terça-feira, no horário de Brasília.
Este será o maior eclipse solar do século 21. Outro semelhante só ocorrerá em 2132. Ele será grande também na audiência. Ao atingir dois dos países mais populosos do planeta, a Índia e a China, o eclipse solar será visto por cerca de 2 bilhões de pessoas.
Anomalia da gravidade durante um eclipse
Além de fomentar as especulações e as crenças de místicos e astrólogos, o eclipse solar será também uma oportunidade única para a ciência. Ele está oferecendo a oportunidade para testar uma teoria ainda controversa: a possibilidade de que a gravidade decaia ligeiramente durante um eclipse total.
Geofísicos da Academia Chinesa de Ciências muniram-se dos mais precisos instrumentos já feitos e os distribuíram ao longo de seis cidades do sudeste da China, com o objetivo de testar a hipótese da ocorrência de flutuações anômalas na gravidade da Terra.
"Parece algo que é realmente necessário para quebrar essa incerteza," disse Chris Duif, da universidade holandesa de Delft, à revista New Scientist. "Eu não estou convencido de que a anomalia exista, mas seria algo revolucionário se for comprovado que ela seja real."
Como a gravidade funciona
O primeiro sinal de que a gravidade flutua durante um eclipse foi detectado em 1954. O físico e economista francês Maurice Allais detectou um comportamento errático em um pêndulo durante um eclipse que pôde ser visto de Paris.
Os pêndulos normalmente balançam para um lado e para o outro pela ação da gravidade e da rotação da Terra. No início do eclipse, contudo, a direção do balanço do pêndulo mudou violentamente, sugerindo uma mudança repentina na atração gravitacional.
Essas flutuações têm sido medidas nos últimos 20 eclipses solares, mas os resultados continuam inconclusivos. A maioria da comunidade dos físicos duvida de sua existência, principalmente porque, se ela existir, irá se contrapor a todas as teorias atuais sobre como a gravidade funciona.
Gravímetros e pêndulos
Os cientistas chineses querem obter uma resposta definitiva. Para isto eles prepararam oito gravímetros e dois pêndulos e os colocaram em seis pontos de observação diferentes.
A equipe espera que a enorme distância entre os sensores - cerca de 3.000 quilômetros entre os mais distanciados - assim como a quantidade e a diversidade dos instrumentos, eliminem a chance de erros de leitura, assim como dos efeitos de fatores como distúrbios atmosféricos locais.
"Se nossos equipamentos funcionarem corretamente, eu acredito que temos uma chance de dizer se a anomalia é verdadeira acima de qualquer suspeita," disse Tang Keyun, geofísico da Academia Chinesa de Ciências.
A resposta à dúvida, que poderá exigir mudanças radicais em teorias consideradas como fundamentais na física, não será tirada imediatamente. Os cientistas afirmam que a interpretação de todos os dados coletados pelos seus instrumentos ultraprecisos poderá levar vários meses.
No local onde estão os instrumentos, o eclipse durará mais de cinco minutos. Em uma região desabitada ao longo do Oceano Pacífico ele chegará a durar seis minutos e 39 segundos, um recorde que só será batido em 2132.
A Terra é redonda. Mas o Universo é plano?
quinta-feira, 15 de outubro de 2009, 22:16:29 | noreply@blogger.com (espaço)
Por séculos, os antigos acreditaram que a Terra era plana. As evidências em contrário eram ou ignoradas ou facilmente integradas na visão dominante do mundo.
Hoje nós chamamos os defensores da Terra plana de ignorantes, mas estamos prestes a cometer um erro quase idêntico - não com relação ao nosso planeta, mas em relação ao universo inteiro.
Universo plano
Quando se trata do universo, "plano" refere-se ao fato de que os feixes de luz viajam longas distâncias paralelos uns aos outros. Se o universo for "plano", os feixes permanecerão sempre paralelos. Entretanto, matéria, energia e energia escura, todos produzem curvaturas no espaço-tempo. Se o espaço-tempo do universo é positivamente curvado, como a superfície de uma esfera, os feixes paralelos deverão se juntar. Se for negativamente curvado, em um universo em forma de sela, os feixes paralelos deverão divergir.
Graças em parte à sonda espacial WMAP (Wilkinson Microwave Anisotropy Probe), que revelou a densidade da matéria e da energia nos estágios iniciais do universo, a maioria dos astrônomos está confiante em que o universo é plano.
Interpretação incorreta dos dados
Mas esta visão está sendo agora questionada por Joseph Silk e seus colegas da Universidade de Oxford, que afirmam que é possível que as observações da WMAP tenham sido interpretadas de forma incorreta.
Em um artigo publicado no Monthly Notices of the Royal Astronomical Society, eles pegaram dados da WMAP e de outros experimentos cosmológicos e os analisaram usando o teorema de Bayes, que pode ser usado para mostrar como a certeza associada a uma determinada conclusão é afetada por diferentes pressupostos iniciais.
Usando os pressupostos da moderna astronomia, que pressupõe um universo plano, eles calcularam a probabilidade de que o universo esteja em um de três estados: plano, positivamente curvado e negativamente curvado. Isto produziu uma probabilidade de 98% de que o universo seja de fato plano.
Quando eles rodaram novamente os cálculos usando uma postura mais mente-aberta, entretanto, a probabilidade mudou para 67%, tornando o universo plano uma certeza muito menos convincente do que os astrônomos concluem.
Preconceitos
"É uma hipótese plausível que o universo não seja inteiramente plano," diz Silk, acrescentando que os cálculos revelam o quanto os preconceitos dos astrônomos podem afetar suas conclusões.
David Spergel, da Universidade de Princeton, e porta-voz da equipe da WMAP, concorda. "Eles desenvolveram uma forma estatisticamente rigorosa de examinar a questão," disse ele.
Silk afirma que os astrônomos precisam alcançar um nível de segurança de 99,9999% com relação ao universo plano, o que seria alto o suficiente para resultar convincente quaisquer que fossem as hipóteses iniciais. É possível, entretanto, que nenhuma medição seja capaz de atingir esse nível de precisão.
Para conhecer uma forma totalmente diferente de conceber o nosso universo, veja a reportagem
Aminoácidos em cometa reforçam teoria de vida extraterrestre
quinta-feira, 15 de outubro de 2009, 22:13:13 | noreply@blogger.com (espaço)
Nossa descoberta apoia a teoria que afirma que os ingredientes da vida formaram-se no espaço e foram trazidos por cometas e meteoritos que se chocaram com a Terra," resume Jamie Elsila, pesquisador da NASA. Essa teoria chama-se panspermia.
Moléculas da vida em cometa
Elsila e seus colegas comprovaram pela primeira vez a existência de um aminoácido, a glicina, nas amostras do cometa Wild-2, coletados pela sonda espacial StarDust.
A glicina é utilizada pelos seres vivos para formar as proteínas. As proteínas, por sua vez, são usadas em quase tudo, desde a estrutura dos cabelos até as enzimas, os catalisadores naturais que aceleram ou controlam as reações químicas.
Da mesma forma que as letras do alfabeto podem ser arranjadas para formar todas as palavras, 20 aminoácidos se combinam para formar milhões de tipos de proteínas. O que foi Poeira valiosa
O trabalho não foi fácil. Basta lembrar que a sonda StarDust trouxe as amostras da poeira deixada pelo cometa em 2006. E somente agora os cientistas demonstraram com uma margem de erro mínima, que a glicina de fato veio do cometa.
O problema foi a pequena quantidade de glicina existente na lâmina de alumínio e no aerogel, o sólido mais leve que existe, e que foi exposto ao espaço para coletar as minúsculas partículas de poeira da cauda do cometa, que se introduziram em seus poros.
Esses pequenos grãos já demonstraram a importância de que amostras espaciais sejam coletadas e trazidas para a Terra - com base nelas, os cientistas descobriram que os cometas são mais parecidos com asteróides do que prediziam as teorias, propuseram alterações na teoria sobre a formação do Sistema Solar e já haviam encontrado razões suficientes para fundamentar a teoria de que vida teria se originado no espaço e chegado à Terra em cometas e asteroides. A identificação do aminoácido vem coroar todas essas descobertas anteriores.
encontrado na poeira do cometa foi um desses aminoácidos
Contaminação de vida
A glicina foi identificada logo no início dos estudos das partículas do cometa Wild-2, mas sua quantidade era tão pequena que os cientistas não foram capazes de descartar a hipótese de que ela poderia ter se originado de alguma contaminação aqui mesmo na Terra, onde há glicina por todos os lados.
"Nós de fato analisamos as folhas de alumínio que ficam nas laterais das câmaras que sustentam o aerogel," explica Elsila. "Conforme as moléculas de gás passavam através do aerogel, algumas delas grudavam no alumínio. Nós gastamos dois anos testando e desenvolvendo nosso equipamento para torná-lo sensível e preciso o suficiente para analisar essas amostras incrivelmente pequenas."
Para descartar a contaminação, os cientistas compararam a quantidade de dois isótopos de carbono, cuja proporção na glicina encontrada na Terra é bem conhecida. Uma glicina formada no espaço tende a ter mais isótopos de Carbono 13, que é mais pesado do que o Carbono 12.
Fundamentação para a panspermia
Foi isto o que os cientistas descobriram. "Nós descobrimos que a glicina que a StarDust trouxe tem uma assinatura extraterrestre em seus isótopos de carbono, indicando que ela veio do cometa," disse Elsila.
"A descoberta da glicina em um cometa dá suporte à ideia de que os blocos fundamentais da vida estão por todo o espaço, e reforça o argumento de que a vida no universo pode ser comum, e não rara como se pensava," disse o Dr. Carl Pilcher, diretor do Instituto de Astrobiologia da NASA.
Missão estendida
Depois de trazer a cápsula com a poeira de cometa para a Terra, a sonda StarDust continuou no espaço totalmente operacional. Por isto, a NASA decidiu estender sua vida útil, criando a missão StarDust NExT, que está levando a sonda espacial em direção ao cometa Tempel 1, o mesmo que foi alvo dos estudos da sonda Impacto Profundo
O encontro da StarDust NExT com o cometa Tempel 1 deverá ocorrer em 2011
Físicos propõem receita para criar buracos negros em laboratório
quinta-feira, 15 de outubro de 2009, 22:07:06 | noreply@blogger.com (espaço)
Acima, uma ilustração artística de um buraco negro. Abaixo, o esquema da receita criada pelos físicos para replicar suas condições em laboratório. [Imagem: Ilustração: Wikipedia. Esquema: Paul Nation. ]
Receita para criar um buraco negro
Físicos da Universidade de Darmouth, nos Estados Unidos, acreditam ter elaborado aquela que pode ser considerada a receita mais exótica de todos os tempos: Como criar um buraco negro.
Receita para criar um buraco negro
Físicos da Universidade de Darmouth, nos Estados Unidos, acreditam ter elaborado aquela que pode ser considerada a receita mais exótica de todos os tempos: Como criar um buraco negro.
Quando o assunto são os buracos negros, quase tudo a ser dito vem acompanhado de termos como "acredita-se" ou "imagina-se." Essas regiões misteriosas do espaço, que produzem efeitos bem além do crível ou do imaginável, ainda são fronteiras além das quais quase tudo está por ser desvendado.
Agora, Paul Nation e seus colegas acreditam poder dar uma mãozinha nesse aprendizado: se os cientistas forem capazes de reproduzir em laboratório as condições encontradas em um buraco negro real, então eles poderão finalmente começar a estudá-los diretamente.
Teorias sobre buracos negros
Acredita-se que os buracos negros sejam formados pelo colapso de estrelas super maciças que produzem corpos com uma massa tão grande que sua gravidade não deixa escapar nada, nem mesmo a luz. Qualquer coisa que se aproxime de seus limites - chamado horizonte de eventos - ficará aprisionada para sempre.
Isso deveria tornar o buraco negro cada vez mais denso, maciço e forte. O que significaria que seu horizonte de eventos se alargaria cada vez mais, engoliria mais coisas, levando a um crescimento contínuo do buraco negro.
Mas o físico Stephen Hawking propôs que os buracos negros não são assim tão superpoderosos. Há 35 anos, ele propôs que os buracos negros evaporam lentamente, emitindo uma radiação que hoje é conhecida como radiação de Hawking.
"Hawking demonstrou que os buracos negros irradiam energia de acordo com um espectro termal," diz Nation. "Seus cálculos baseiam-se em pressupostos sobre a física das ultra-altas energias e da gravidade quântica. Como nós não podemos fazer medições em buracos negros reais, nós precisamos de uma forma de recriar esse fenômeno em laboratório a fim de estudá-lo e validar a teoria," diz o físico.
Buracos negros em laboratório
Nation e seus colegas argumentam que uma linha magnética de transmissão de campos pulsantes de micro-ondas contendo um conjunto de dispositivos supercondutores de interferência quântica (SQUID) pode reproduzir em laboratório a radiação de fótons emitida pelos buracos negros.
A receita de simulação de um buraco negro tem a vantagem de se basear em um sistema onde as altas energias e as propriedades quânticas são bem conhecidas e que podem ser diretamente controladas em laboratório, sem oferecer riscos de que o laboratório, ou o planeta inteiro, venha a ser engolido por um buraco negro real.
"Assim, em princípio, esse experimento permite a exploração de uma imitação dos efeitos quânticos gravitacionais," dizem os pesquisadores em seu artigo.
"Nós também poderemos manipular a força do campo magnético aplicado de forma que os dispositivos supercondutores de interferência quântica poderão ser usados para testar a radiação emitida pelos buracos negros além do que foi considerado por Hawking," afirma Miles Blencowe, outro autor da receita de buraco negro.
Buracos negros microscópicos
Esta não é a primeira proposta que se faz para criar um experimento que imite um buraco negro. Alguns cientistas argumentam até mesmo que buracos negros microscópicos poderão ser criados no LHC, o gigantesco colisor de partículas que deverá começar a funcionar até o final deste ano - veja a reportagem Buracos negros microscópicos não vão destruir a Terra, garantem físicos.
Outras propostas de criação de buracos negros incluem fluxos fluidos supersônicos, condensados de Bose-Einstein ultrafrios e cabos de fibras ópticas não-lineares.
Contudo, diz Nation, a radiação de Hawking nesses modelos seria incrivelmente fraca ou mascarada por outros tipos de radiação, como o próprio aquecimento do experimento. Os pesquisadores acreditam que isso não aconteceria no seu aparato, que poderia ainda estudar análogos dos efeitos quânticos gravitacionais.
Astronautas poderão ser enviados a "buracos gravitacionais"
quinta-feira, 15 de outubro de 2009, 22:03:20 | noreply@blogger.com (espaço)
Marte, Lua e asteroides
As próximas etapas da exploração humana do espaço continuam como uma incógnita. Tudo começou quando o presidente Barack Obama encomendou uma revisão dos planos da NASA - e não se pode negar que o futuro da exploração espacial ainda é largamente dependente do rumo que os Estados Unidos decidam tomar, tanto isoladamente quanto em cooperação com outros países.
Até então, a volta do homem à Lua na próxima década era tida como uma certeza. Logo depois as coisas começaram a apontar para Marte, que poderia ser um objetivo mais promissor. Mas Marte é mais distante e os robôs têm muito a fazer por lá ainda. Então, talvez fosse melhor pousar em um asteroide.
Buraco gravitacional
Agora, a comissão da Casa Branca que estuda todas essas alternativas está considerando mais uma possibilidade: Que tal mandar os astronautas para um "buraco gravitacional," um lugar absolutamente vazio, onde não existe nenhum corpo celeste onde se possa pousar e que fica quatro vezes mais distante do que a Lua?
Pode parecer sem sentido à primeira vista. Mas não se atentarmos para o fato de que esse buraco gravitacional é o chamado Ponto de Lagrange, o ponto no espaço onde a aceleração da gravidade da Terra e do Sol são exatamente iguais. Sem serem puxados para um lado e nem para o outro, os objetos nesse ponto podem permanecer lá indefinidamente com um gasto quase nulo de combustível.
Rodovia espacial
Acontece que pontos de Lagrange não são exclusividade da Terra e do Sol. Eles existem em qualquer lugar onde a gravidade de dois corpos celestes se anulem. Assim, existem pontos de Lagrange entre a Terra e a Lua, entre todos os planetas e o Sol, entre os pares de planetas vizinhos, entre os planetas e suas luas e assim por diante.
Teoricamente, uma nave poderia se movimentar pelo Sistema Solar mais rapidamente, e com pouco consumo de combustível, se usasse as rotas entre os diversos pontos de Lagrange, criando uma espécie de Super Rodovia Interplanetária
Oficina de telescópios espaciais
E isto não seria tudo quando se trata desses buracos gravitacionais. Vejamos o caso do Ponto de Lagrange entre a Terra e o Sol conhecido como L2. Situado a mais de um milhão de quilômetros da Terra, é para lá que foram enviados os mais novos e poderosos telescópios já construídos pelo homem
E é justamente para lá que serão enviados todos os telescópios espaciais que ainda estão sendo projetados.
Isto acontece porque, nesse ambiente estável, longe das perturbações causadas pelas radiações do Sol, da Terra e da Lua, os telescópios podem operar de forma extremamente precisa, sem estarem sujeitos a ruídos que atrapalhem a leitura de seus instrumentos ultraprecisos.
Com tantos telescópios na região, os cientistas que assessoram a Casa Branca acreditam que o Ponto L2 pode se transformar em uma verdadeira oficina de telescópios espaciais, que poderiam ser consertados como o Hubble.
Teste de tecnologias
Há justificativas também para aqueles que ainda sonham com uma viagem tripulada a Marte. Explorar os buracos gravitacionais seria uma oportunidade interessante para testar as tecnologias para uma viagem de maior duração.
Uma viagem ao Ponto de Lagrange L2 levaria cerca de um mês, contra seis meses de uma viagem a Marte. As comunicações levam apenas 4 segundos para vir do L2 à Terra, enquanto são necessários 20 minutos para que uma mensagem chegue de Marte.
Enquanto checam a saúde dos telescópios espaciais, os astronautas poderiam testar sistemas de suporte de vida e de proteção contra a radiação cósmica que serão essenciais para uma viagem a Marte.
Laboratório brasileiro vai estudar vida fora da Terra
quinta-feira, 15 de outubro de 2009, 21:55:06 | noreply@blogger.com (espaço)
O primeiro laboratório de astrobiologia no Brasil será inaugurado no início de 2010, vinculado ao Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas (IAG) da Universidade de São Paulo (USP). As instalações ficarão no Observatório Abrahão de Moraes, em Valinhos (SP).
Astrobiologia é o estudo da origem, da evolução, da distribuição e do desenvolvimento da vida no Universo. Esse campo de pesquisas inclui a busca por locais habitáveis no Sistema Solar e em outros planetas e luas, conhecidos como exoplanetas e exoluas.
É por isto que a astrobiologia é também conhecida como exobiologia. Outra denominação comum é bioastronomia. O campo é multidisciplinar e envolve contribuições da astronomia, biologia molecular, química, meteorologia, geofísica e geologia.
Simulação de ambientes espaciais
A maior novidade do projeto brasileiro será a instalação da primeira câmara de simulação de ambientes espaciais do hemisfério Sul, que já está sendo construída no local.
O equipamento, que reproduz condições e ambientes extraterrestres, deverá entrar em funcionamento no segundo semestre de 2010. "Com a câmara, conseguiremos simular parâmetros de ambientes fora da Terra, como as condições do espaço ou de outros planetas", afirma Douglas Galante, coordenador do projeto.
"Se precisamos entender como um organismo vivo sobreviveria em Marte, por exemplo, é possível recriar as características marcianas, controlando variáveis como temperatura, composição gasosa, pressão atmosférica e radiação ultravioleta, de modo que as amostras inseridas dentro da câmara são acompanhadas por detectores", explicou o pesquisador do Departamento de Astronomia do IAG.
Vida fora da Terra
O objetivo é que o laboratório seja usado pela comunidade científica nacional e internacional em pesquisas teórico-experimentais, contribuindo para o avanço do conhecimento em questões diversas da astrobiologia.
Entre elas estão a possibilidade de existir vida fora da Terra, a origem da vida no planeta e o futuro da vida na Terra e em outros corpos celestes. "A única certeza que temos hoje é que existe vida na Terra, ainda que não saibamos de que forma ela surgiu. Sabemos também que talvez tenha existido vida em Marte no passado, quando lá havia água mais abundante", disse Galante.
"Várias sondas trabalham naquele planeta para tentar identificar esses indícios de vida. Isso mostra que estamos apenas engatinhando no entendimento de como a vida surge, evolui e algum dia pode se extinguir, na Terra e fora dela", afirmou.
Extremos da vida
Na câmara de simulação planetária serão realizados, em um primeiro momento, experimentos com os extremófilos, microrganismos que servem de modelo para diversas pesquisas por serem capazes de sobreviver em condições ambientais extremas, como a ausência de luz solar ou níveis muito altos ou baixos de pressão, temperatura, água e oxigênio.
"Os extremófilos vivem em alta pressão no fundo dos mares, em ambientes extremamente frios e também em locais muito quentes, como em fontes geotermais, além de ambientes com alta radiação. Se esperamos encontrar vida em Marte, muito provavelmente ela será bem-parecida com a desses microrganismos", diz Galante.
Os pesquisadores do IAG mantêm amostras de extremófilos em laboratório e atualmente já estudam esses microrganismos em equipamentos de simulação do Laboratório Nacional de Luz Síncrotron (LNLS), em Campinas (SP).
Outras formas de vida
"Com a câmara de simulação de ambientes espaciais queremos pegar também amostras ambientais aqui da Terra e testá-las para ver se encontramos novos organismos resistentes semelhantes aos extremófilos", aponta Galante. Para isso, a partir do início de 2010, os pesquisadores estudarão amostras da Antártica e do deserto do Atacama, no Chile, para tentar descobrir novos organismos que também possam existir em outros planetas.
"Além da simulação de ambientes extraterrestres, a câmara também poderá ser usada em estudos tecnológicos e aplicados, como na área de ciência dos materiais, visando ao desenvolvimento de equipamentos que podem ser usados no espaço por satélites", afirmou.
Planetas parecidos com a Terra
Além das sondas espaciais e dos robôs que já estão procurando por formas de vida em Marte e na Lua, a procura por planetas semelhantes à Terra fora do Sistema Solar constitui um elemento-chave nos esforços da astrobiologia.
Desde a descoberta do primeiro planeta extrassolar, feita pelo astrônomo suíço Michel Mayor, em 1995, no Observatório de Haut Provence, na França, já foram encontrados mais de 300 outros. No entanto, devido às limitações dos métodos atuais de detecção desses corpos - medição da velocidade radial da estrela à qual estão ligados -, a maioria deles tem sido do tamanho ou maior do que Júpiter, maior planeta do Sistema Solar. Ou seja, os planetas encontrados são muito maiores do que a Terra.
"Parece que a tecnologia está chegando a um ponto crítico. Mas acredito que em dois anos seremos capazes de encontrar o primeiro planeta de massa equivalente à da Terra ainda usando o método tradicional de mensuração de velocidade radial", disse Mayor, professor do Departamento de Astronomia da Universidade de Genebra.
"Está se tornando cada vez mais claro que planetas com massa inferior à de Júpiter são comuns no Universo", afirmou o astrônomo que, depois de descobrir o primeiro planeta fora do Sistema Solar - na órbita da estrela 51 Pegasi (a 47,9 anos-luz da Terra) -, já detectou mais de 150 orbitando outras estrelas, muitos compondo sistemas multiplanetários.
Técnicas indiretas
No método da medição da velocidade radial de estrelas, detecta-se a existência de um planeta ao se observar uma alteração no ritmo dessa aceleração. Na maioria dos casos, não se pode ver o planeta. Sua existência é deduzida de acordo com a diminuição ou aumento na velocidade estelar.
Assim, quanto maior for a velocidade da estrela, maior o planeta. A dinâmica é explicada por Augusto Damineli, professor do Instituto Astronômico e Geofísico da Universidade de São Paulo (USP).
"A estrela obriga o planeta a girar em torno dela. O planeta, por sua vez, pela Terceira Lei de Newton, o princípio da ação e reação, reage e obriga a estrela a se mover também. Os dois orbitam em torno de um ponto comum, e quanto maior a massa do planeta, maior a velocidade da estrela. Assim, indiretamente se deduz a existência do planeta", explicou.
Segundo ele, a dificuldade de se achar um planeta do tamanho da Terra com esse método é que ele produz uma pequena reação na estrela, tornando difícil a mensuração de sua velocidade. Uma gama de planetas foi detectada usando esse método, mas as expectativas para o futuro são grandes.
O método de detecção pela técnica do trânsito - também chamado de método de ocultação - poderá vir a ser mais preciso na busca por planetas menores. Quando o planeta se encontra na conjunção inferior e passa na frente do Sol, visto da Terra, diz-se que está em trânsito.
Por isso, a abordagem do método de ocultação é simples: "Quando o planeta está em trânsito e passa na frente da estrela na qual orbita, esta dá uma 'apagadinha' e ele pode ser, então, detectado", disse Damineli no mês passado, durante a 27ª Assembleia da União Astronômica Internacional (UAI), no Rio de Janeiro.
Zona habitável
As expectativas são grandes em torno de dois projetos atuais de caça a planetas, ambos usando o método do trânsito: a missão euro-brasileira Corot e a missão norte-americana Kepler - veja Telescópio espacial Kepler vai começar busca por outras Terras.
Apesar das dificuldades tecnológicas, este ano um planeta duas vezes maior que a Terra foi descoberto na órbita de uma das estrelas mais próximas à Terra - a Gliese 581, distante 20,5 anos-luz - por meio do espectrógrafo Harps, um dos maiores caçadores de planetas extrassolares, instalado no telescópio de 3,6 metros do European Southern Observatory (ESO), no deserto de Atacama, em La Silla, no Chile.
O planeta também se localiza no que os astrônomos chamam de "zona habitável", onde, supostamente, pode existir água oceânica. Baseando-se em uma projeção da temperatura à superfície, astrônomos apontam que esse poderá ser o primeiro planeta extrassolar semelhante à Terra.
Traços de vida
Aliás, investigar a possibilidade de existência de vida nesses planetas - e procurar pelos chamados "biotraços" (traços de vida) - é o próximo passo, de acordo com o astrônomo alemão Claus Madsen, do ESO. "A nova geração de telescópios será capaz de ver os planetas extrassolares com mais precisão", afirmou.
Um exemplo é o Extremely Large Telescope (ELT), que deverá ser concluído pelo ESO em 2017. Ele poderá, segundo Madsen, detectar a luz de planetas extrassolares muito pequenos e observar características biológicas, tais como a existência de oxigênio.
Sobre a existência de água, Madsen é enfático. "Existe hidrogênio em todo o Universo e com a existência de oxigênio em um determinado planeta há a possibilidade de existir água, já que esta é composta por esses dois elementos. Resta saber em que forma vamos encontrar essa água. A existência de água em sua forma líquida vai depender da temperatura da superfície da estrela e a distância entre esta e o planeta", disse.
Falta de Sol pode dificultar aprendizado
quinta-feira, 15 de outubro de 2009, 21:51:55 | noreply@blogger.com (espaço)
Gosta de se esconder do Sol? Não faça isso. Quem foge de um dia ensolarado está mais propenso a depressão e ao mau humor. É o que dizem cientistas da Universidade do Alabama.
Eles estudaram dados de 14.474 pessoas com sintomas de depressão. E chegaram a conclusão que os depressivos que fogem à exposição do Sol têm maior risco de aumentar ainda mais a fossa e de desenvolver problemas cognitivos. Ou seja, ter dificuldades de aprendizagem, raciocínio e compreensão do mundo real.
Os cientistas verificaram que a ausência do Sol traz outros problemas. Ela aumenta o tempo de cura de um depressivo e, em alguns casos, pode até ser um dos motivos para o cancelamento do tratamento.
Na pesquisa, os cientistas da Universidade de Alabama contaram com a ajuda de pesquisadores da NASA. A agência repassou um mapa com a incidência de luz do Sol de cada cidade dos Estados Unidos. Eles cruzaram essas informações com os dados dos Institutos Nacionais de Saúde. E concluíram que nas cidades americanas mais ao extremo, onde o Sol aparece por poucas horas ao dia, o número de depressivos é sempre maior. E o tempo de tratamento, idem.
Os cientistas usarão os resultados da pesquisa para aprimorar os métodos de tratamento da depressão e, também, criarem novas
224 galaxias
quinta-feira, 15 de outubro de 2009, 21:46:30 | noreply@blogger.com (espaço)
§ NGC 1 - galáxia espiral naconstelação de Pegasus
§ NGC 2 - galáxia espiral na constelação de Pegasus
§ NGC 3 - galáxia lenticular na constelação de Pisces
§ NGC 4 - galáxia lenticular muito tênue na constelação de Pisces
§ NGC 5 - galáxia elíptica na constelação de Andrômeda
§ NGC 6 - galáxia lenticular na constelação de Andrômeda, também conhecida como NGC 20
§ NGC 7 - galáxia espiral na constelação de Sculptor
§ NGC 8 - estrela dupla na constelação de Pegasus
§ NGC 9 - galáxia espiral peculiar na constelação de Pegasus
§ NGC 10 - galáxia espiral na constelação de Sculptor
§ NGC 11 - galáxia espiral na constelação de Andrômeda
§ NGC 12 - galáxia espiral na constelação de Pisces
§ NGC 13 - galáxia na constelação de Andrômeda
§ NGC 14 - galáxia na constelação de Pegasus
§ NGC 15 - galáxia espiral na constelação de Pegasus
§ NGC 16 - galáxia espiral na constelação de Pegasus
§ NGC 17 - galáxia na constelação de Cetus, também conhecida como NGC 34
§ NGC 18 - estrela dupla na constelação de Pegasus
§ NGC 19 - galáxia espiral na constelação de Andrômeda
§ NGC 20 - ver NGC 6
§ NGC 21 - galáxia espiral na constelação de Andrômeda, também conhecida como NGC 29
§ NGC 22 - galáxia espiral na constelação de Pegasus
§ NGC 23 - galáxia espiral na constelação de Pegasus
§ NGC 24 - galáxia espiral na constelação de Sculptor
§ NGC 25 - galáxia na constelação de Phoenix
§ NGC 26 - galáxia espiral na constelação de Pegasus
§ NGC 27 - galáxia espiral na constelação de Andrômeda
§ NGC 28 - galáxia elíptica na constelação de Phoenix
§ NGC 29 - ver NGC 21
§ NGC 30 - estrela dupla na constelação de Pegasus
§ NGC 31 - galáxia espiral na constelação de Phoenix
§ NGC 32 - estrela na constelação do Pegasus
§ NGC 33 - estrela dupla na constelação de Pisces
§ NGC 34 - ver NGC 17
§ NGC 35 - galáxia na constelação de Cetus
§ NGC 36 - galáxia espiral na constelação de Pisces
§ NGC 37 - galáxia na constelação de Phoenix
§ NGC 38 - galáxia na constelação de Pisces
§ NGC 39 - galáxia espiral na constelação de Andrômeda
§ NGC 40 - nebulosa planetária na constelação de Cepheu
§ NGC 41 - galáxia na constelação de Pegasus
§ NGC 42 - galáxia espiral na constelação de Pegasus
§ NGC 43 - galáxia na constelação de Andrômeda
§ NGC 44 - estrela dupla na constelação de Andrômeda
§ NGC 45 - galáxia espiral na constelação de Cetus
§ NGC 46 - estela na constelação de Pisces
§ NGC 47 - galáxia espiral na constelação de Cetus, também conhecida como NGC 58
§ NGC 48 - galáxia espiral na constelação de Andrômeda
§ NGC 49 - galáxia na constelação de Andrômeda
§ NGC 50 - galáxia na constelação de Cetus
§ NGC 51 - galáxia na constelação de Andrômeda
§ NGC 52 - galáxia espiral na constelação de Pegasus
§ NGC 53 - galáxia na constelação de Tucana
§ NGC 54 - galáxia espiral na constelação de Cetus
§ NGC 55 - galáxia espiral na constelação de Sculptor
§ NGC 56 - não existe (identificação errónea)
§ NGC 57 - galáxia elíptica na constelação de Pisces
§ NGC 58 - ver NGC 47
§ NGC 59 - galáxia espiral na constelação de Pisces
§ NGC 60 - galáxia espiral na constelação de Pisces
§ NGC 61 - galáxia na constelação de Pisces
§ NGC 62 - galáxia na constelação de Cetus
§ NGC 63 - galáxia espiral na constelação de Pisces
§ NGC 64 - galáxia espiral na constelação de Cetus
§ NGC 65 - galáxia na constelação de Cetus
§ NGC 66 - galáxia espiral na constelação de Cetus
§ NGC 67 - galáxia elíptica na constelação de Andrômeda
§ NGC 68 - galáxia na constelação de Andrômeda
§ NGC 69 - galáxia na constelação de Andrômeda
§ NGC 70 - galáxia espiral na constelação de Andrômeda
§ NGC 71 - galáxia na constelação de Andrômeda
§ NGC 72 - galáxia espiral na constelação de Andrômeda
§ NGC 73 - galáxia espiral na constelação de Cetus
§ NGC 74 - galáxia na constelação de Andrômeda
§ NGC 75 - galáxia na constelação de Pisces
§ NGC 76 - galáxia na constelação de Andrômeda
§ NGC 77 - galáxia na constelação de Cetus
§ NGC 78 - galáxia espiral na constelação de Pisces
§ NGC 79 - galáxia na constelação de Andrômeda
§ NGC 80 - galáxia na constelação de Andrômeda
§ NGC 81 - galáxia na constelação de Andrômeda
§ NGC 82 - estela na constelação de Andrômeda
§ NGC 83 - galáxia elíptica na constelação de Andrômeda
§ NGC 84 - estrela na constelação de Andrômeda
§ NGC 85 - galáxia na constelação de Andrômeda
§ NGC 86 - galáxia na constelação de Andrômeda
§ NGC 87 - galáxia na constelação de Phoenix, e parte do Quarteto de Robert
§ NGC 88 - galáxia na constelação de Phoenix, e parte do Quarteto de Robert
§ NGC 89 - galáxia na constelação de Phoenix, e parte do Quarteto de Robert
§ NGC 90 - galáxia espiral na constelação de Andrômeda
§ NGC 91 - estrela singular na constelação de Andrômeda
§ NGC 92 - galáxia na constelação de Phoenix, e parte do Quarteto de Robert
§ NGC 93 - galáxia na constelação de Andrômeda
§ NGC 94 - galáxia na constelação de Andrômeda
§ NGC 95 - galáxia na constelação de Pisces
§ NGC 96 - galáxia na constelação de Andrômeda
§ NGC 97 - galáxia na constelação de Andrômeda
§ NGC 98 - galáxia na constelação de Phoenix
§ NGC 99 - galáxia na constelação de Pisces
§ NGC 100 - galáxia na constelação de Pisces
§ NGC 101 - galáxia na constelação de Sculptor
§ NGC 102 - galáxia na constelação de Cetus
§ NGC 103 - aglomerado globular na constelação de Cassiopeia
§ NGC 104 - aglomerado globular na constelação de Tucana
§ NGC 105 - galáxia na constelação de Pisces
§ NGC 106 - galáxia na constelação de Pisces
§ NGC 107 - galáxia na constelação de Cetus
§ NGC 108 - galáxia na constelação de Andrômeda
§ NGC 109 - galáxia na constelação de Andrômeda
§ NGC 110 - aglomerado aberto na constelação de Cassiopeia
§ NGC 111 - não existente
§ NGC 112 - galáxia na constelação de Andrômeda
§ NGC 113 - galáxia na constelação de Cetus
§ NGC 114 - galáxia na constelação de Cetus
§ NGC 115 - galáxia na constelação de Sculptor
§ NGC 116 - galáxia na constelação de Cetus
§ NGC 117 - galáxia na constelação de Cetus
§ NGC 118 - galáxia na constelação de Cetus
§ NGC 119 - galáxia na constelação de Phoenix
§ NGC 120 - galáxia na constelação de Cetus
§ NGC 121 - aglomerado globular na constelação de Tucana e parte da Peq. Nuvem de Magalhães
§ NGC 122 - provavelmente um estrela singular na constelação de Cetus
§ NGC 123 - provavelmente um estrela singular na constelação de Cetus
§ NGC 124 - galáxia na constelação da Cetus
§ NGC 125 - galáxia na constelação de Pisces
§ NGC 126 - galáxia na constelação de Pisces
§ NGC 127 - galáxia na constelação de Pisces
§ NGC 128 - galáxia na constelação de Pisces
§ NGC 129 - aglomerado aberto na constelação de Cassiopeia
§ NGC 130 - galáxia na constelação de Pisces
§ NGC 131 - galáxia na constelação de Sculptor
§ NGC 132 - galáxia na constelação de Cetus
§ NGC 133 - aglomerado aberto na constelação de Cassiopeia
§ NGC 134 - galaxia na constelação de Sculptor
§ NGC 135 - galáxia na constelação de Cetus, o mesmo que IC 26
§ NGC 136 - aglomerado aberto na constelação de Cassiopeia
§ NGC 137 - galáxia na constelação de Pisces
§ NGC 138 - galáxia na constelação de Pisces
§ NGC 139 - galáxia na constelação de Pisces
§ NGC 140 - galáxia na constelação de Andrômeda
§ NGC 141 - galáxia na constelação de Pisces
§ NGC 142 - galáxia na constelação de Cetus
§ NGC 143 - galáxia na constelação de Cetus
§ NGC 144 - galáxia na constelação de Cetus
§ NGC 145 - galáxia na constelação de Cetus
§ NGC 146 - aglomerado aberto na constelação de Cassiopeia
§ NGC 147 - galáxia anã elíptica na constelação de Cassiopeia, uma galáxia do Grupo Local
§ NGC 148 - galáxia na constelação de Sculptor
§ NGC 149 - galáxia na constelação de Andrômeda
§ NGC 150 - galáxia na constelação do Sculptor
§ NGC 151 - galáxia na constelação da Cetus, o mesmo que NGC 153
§ NGC 152 - aglomerado aberto na constelação de Tucana, e parte da Peq. Nuvem de Magalhães
§ NGC 153 - ver NGC 151
§ NGC 154 - galáxia na constelação de Cetus
§ NGC 155 - galáxia na constelação de Cetus
§ NGC 156 - estrela dupla na constelação da Cetus
§ NGC 157 - galáxia na constelação de Cetus
§ NGC 158 - galáxia na constelação de Cetus
§ NGC 159 - galáxia na constelação de Phoenix
§ NGC 160 - galáxia na constelação de Andrômeda
§ NGC 161 - galáxia na constelação de Cetus
§ NGC 162 - estrela na constelação de Andrômeda
§ NGC 163 - galáxia na constelação de Cetus
§ NGC 164 - galáxia na constelação de Pisces
§ NGC 165 - galáxia na constelação de Cetus
§ NGC 166 - galáxia na constelação de Cetus
§ NGC 167 - galáxia na constelação de Cetus
§ NGC 168 - galáxia na constelação de Cetus
§ NGC 169 - galáxia na constelação de Andrômeda
§ NGC 170 - galáxia na constelação de Cetus
§ NGC 171 - possivelmente o mesmo que NGC 175
§ NGC 172 - galáxia na constelação de Cetus
§ NGC 173 - galáxia na constelação de Cetus
§ NGC 174 - galáxia espiral barrada na constelação de Sculptor
§ NGC 175 - galáxia na constelação de Cetus
§ NGC 176 - aglomerado aberto na constelação de Tucana, e parte da Peq. Nuvem de Magalhães
§ NGC 177 - galáxia na constelação de Cetus
§ NGC 178 - galáxia na constelação de Cetus, provavelmento o mesmo que IC 39
§ NGC 179 - galáxia na constelação da Cetus
§ NGC 180 - galáxia na constelação de Pisces
§ NGC 181 - galáxia na constelação de Andrômeda
§ NGC 182 - galáxia na constelação de Pisces
§ NGC 183 - galáxia na constelação de Andrômeda
§ NGC 184 - galáxia na constelação de Andrômeda
§ NGC 185 - galáxia anã elíptica na constelação de Cassiopeia, uma constelação do Grupo Local
§ NGC 186 - galáxia na constelação de Pisces
§ NGC 187 - galáxia na constelação de Cetus
§ NGC 188 - aglomerado aberto na constelação de Cepheus
§ NGC 189 - aglomerado aberto na constelação de Cassiopeia
§ NGC 190 - galáxia na constelação de Pisces
§ NGC 191 - galáxia na constelação de Cetus
§ NGC 192 - galáxia espiral barrada na constelação de Cetus
§ NGC 193 - galáxia na constelação de Pisces
§ NGC 194 - galáxia na constelação de Pisces
§ NGC 195 - galáxia na constelação de Cetus
§ NGC 196 - galáxia na constelação de Cetus
§ NGC 197 - galáxia na constelação de Cetus
§ NGC 198 - galáxia na constelação de Pisces
§ NGC 199 - galáxia na constelação de Pisces
§ NGC 200 - galáxia na constelação de Pisces
§ NGC 201 - galáxia espiral na constelação de Cetus
§ NGC 202 - galáxia na constelação de Pisces
§ NGC 203 - galáxia na constelação de Pisces, provavelmente o mesmo que NGC 211
§ NGC 204 - galáxia na constelação de Pisces
§ NGC 205 - M110, galáxia na constelação de Andrômeda, uma constelação do Grupo Local
§ NGC 206 - nuvem estelar na constelação de Andrômeda
§ NGC 207 - galáxia na constelação de Cetus
§ NGC 208 - galáxia na constelação de Pisces
§ NGC 209 - galáxia na constelação de Cetus
§ NGC 210 - galáxia espiral na constelação de Cetus
§ NGC 211 - ver NGC 203
§ NGC 212 - galáxia na constelação de Phoenix
§ NGC 213 - galáxia na constelação de Pisces
§ NGC 214 - galáxia na constelação de Andrômeda
§ NGC 215 - galáxia na constelação de Phoenix
§ NGC 216 - galáxia na constelação de Cetus
§ NGC 217 - galáxia na constelação de Cetus
§ NGC 218 - galáxia na constelação de Andrômeda
§ NGC 219 - galáxia na constelação de Cetus
§ NGC 220 - aglomerado aberto na constelação de Tucana, parte da pequena nuvem de Magalhães
§ NGC 221 - M32, galáxia elíptica na constelação de Andrômeda, é uma galáxia do Grupo Local
§ NGC 222 - aglomerado aberto na constelação de Tucana, parte da pequena nuvem de Magalhães
§ NGC 223 - galáxia na constelação de Cetus
§ NGC 224 - M31, galáxia de Andrômeda, galáxia espiral em Andrômeda, maior galáxia do Grupo Local (foto acima)
Hubble captura colisão de galáxias semelhantes à Via-Láctea
quinta-feira, 15 de outubro de 2009, 21:27:21 | noreply@blogger.com (espaço)
Imagem obtida recentemente pelo Telescópio Espacial Hubble parece retratar uma galáxia muito luminosa e de formato alongado, mas na verdade é o produto da colisão, em alta velocidade, de duas galáxias espirais que se parecem coma Via-Láctea. O resultado desse choque recebe o nome de NGC 2623 ou Arp 243, e está a cerca de 250 milhões de anos-luz de distância, na constelação de Câncer.
A interação das galáxias tem um efeito dramático em ambas. Estudos mostram que quando dois desses objetos celestes de aproximam, grandes massas de gás de cada uma são atraídas para o centro da outra, até que ambas se fundam numa galáxia única.
O objeto retratado pelo Hubble está nos estágios finais desse processo, com os centros das duas galáxias unidos num núcleo comum.
No entanto, a partir desse centro projetam-se duas "caudas" de estrelas jovens. O processo de fusão galáctica comprime os gases de ambas, desencadeando uma onda de formação de novas estrelas.
Algumas fusões, como a de NGC 2623, também podem resultar num núcleo galáctico ativo, o que ocorre quando um dos buracos negros encontrados no centro das galáxias originais é despertado. Matéria é atraída para o buraco, formando um disco de material. A fricção das partículas no disco dá origem a uma emissão de radiação
Lua de Saturno pode ter formas de vida
quinta-feira, 15 de outubro de 2009, 21:19:00 | noreply@blogger.com (espaço)
A vida tem todas as condições para existir no oceano de água salgada que provavelmente existe debaixo da calote de gelo do pólo sul da sexta maior lua de Saturno, Enceladus, segundo um estudo publicado hoje na revista britânica
Os cientistas Nikolai Brillianton, da Universidade de Leicester (Reino Unido) e Juergen Schmidt, da Universidade de Potsdam (Alemanha), defendem que uma coluna de gases, vapor de água e partículas de gelo que é expelida de forma violenta do satélite de Saturno, tem origem num oceano subterrâneo de água salgada, porque detectaram sais de sódio no material recolhido pela sonda espacial Cassini em 2005.
John Spencer, cientista da missão da Cassini, que continua em órbita à volta de Saturno, reconheceu, em declarações à BBC que "estão presentes em Enceladus os três principais ingredientes necessários à vida: os elementos químicos básicos, uma fonte de energia e agora água". Em Abril de 2006, um dos principais cientistas desta missão, Bob Brown, já admitira o mesmo, ao afirmar numa conferência em Viena, Áustria, que Enceladus "deverá possui moléculas orgânicas simples, água e calor, os ingredientes da vida".
No Sistema Solar, na órbita de Júpiter, as luas Europa e Ganimedes também terão oceanos de água em estado líquido debaixo das suas calotes geladas, embora a vários quilómetros de profundidade. Em contrapartida, o oceano de Enceladus estará a poucos metros da superfície deste satélite, que tem um diâmetro de 505 km, isto é, 1/7 do diâmetro da nossa Lua.
Em todo o caso, a "Nature" publica também outro estudo da Universidade do Colorado, EUA, que não encontrou quaisquer sinais de sódio nas erupções tipo géiser de Enceladus, onde os jactos de vapor de água e partículas podem atingir mais de cem metros de altura.
Descoberto novo anel de Saturno Entretanto, cientistas da NASA descobriram através do telescópio espacial Spitzer o maior anel de Saturno, que não é visível da Terra. O gigantesco anel está cerca de 50 vezes mais distante do planeta gasoso do que os outros anéis e tem uma órbita num plano diferente, sendo provavelmente constituído por fragmentos de uma das luas de Saturno, Phoebe, resultantes de impactos de cometas e asteróides na sua superfície ao longo da sua história geológica.
O anel de gelo e poeiras mais visível de Saturno é o anel E, constituído pelas partículas das erupções de Enceladus que conseguem escapar à gravidade deste pequeno satélite. O vasto sistema de anéis de Saturno tem inclusive, uma atmosfera própria constituída principalmente por oxigénio molecular (O2), que foi descoberta pela sonda Cassini em 2005.
A atmosfera está totalmente separada da atmosfera de Saturno e é semelhante às de Europa e Ganimedes, duas das quatro grandes luas do maior planeta gasoso do Sistema Solar, Júpiter.
Nasa divulga imagem de formação incomum no espaço
quinta-feira, 15 de outubro de 2009, 21:11:47 | noreply@blogger.com (espaço)
Observando a estrela LRLL 31 - localizada na região da constelação de Perseus, a cerca de mil anos-luz - com a visão infravermelha do telescópito espacial Spitzer, astrônomos da Nasa encontraram um padrão incomum na nuvem de gás e poeira que a cerca. Segundo os cientistas, esse padrão diferenciado poderia significar que a estrela tem um pequeno planeta - ou outra estrela - como companheiro.
Os dados mostram também que o comprimento de onda da luz emanada pelo disco de poeira se altera de semana a semana, o que é considerado um curtíssimo espaço de tempo para os fenômenos espaciais e que, segundo os astrônomos, é muito incomum.
Os cientistas afirmam que essa alteração poderia ser causada pelo 'companheiro' da estrela (representado na imagem como um pequeno planeta). Se o companheiro girasse em torno da estrela, a gravidade dele poderia empurrar a parte interna do disco e formar uma deformação como uma parede.
Essa parede também giraria em torno da estrela, provocando uma sombra na parte externa do disco. Quando a parede está na parte do disco mais próxima ao Telescópio, mais luz infravermelha de curto comprimento de onda deve ser observada. E foi esta variação que o Spitzer observou.
Sonda da Nasa acha depósitos de água na Lua
quinta-feira, 15 de outubro de 2009, 21:05:44 | noreply@blogger.com (espaço)
A Nasa (agência espacial americana) divulgou nesta sexta-feira (18) a descoberta da sonda Lunar Reconnaissance Orbiter de indícios de água em crateras da Lua. A nave identificou traços de nêutrons que indicam a possibilidade de depósitos de gelo no pólo sul lunar.
A missão da LRO é achar água no satélite, o que poderia ajudar a possibilitar e baratear a construção de bases habitadas. As crateras profundas na superfície lunar são promissoras para encontrar o elemento por serem permanentemente cobertas por sombras (por isso mesmo, também, são invisíveis da Terra), impedindo a evaporação de depósitos de gelo.
De acordo com a Nasa, a missão detectou que a temperatura dentro das crateras chega a -204°C, "mais do que suficiente para armazenar gelo de água ou hidrogênio por bilhões de anos". A agência planeja, no futuro, utilizar tais depósitos para abastecer as bases, que podem separar os elementos e conseguir hidrogênio e oxigênio para foguetes.
Astrônomos descobrem anel gigante em torno de Saturno
quarta-feira, 14 de outubro de 2009, 18:56:00 | noreply@blogger.com (espaço)
O Telescópio Espacial Spitzer detectou um anel gigante e quase invisível em torno de Saturno
Reduzir Normal Aumentar Imprimir Cientistas da Nasa (Agência Espacial americana) descobriram um anel gigante em torno de Saturno, em cujo diâmetro caberiam alinhados 1 bilhão de planetas do tamanho da Terra. Sua parte mais densa fica a cerca de 6 milhões de km de Saturno e se estende por outros 12 milhões de quilômetros, o que o torna o maior anel de Saturno. A altura do halo é 20 vezes maior que o diâmetro do planeta.
"Trata-se de um anel superdimensionado", definiu a astrônoma Anne Verbiscer, da Universidade da Virgínia em Charlottesville e uma das autoras de um artigo sobre a descoberta publicado na revista científica Nature. "Se ele fosse visível a partir da Terra, veríamos o anel com a largura de duas luas cheias, com Saturno no meio", comparou a cientista.
Quase invisível
Verbiscer e seus colegas utilizaram uma câmera de infravermelho a bordo do telescópio espacial Spitzer para fazer uma "leitura" de uma parte do espaço dentro da órbita de Phoebe, uma das luas de Saturno. Segundo a astrônoma, o anel é praticamente invisível por telescópios que utilizam luz, já que é formado por uma fina camada de gelo e por partículas de poeira bastante difusas.
"As partículas estão tão distantes umas das outras que mesmo se você ficasse em pé em cima do anel, não o veria", disse Verbiscer. Os cientistas acreditam que a lua Phoebe é que contribuiu com o material para a formação do anel gigante, ao ser atingida por cometas. A órbita do anel está a 27 graus de inclinação do eixo do principal e mais visível anel de Saturno.
Mistério
Os cientistas acreditam que a descoberta do anel poderá ajudar a desvendar um dos maiores mistérios da astronomia - a lua Iapetus, também de Saturno. A lua foi descoberta pelo astrônomo Giovanni Cassini em 1671, que percebeu que ela tinha um lado claro e outro bastante escuro, como o conhecido símbolo yin-yang.
Segundo a equipe de Verbiscer, o anel gira na mesma direção de Phoebe e na direção oposta a Iapetus e às outras luas e anéis de Saturno.
Com isso, o material do anel colide constantemente com a misteriosa lua, "como uma mosca contra uma janela".
Imagem divulgada pela Nasa registra água na superfície lunar
quarta-feira, 14 de outubro de 2009, 18:55:38 | noreply@blogger.com (espaço)
Os cientistas da Nasa descobriram moléculas de água nas regiões polares da Lua
Reduzir Normal Aumentar Imprimir A Nasa, agência espacial americana, divulgou nesta quinta-feira uma imagem captada pelo Mapeador de Mineralogia Lunar, equipamento americano carregado pela sonda indiana Chandrayann-1, que mostra a forte absorção de água no solo do satélite. Os cientistas da Nasa descobriram moléculas de água nas regiões polares da Lua.
A descoberta foi feita por instrumentos a bordo de três naves separadas que identificaram as moléculas de água em quantidades maiores do que o previsto, mas ainda relativamente pequenas.
A substância hidroxila, uma molécula composta por um átomo de oxigênio e um átomo de hidrogênio, também foi encontrada no solo lunar. Os resultados foram publicados na edição de quinta-feira da revista Science.
Nas imagens da superfície lunar realizadas com infravermelho pelo Mapeador de Mineralogia lunar na sonda Chandrayaan-1, aparece uma cratera muito jovem do lado da Lua que não é visível da Terra.
Parede de gás divide "metrópole estelar" em leste e oeste
quinta-feira, 8 de outubro de 2009, 22:53:23 | noreply@blogger.com (espaço)
A Nasa, agência espacial americana, divulgou nesta terça-feira em seu site a fotografia de uma espécie de "metrópole cósmica" - aglomeração estelar com milhares de corpos celestes - separada em duas regiões por uma enorme parede de gás semelhante a um escudo. A NGC 604 possui formações estelares relativamente calmas no leste e ativas no oeste.
Os cientistas estudaram a aglomeração a partir de uma combinação de imagens captadas pelo Observatório Chandra X-ray e o Telescópio Espacial Hubble. A NGC 604 é dividida em "bairros", onde residem cerca de 200 estrelas jovens e quentes, com grandes quantidades de massa.
Em seu interior, bolhas gigantes de poeira quente e fria foram detectadas emanando raios-X luminosos. Estes raios têm origem nos poderosos ventos gerados na colisão entre as jovens estrelas.
Os pesquisadores também identificaram diferenças nos dois lados da "cidade estelar". No oeste (à dir.), a quantidade de gás quente encontrada nas bolhas corresponde a aproximadamente 4,3 mil vezes a massa do Sol. O valor do brilho e do gás significa que a parte ocidental da NGC 604 é inteiramente alimentada pelos ventos quentes de 200 estrelas massivas, avaliaram os especialistas.
A situação é desigual no lado leste (à esq.), onde os gases contêm 1.750 vezes a massa do Sol e os ventos das estrelas jovens não podem explicar o brilho da emissão de raios-X. Nesta região, as bolhas parecem ser muito mais antigas e provavelmente foram criadas e alimentadas por jovens estrelas e supernovas no passado.
O estudo foi realizado em 16 dias de longas observações por Ralph Tuellmann, do Centro de Astrofísica Harvard Smithsonian.
Legenda em inglês identifica o escudo de gás que separa a NGC 604 em dois lados, leste (esq.) e oeste (dir.)
A rara nebulosa planetária NGC 2818 - formação gerada pelos resquícios da morte de uma estrela, como gases e plasma - é uma das poucas na Via Láctea
quinta-feira, 8 de outubro de 2009, 22:50:18 | noreply@blogger.com (espaço)
A rara nebulosa planetária NGC 2818 - formação gerada pelos resquícios da morte de uma estrela, como gases e plasma - é uma das poucas na Via Láctea situada dentro de uma aglomeração estelar aberta, informou a Nasa, agência espacial americana. Uma imagem da NGC 2818, que vive solitária dentro da aglomeração NGC 2818A, na constelação de Pyxis (a Bússola), ambas a dez mil anos-luz da Terra, foi divulgada nesta quarta-feira no site da Nasa.
Aglomerados estelares, também conhecidos como "metrópoles de estrelas", são formações com milhares de corpos celestes que se mantêm juntos pela ação da gravidade. Podem ser divididos em dois padrões: abertos, com forma irregular, ou globular, cujo formato aparente é esférico.
Segundo a Nasa, geralmente as aglomerações abertas são limitadas e acabam se desintegrando em milhões de anos. Por outro lado, as estrelas que formam as nebulosas planetárias sobrevivem por milhões de anos.
Estes fatores levaram os cientistas a acreditar que é raro um aglomerado aberto sobreviver em tempo de uma nebulosa se formar no seu interior. Ainda mais na antiga NGC 2818A, com cerca de um bilhão de anos.
As nebulosas planetárias desaparecem gradualmente ao longos de dezenas de milhares de anos. Provavelmente, a NGC 2818, que é muito quente, acabará se resfriando como uma estrela anã branca.
A fotografia analisada pelos pesquisadores foi captada em novembro de 2008 pelo telescópio espacial Hubble. As cores na imagem representam uma gama de emissões provenientes das nuvens da nebulosa: nitrogênio (vermelho), hidrogênio (verde) e oxigênio (azul).
Nasa divulga imagem de aglomerado estelar
quinta-feira, 8 de outubro de 2009, 22:46:24 | noreply@blogger.com (espaço)
A Nasa, agência espacial americana, divulgou nesta quinta-feira uma imagem panorâmica de um aglomerado de estrelas gigantes. O aglomerado possui uma variedade colorida com cerca de 100 mil estrelas.
A fotografia foi uma das primeiras captadas pela nova câmera Wide Field Camera 3, instalada no telescópio espacial Hubble na última manutenção realizada pela Nasa.
As aglomerações estelares são formadas por milhares de corpos celestes que se mantêm juntos pela ação da gravidade. Nelas, residem algumas das estrelas mais velhas do universo - provavelmente nasceram antes da Via Láctea - e por isso são mais antigas do que qualquer uma das existentes na nossa galáxia.
O aglomerado possui uma variedade colorida com cerca de 100 mil estrelas
Nasa divulga imagem de intensa nuvem de gás frio
quinta-feira, 8 de outubro de 2009, 22:43:32 | noreply@blogger.com (espaço)
A Nasa, agência espacial americana, divulgou nesta sexta-feira a imagem de uma nuvem de gás frio na Via Láctea onde ocorre uma atividade intensa e inesperada que surpreendeu os cientistas. A foto foi tirada pelo telescópio espacial Herschel, que utilizou seus dois instrumentos científicos para captar cinco cores diferentes de infravermelho - luz que não pode ser vista a olho nú.
A decodificação em infravermelho feita pela sonda espacial mostra o material mais quente (em azul), o mais frio (em vermelho) e o que representa temperaturas intermediárias (em verde). As imagens registram estruturas de material frio em nossa galáxia nunca antes vistas.
Segundo a Nasa, a região escura e fria apresentada na fotografia está na fase inicial de interação do material que a compõe para formar novos lotes de estrelas.
A decodificação em infravermelho feita pela sonda espacial mostra o material mais quente (em azul), o mais frio (em vermelho) e o que representa temperaturas intermediárias (em verde)
Telescópio Hubble registra show de luzes em buraco negro
quinta-feira, 8 de outubro de 2009, 22:29:42 | noreply@blogger.com (espaço)
O telescópio espacial Hubble, da Nasa (agência espacial americana), testemunhou um verdadeiro show de luzes vindo de um buraco negro no centro de uma galáxia.
A explosão de luz veio de uma bolha de matéria chamada HST-1, embutida em um jato de matéria, um poderoso e estreito raio de gás quente produzido por um buraco negro que fica no centro de uma galáxia elíptica e gigantesca, a M87.
O HST-1 é tão brilhante que está ofuscando até o centro brilhante da galáxia M87, cujo buraco negro é um dos maiores já descobertos. A massa de gás brilhante tem dado um espetáculo para astrônomos. Os cientistas observaram o brilho estável do HST-1 por vários anos, até que ele se apagasse. E então o HST-1 se reacendeu e agora os astrônomos afirmam que é difícil prever o que vai acontecer.
O telescópio Hubble está observando esta atividade nos últimos sete anos, fornecendo imagens detalhadas dos eventos. O telescópio dá aos astrônomos uma visão única, próxima do ultravioleta do jato de luz que os telescópios na Terra não conseguem alcançar.
"A visão precisa do Hubble permite definir o HST-1 e separar do buraco negro", afirmou o o astrônomo Juan Madrid, da Universidade McMaster, em Hamilton, no Canadá.
Madrid reuniu sete anos de imagens de arquivo do jato de luz, capturadas pelo Hubble, incluindo as mudanças no comportando do HST-1 durante o tempo. O jato de luz pode fornecer dados sobre a variação de jatos em buracos negros de galáxias distantes, que são difíceis de estudar por estarem tão longe da Terra.
A galáxia M87, por exemplo, está a 54 milhões de anos-luz da Terra, no Grupo de Virgem, uma região próxima no universo, com a maior densidade de galáxias.
"Não esperava que o jato na M87, ou que qualquer outro jato em um buraco negro, aumentasse o brilho da maneira que este jato faz", disse Madrid.
"Ficou 90 vezes mais brilhante que o normal. A questão é: isto ocorre com todos os jatos ou núcleos ativos, ou estamos observando um comportamento incomum da (galáxia) M87?", questionou o astrônomo.
Razões para o brilho
Apesar das muitas observações feitas pelo Hubble e outros telescópios, os astrônomos não tem certeza da causa do brilho.
Uma das explicações mais simples é que o jato atingiu uma linha de poeira ou nuvem de gás e então está brilhando devido à colisão. Outra possibilidade é que as linhas do campo magnético do jato estão espremidas, juntas, o que libera uma grande quantidade de energia.
Este fenômeno é semelhante à maneira como se desenvolvem as explosões solares e é até um mecanismo de criação das auroras na Terra. Agora, o astrônomo Juan Madrid espera que as observações futuras do HST-1 revelem a causa da atividade misteriosa.
"Esperamos que as observações nos forneçam algumas teorias com boas explicações sobre os mecanismos que estão causando os jatos de luz", afirmou.
"Os astrônomos querem saber se esta é uma instabilidade intrínseca ao jato quando abre caminho para fora da galáxia ou se pode ser outra coisa", acrescentou.
Novo tipo de buraco negro tem 500 vezes o tamanho do Sol
quinta-feira, 8 de outubro de 2009, 22:24:45 | noreply@blogger.com (espaço)
Ilustração mostra o HLX-1, que pode ajudar os cientistas a entender as origens dos buracos negros supermassivos
Uma equipe internacional de cientistas descobriu uma nova classe de buracos negros médios, com tamanho 500 vezes superior ao do Sol. O novo tipo, batizado de HLX-1 (Hyper Luminous X-Ray source 1) fica em uma galáxia situada a 290 milhões de anos-luz da Terra e foi detectado pelo Observatório Newton X-ray, da ESA, agência espacial europeia. As informações são do jornal espanhol El Mundo.
Os responsáveis pelo estudo, do Centro de Estudos Espaciais des Rayonnements de Toulouse, na França, disseram que o achado indica um importante avanço para entender as origens dos buracos negros supermassivos que se encontram no centro da Via Láctea, onde fica a Terra, e em outras galáxias.
Apesar da comunidade internacional ter dúvidas sobre a existência de uma categoria com tamanho intermediário, os responsáveis pela investigação acreditam que esta prova seja a mais concreta encontrada até agora. O estudo foi publicado na última edição da revista científica Nature.
Até o momento, as duas categorias de buracos negros reconhecidas eram a de supermassivos - com tamanho de vários milhões ou bilhões de vezes superior ao do Sol -, ou de massa estelar - com tamanho semelhante ao de uma estrela.
"Está amplamente aceita a teoria de que os buracos negros de massa estelar se formam a partir de grandes estrelas agonizantes, mas ainda desconhecemos como se formam os supermassaivos", explicou Sean Farrel, pesquisador da Universidade de Leicester e um dos autores da pesquisa. Segundo ele, "uma teoria é que podem ser formados por certo número de buracos negros intermediários, mas antes é preciso provar sua existência".
Nasa divulga imagem de labirinto negro em Marte
quinta-feira, 8 de outubro de 2009, 22:14:27 | noreply@blogger.com (espaço)
Imagem do Labyrinthus Noctis (Labirinto da Noite), região de Marte composta por cânions e vales com paredões íngremes, foi captada pela Mars Reconnaissance Orbiter
A Nasa, agência espacial americana, divulgou nesta quinta-feira uma imagem de Labyrinthus Noctis (Labirinto da Noite, na tradução livre), uma região de Marte composta por cânions e vales com paredões íngremes. A fotografia foi captada pela câmera de alta resolução Imaging Science Experiment (Hirise) da sonda espacial Mars Reconnaissance Orbiter.
Para os cientistas, a zona é considerada notável pelo formato em labirinto que se estende abaixo da superfície em grande profundidade. Em algumas partes da formação, a terra é mais dura devido a deslizamentos de terras e há regiões onde o solo parece ter afundado.
Os pesquisadores acreditam que o Labyrinthus Noctis tenha sido formado pela atividade vulcânia na região de Tharsis, situada no equador do planeta vermelho.
Para encontrar água, Nasa vai bombardear a Lua
quinta-feira, 8 de outubro de 2009, 22:07:54 | noreply@blogger.com (espaço)
A missão da sonda LCROSS (Lunar Crater Observation and Sensing Satellite) na Lua pretende encontrar água na região do polo sul, na face oculta do satélite
A sonda Lcross (Lunar Crater Observation and Sensing Satellite) da Nasa lançará nesta sexta-feira um foguete sobre a cratera Cabeus A, que se encontra na região do polo sul, na face oculta da Lua. A missão tem como objetivo provocar um impacto que levante uma nuvem de pó e rochas sobre a cratera.
A missão é composta de dois módulos que serão separados algumas horas antes do impacto. Um deles é o Centauro, o segundo estágio do foguete Atlas-5 que levou a missão ao espaço, e o outro é a sonda de sensoriamento LCROSS, responsável pela análise dos dados. O primeiro a se chocar contra a Lua será o Centauro. Esse choque provocará uma explosão que levantará uma nuvem de material lunar. Quatro minutos depois, após penetrar na nuvem de fragmentos e estudá-la, é a vez da sonda LCROSS ser lançada contra a superfície do satélite da Terra.
Enquanto estiver em meio à nuvem, a LCROSS analisará a composição de seus materiais e, especialmente, a possível presença de moléculas de água. Será o último ato da sonda após uma viagem de quase nove milhões de quilômetros pelo espaço, que incluiu várias voltas na órbita da Terra e da Lua.
Segundo a Nasa, a cratera Cabeus A foi escolhida por ser considerada ponto "ótimo" para determinar se existe água em regiões próximas ao polo austral do satélite natural da Terra. "A escolha de Cabeus A foi resultado de um ativo debate dentro de nossa comunidade científica, o qual incluiu os últimos dados de observações realizadas desde a Terra e de outras missões lunares, incluindo a do Lunar Reconnaissance Orbiter (LRO)", disse Anthony Colaprete, cientista da equipe da Lcross.
"A equipe está ansiosa para ver os impactos e analisar a riqueza de informação que esta singular missão produzirá", acrescentou. Mas os impactos do foguete e da sonda sobre a Lua não serão observados somente pelos cientistas encarregados da missão.
A nuvem será analisada também por telescópios de todo o mundo, incluindo os do Havaí, os do Novo México e Arizona, assim como o telescópio espacial Hubble e o orbitador lunar LRO. "Estas observações múltiplas complementarão os dados da LCROSS e ajudarão a determinar se existe ou não água em forma de gelo na cratera Cabeus A", disse Jennifer Heldmann, no Laboratório Ames de Pesquisas da Nasa, na Califórnia.
Segundo informações de agências internacionais, para visualizar o impacto e a poeira será necessário um telescópio de médio porte. O choque ocorrerá por volta das 08h30 (horário de Brasília) não sendo visível do Brasil.
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sábado, 5 de março de 2011
FISICA QUÂNTICA
As ciências físicas podem, de forma simplificada, serem subdivididas em sete disciplinas: Mecânica (estática, cinemática e dinâmica) – Acústica – Ótica eletricidade – Termologia – Geofísica – Física Atômica e Nuclear.
A física atômica e nuclear foram as precursoras da física quântica. A física atômica estuda os fenômenos associados ao átomo, enquanto física nuclear se detém especificamente, nos fenômenos associados ao núcleo do átomo. Utiliza-se também, a denominação microfísica para designar este importante ramo das ciências físicas, que vem revolucionando os conceitos clássicos do conhecimento científico. As descobertas de Einstein com a conseqüente Teoria da Relatividade, passaram a demonstrar não mais um universo físico, mas um universo energético.
Os fenômenos da física nuclear, desde a transformação da matéria em energia, aos demais fenômenos decorrentes, exigiram o aparecimento de novas concepções físicas. Surgiu, então, a mecânica quântica, que tem por finalidade investigar a dualidade onda/corpúsculo ou matéria/energia.
Tornou-se evidente, para as ciências físicas, que determinados fenômenos ocorrem pelo fato da matéria em determinados momentos se expressar como onda e em outros como corpúsculos; ora é energia ora é matéria densa. Assim a natureza ondulatória da luz explicaria a propagação das ondas de raio-x, enquanto que natureza corpuscular desta mesma luz explicaria os fenômenos do efeito fotoelétrico.
A física tradicional teve em Isaac Newton sua base fundamental. O paradigma mecanicista, que de forma popular foi representado pela queda da maça da árvore, observada e estudada por Newton, levando-o a enunciar a Lei da Gravidade, abriu as portas para o desenvolvimento das ciências físicas.
Quanta é uma palavra latina, plural de “quantum”. Os “quanta” são pacotes de energia associados a radiações eletromagnéticas. Max Planck, prêmio Nobel de física em 1918, descobriu que a emissão da radiação é feita por pequenos blocos ou “pacotes” de energia descontínuos.
A descontinuidade de emissão das irradiações rompeu, com o determinismo matemático e absoluto da física clássica. Surgiu, então, o determinismo das probabilidades estatísticas.
Cinco anos depois, em 1905, Albert Einstein enuncia a Teoria da Relatividade, cujo resultado foi a destronização do pensamento mecanicista positivista (materialista) e a introdução de novas concepções que, em muitos aspectos, aproximam-se da metafísica e da visão espiritualista.
Em função das descobertas de Max Planck e, sobretudo, a partir da Teoria da Relatividade, o universo em que vivemos deixa de ser tridimensional (comprimento, largura e altura), passando a apresentar outras possibilidades de dimensões, não detectadas pelos sentidos físicos, bem como outras possibilidades de concepção de tempo.
Quando falamos em uma linha reta, podemos representá-la por um traço, ou seja, uma sucessão de pontos sobre uma superfície plana. Mas na realidade, o traço, por mais fino que seja, nunca será apenas uma linha, pois terá mais de uma dimensão, a largura do traço, por exemplo.
Entretanto, nós não lembramos desta realidade, representamos a reta como uma linha, ignorando a outra dimensão que é a sua largura.
O fato de ignorarmos a largura de uma reta, não torna menos real a sua existência. Assim, também, representamos uma linha reta como uma sucessão de pontos, que compõem a mesma. Os pontos estariam situados rigorosamente em uma única direção. Podemos conceber, contudo, que a linha não goze desta propriedade. É possível imaginar uma linha onde seus pontos mudem de direção imperceptivelmente. O espaço linear seria então encurvado e, do encurvamento da linha unidimensional (comprimento), surge o plano bidimensional (comprimento e largura) . A idéia de um arame fino retorcido dá-nos a imagem de como se obtém a segunda dimensão, a partir do encurvamento da primeira.
Da mesma forma, um plano bidimensional constituído de comprimento e largura, que representaríamos por uma face polida de uma lâmina de metal, igualmente pode ser encurvado. Ao efetuarmos o encurvamento, obrigaremos a superfície a ocupar um espaço de três dimensões. Surge assim o espaço tridimensional físico em que vivemos: comprimento, largura e altura.
Da mesma forma, como é possível encurvar a linha e o plano, os físicos admitem ser viável, encurvar o espaço tridimensional onde vivemos. Afinal seria o nosso espaço físico uma exceção? Ou, o limite do universo?
Por que estaria isento de curvatura? Em outras palavras, estaríamos no limite dimensional da série de espaços reais possíveis? Em função disto, pesquisadores admitem não só existir a quarta dimensão, na “n” dimensões, ou infinitas dimensões no Universo.
A compreensão de seres quadridimensionais só poderá estabelecer-se, através de uma analogia. Podemos ter uma ideia aproximada, de como seriam os objetos ou seres num mundo imaginário de quatro dimensões. Comparando as propriedades dos objetos de duas dimensões, com os de três dimensões.
Façamos um exercício: Suponhamos a existência de seres pensantes, habitantes de um mundo plano (bidimensiona); tanto os referidos “planianos” quanto o seu “mundo superficial” teriam duas dimensões, comprimento e largura, e viveriam como nossa sombra junto ao solo.
Um “planiano” jamais poderiam suspeitar, à simples vista de seu contorno, que fosse possível a existência de seres reais, como nós, que possuem três dimensões.
Assim como já vivemos, em época na qual se imaginava ser a terra um orbe plano e, depois se descobriu ser ela arredondada, analogamente, até a Teoria da Relatividade, afirmava-se que o espaço físico era isento de curvaturas. Considera-se atualmente, a possibilidade do espaço ser encurvado, formando imensa figura cósmica tetradimensional.
Admite-se, de conformidade com a física moderna, a possibilidade de espaços paralelos e universos paralelos. Por que não, a existência de seres vivendo paralelamente ao nosso mundo?
Einstein admite o encurvamento do “continuum espaço-tempo”. Sua teoria vem sendo desenvolvida, gradativamente pelos físicos da novíssima geração, que consideram ser possível chegar aos componentes últimos da matéria, através da micro-curvaturas do espaço-tempo. O conjunto de conhecimentos acerca da lei da gravidade, desenvolvido nos moldes da Teoria de Einstein, gerou a Geometrodinâmica Quântica. Através desta nova disciplina científica, a física quântica s e refere aos mini-buracos negros e aos mini-buracos brancos onde um objeto ou pode surgir ou desaparecer do “continuum espaço-tempo”.
A realidade fundamental das nossas dimensões, conforme este modelo, é figurada como “um tapete de espuma, espalhada sobre uma superfície ligeiramente ondulada, onde as constantes mudanças microcósmicas na espuma equivalem às flutuações quânticas.
As bolhas de espuma, conforme se refere John Wheeler na obra “superspace and quantum Geometrodynamics, pag. 264, são formadas pelos mini-buracos negros e mini-buracos brancos, os quais surgem e desaparecem, como bolhas de espuma de sabão, na geometria do “continuum espaço-tempo”. Os mencionados mini-buracos negros e buracos-brancos seriam, portanto, portas para outras dimensões do universo.
Através os mesmos, seres aparecem ou desaparecem, passando a não mais existir em uma dimensão e existindo em outra dimensão do universo. Os mini-buracos brancos e negros são, para os físicos, formados por luz auto-capturada gravitacionalmente. Embora nos pareça difícil compreender estas elucubrações da física quântica, a partir delas os cientista estão começando a introduzir um novo conceito, o da consciência pura; não como uma entidade psicológica, mas sim como uma realidade física.
Ao considerar a existência de uma consciência, na visão do universo segundo o modelo que criaram, aproximam-se das questões espirituais.
Diversos físicos modernos passaram, no momento atual, a se interessar por conhecimentos esotéricos e filosofias orientais. Consideram eles ser surpreende a semelhança de conceitos filosóficos da sabedoria milenar do oriente, com as conclusões da física quântica.
A nova física está chegando a conclusão, de que existem outras vias de acesso de conhecimento, além dos métodos da atual ciência. Há evidências de que nossa mente, em certas circunstâncias, consegue despreender-se das amarras do corpo biológico e sair por ai, em um corpo não desta dimensão, mas tão real quanto o nosso, o corpo astral.
Nesse novo estado, há possibilidade da consciência individual integrar-se com a consciência cósmica e aprender diretamente certas verdades, certos conhecimentos que podem também ser adquiridos normalmente, mas somente após exaustivos processos experimentais e racionais usados pela ciência.
Dr. Fritjof Capra, em física teórica das altas-energias, no laboratório da Berlkeley, e conferencista da Universidade da Califórnia em Berkeley USA, escreveu os livros “O TAO DA FÍSICA”, “O PONTO DE MUTAÇÃO” e ‘SABEDORIA INCOMUM”. Nestas obras, o eminente físico traça um paralelo importante entre a sabedoria oriental e a moderna física. Ele admite que a exploração do mundo subatômico revelou, uma limitação das idéias clássicas da ciência. Considera, aprofundando suas reflexões a este respeito, ser o momento da revisão de seus conceitos básicos. A antiga visão mecanicista já cumpriu sua função e deve ceder lugar a novos conceitos de matéria, espaço, tempo e causalidade.
Fritjof Capra indica como um dos melhores modelos da realidade. Aquele é chamado de “bootstrap” pelo físicos. Traduzindo em termos compreensíveis nós, equivale dizer, que a existência de cada objeto , seja um átomo ou uma partícula, que está na rigorosa dependência da existência de todos os demais objetos do universo. Qualquer um deles jamais poderia ter realidade própria, e todos os objetos não existissem. Há uma identificação com os princípios holísticos nesta assertiva.
O modelo proposto pelos físicos resulta do fato dos mesmos, assim como os meditadores do oriente, terem chegado à mesma conclusão: a matéria em sua constituição básica é simplesmente uma ilusão, ou MAYA, como dizem os budistas. A aparente substancialidade da matéria decorre do movimento relativo criador d e formas.
Se a matéria é uma ilusão, certamente há de existir algo que seja transcendente a esta matéria e seja mais real que a ilusão.....
A física atômica e nuclear foram as precursoras da física quântica. A física atômica estuda os fenômenos associados ao átomo, enquanto física nuclear se detém especificamente, nos fenômenos associados ao núcleo do átomo. Utiliza-se também, a denominação microfísica para designar este importante ramo das ciências físicas, que vem revolucionando os conceitos clássicos do conhecimento científico. As descobertas de Einstein com a conseqüente Teoria da Relatividade, passaram a demonstrar não mais um universo físico, mas um universo energético.
Os fenômenos da física nuclear, desde a transformação da matéria em energia, aos demais fenômenos decorrentes, exigiram o aparecimento de novas concepções físicas. Surgiu, então, a mecânica quântica, que tem por finalidade investigar a dualidade onda/corpúsculo ou matéria/energia.
Tornou-se evidente, para as ciências físicas, que determinados fenômenos ocorrem pelo fato da matéria em determinados momentos se expressar como onda e em outros como corpúsculos; ora é energia ora é matéria densa. Assim a natureza ondulatória da luz explicaria a propagação das ondas de raio-x, enquanto que natureza corpuscular desta mesma luz explicaria os fenômenos do efeito fotoelétrico.
A física tradicional teve em Isaac Newton sua base fundamental. O paradigma mecanicista, que de forma popular foi representado pela queda da maça da árvore, observada e estudada por Newton, levando-o a enunciar a Lei da Gravidade, abriu as portas para o desenvolvimento das ciências físicas.
Quanta é uma palavra latina, plural de “quantum”. Os “quanta” são pacotes de energia associados a radiações eletromagnéticas. Max Planck, prêmio Nobel de física em 1918, descobriu que a emissão da radiação é feita por pequenos blocos ou “pacotes” de energia descontínuos.
A descontinuidade de emissão das irradiações rompeu, com o determinismo matemático e absoluto da física clássica. Surgiu, então, o determinismo das probabilidades estatísticas.
Cinco anos depois, em 1905, Albert Einstein enuncia a Teoria da Relatividade, cujo resultado foi a destronização do pensamento mecanicista positivista (materialista) e a introdução de novas concepções que, em muitos aspectos, aproximam-se da metafísica e da visão espiritualista.
Em função das descobertas de Max Planck e, sobretudo, a partir da Teoria da Relatividade, o universo em que vivemos deixa de ser tridimensional (comprimento, largura e altura), passando a apresentar outras possibilidades de dimensões, não detectadas pelos sentidos físicos, bem como outras possibilidades de concepção de tempo.
Quando falamos em uma linha reta, podemos representá-la por um traço, ou seja, uma sucessão de pontos sobre uma superfície plana. Mas na realidade, o traço, por mais fino que seja, nunca será apenas uma linha, pois terá mais de uma dimensão, a largura do traço, por exemplo.
Entretanto, nós não lembramos desta realidade, representamos a reta como uma linha, ignorando a outra dimensão que é a sua largura.
O fato de ignorarmos a largura de uma reta, não torna menos real a sua existência. Assim, também, representamos uma linha reta como uma sucessão de pontos, que compõem a mesma. Os pontos estariam situados rigorosamente em uma única direção. Podemos conceber, contudo, que a linha não goze desta propriedade. É possível imaginar uma linha onde seus pontos mudem de direção imperceptivelmente. O espaço linear seria então encurvado e, do encurvamento da linha unidimensional (comprimento), surge o plano bidimensional (comprimento e largura) . A idéia de um arame fino retorcido dá-nos a imagem de como se obtém a segunda dimensão, a partir do encurvamento da primeira.
Da mesma forma, um plano bidimensional constituído de comprimento e largura, que representaríamos por uma face polida de uma lâmina de metal, igualmente pode ser encurvado. Ao efetuarmos o encurvamento, obrigaremos a superfície a ocupar um espaço de três dimensões. Surge assim o espaço tridimensional físico em que vivemos: comprimento, largura e altura.
Da mesma forma, como é possível encurvar a linha e o plano, os físicos admitem ser viável, encurvar o espaço tridimensional onde vivemos. Afinal seria o nosso espaço físico uma exceção? Ou, o limite do universo?
Por que estaria isento de curvatura? Em outras palavras, estaríamos no limite dimensional da série de espaços reais possíveis? Em função disto, pesquisadores admitem não só existir a quarta dimensão, na “n” dimensões, ou infinitas dimensões no Universo.
A compreensão de seres quadridimensionais só poderá estabelecer-se, através de uma analogia. Podemos ter uma ideia aproximada, de como seriam os objetos ou seres num mundo imaginário de quatro dimensões. Comparando as propriedades dos objetos de duas dimensões, com os de três dimensões.
Façamos um exercício: Suponhamos a existência de seres pensantes, habitantes de um mundo plano (bidimensiona); tanto os referidos “planianos” quanto o seu “mundo superficial” teriam duas dimensões, comprimento e largura, e viveriam como nossa sombra junto ao solo.
Um “planiano” jamais poderiam suspeitar, à simples vista de seu contorno, que fosse possível a existência de seres reais, como nós, que possuem três dimensões.
Assim como já vivemos, em época na qual se imaginava ser a terra um orbe plano e, depois se descobriu ser ela arredondada, analogamente, até a Teoria da Relatividade, afirmava-se que o espaço físico era isento de curvaturas. Considera-se atualmente, a possibilidade do espaço ser encurvado, formando imensa figura cósmica tetradimensional.
Admite-se, de conformidade com a física moderna, a possibilidade de espaços paralelos e universos paralelos. Por que não, a existência de seres vivendo paralelamente ao nosso mundo?
Einstein admite o encurvamento do “continuum espaço-tempo”. Sua teoria vem sendo desenvolvida, gradativamente pelos físicos da novíssima geração, que consideram ser possível chegar aos componentes últimos da matéria, através da micro-curvaturas do espaço-tempo. O conjunto de conhecimentos acerca da lei da gravidade, desenvolvido nos moldes da Teoria de Einstein, gerou a Geometrodinâmica Quântica. Através desta nova disciplina científica, a física quântica s e refere aos mini-buracos negros e aos mini-buracos brancos onde um objeto ou pode surgir ou desaparecer do “continuum espaço-tempo”.
A realidade fundamental das nossas dimensões, conforme este modelo, é figurada como “um tapete de espuma, espalhada sobre uma superfície ligeiramente ondulada, onde as constantes mudanças microcósmicas na espuma equivalem às flutuações quânticas.
As bolhas de espuma, conforme se refere John Wheeler na obra “superspace and quantum Geometrodynamics, pag. 264, são formadas pelos mini-buracos negros e mini-buracos brancos, os quais surgem e desaparecem, como bolhas de espuma de sabão, na geometria do “continuum espaço-tempo”. Os mencionados mini-buracos negros e buracos-brancos seriam, portanto, portas para outras dimensões do universo.
Através os mesmos, seres aparecem ou desaparecem, passando a não mais existir em uma dimensão e existindo em outra dimensão do universo. Os mini-buracos brancos e negros são, para os físicos, formados por luz auto-capturada gravitacionalmente. Embora nos pareça difícil compreender estas elucubrações da física quântica, a partir delas os cientista estão começando a introduzir um novo conceito, o da consciência pura; não como uma entidade psicológica, mas sim como uma realidade física.
Ao considerar a existência de uma consciência, na visão do universo segundo o modelo que criaram, aproximam-se das questões espirituais.
Diversos físicos modernos passaram, no momento atual, a se interessar por conhecimentos esotéricos e filosofias orientais. Consideram eles ser surpreende a semelhança de conceitos filosóficos da sabedoria milenar do oriente, com as conclusões da física quântica.
A nova física está chegando a conclusão, de que existem outras vias de acesso de conhecimento, além dos métodos da atual ciência. Há evidências de que nossa mente, em certas circunstâncias, consegue despreender-se das amarras do corpo biológico e sair por ai, em um corpo não desta dimensão, mas tão real quanto o nosso, o corpo astral.
Nesse novo estado, há possibilidade da consciência individual integrar-se com a consciência cósmica e aprender diretamente certas verdades, certos conhecimentos que podem também ser adquiridos normalmente, mas somente após exaustivos processos experimentais e racionais usados pela ciência.
Dr. Fritjof Capra, em física teórica das altas-energias, no laboratório da Berlkeley, e conferencista da Universidade da Califórnia em Berkeley USA, escreveu os livros “O TAO DA FÍSICA”, “O PONTO DE MUTAÇÃO” e ‘SABEDORIA INCOMUM”. Nestas obras, o eminente físico traça um paralelo importante entre a sabedoria oriental e a moderna física. Ele admite que a exploração do mundo subatômico revelou, uma limitação das idéias clássicas da ciência. Considera, aprofundando suas reflexões a este respeito, ser o momento da revisão de seus conceitos básicos. A antiga visão mecanicista já cumpriu sua função e deve ceder lugar a novos conceitos de matéria, espaço, tempo e causalidade.
Fritjof Capra indica como um dos melhores modelos da realidade. Aquele é chamado de “bootstrap” pelo físicos. Traduzindo em termos compreensíveis nós, equivale dizer, que a existência de cada objeto , seja um átomo ou uma partícula, que está na rigorosa dependência da existência de todos os demais objetos do universo. Qualquer um deles jamais poderia ter realidade própria, e todos os objetos não existissem. Há uma identificação com os princípios holísticos nesta assertiva.
O modelo proposto pelos físicos resulta do fato dos mesmos, assim como os meditadores do oriente, terem chegado à mesma conclusão: a matéria em sua constituição básica é simplesmente uma ilusão, ou MAYA, como dizem os budistas. A aparente substancialidade da matéria decorre do movimento relativo criador d e formas.
Se a matéria é uma ilusão, certamente há de existir algo que seja transcendente a esta matéria e seja mais real que a ilusão.....
terça-feira, 1 de março de 2011
NOITE ESCURA DA ALMA - NEA
Os nossos quatro corpos podem passar pela "Noite Escura da Alma" - NEA (emocional, físico, mental, espiritual). Eu já tive alguns desafios de passar por essas duras passagens, e, através da fé e esperança, ao final, obter o crescimento necessário para seguir a jornada e me tornar um ser melhor.
A NEA acontece quando passamos pela escuridão, nos sentimos sem saída, e parece que nosso mundo desabou. Sentimos a perda de nossa conexão com o Criador e com o Universo. Nos sentimos sós, abandonados, ninguém pode nos compreender, sentimos medo da vida e da morte. Sentimos incertezas, conflitos, preocupações, perdas.
Jamie Sams, diz que os nativos norte-americanos consideram a NEA, como um rito de passagem, que pode fortalecer a natureza guerreira que é parte de nosso espírito. Todos nós temos essa coragem, e conquistamos a vitória sobre a NEA, simplesmente por haver sobrevivido a ela. Esse duro rito de passagem, nos torna bravos e corajosos e nos leva à nossa essência espiritual. No desenrolar de nossa existência, somos envolvidos de tal forma pelas atividades do dia-a-dia, pelos nossos costumes, pensamentos, crenças, que podemos não perceber os sinais que o Universo nos manda, informando a necessidade de mudança em nossas vidas. A NEA pode chegar nos quatro corpos, porém todos estão profundamente interligados uns aos outros. Um afeta o outro.
Se agirmos à partir de nossa natureza guerreira, enfrentando o que está diante de nós, em vez de nos fecharmos nos momentos difíceis, não precisaremos repetir as duras lições quando somos obrigados a encarar questões desagradáveis. Só então começamos a compreender a força oculta de nosso poder de cura pessoal.
É uma passagem em que a nossa alma faz pela escuridão. O caos, o desespero, a aflição, os medos existenciais, nos forçam a mudar nossa vida dramaticamente. Nesse período passamos por uma reavaliação de nossos hábitos, costumes e crenças. Pode haver um sentimento de abandono por nossos guias espirituais, parece que não temos mais escapatória, nos sentimos condenados, punidos, muitas vezes até injustiçados. Não entendemos porque o fato está acontecendo justamente conosco. Pode-se até perder a fé. O cenário mostra-se caótico, nos sentimos perdidos, confusos, sozinhos e incompreendidos.
Quando aceitamos esse momento difícil, essa dura lição, esse remédio amargo, enfrentamos a situação, e conseguimos transformá-la com fé no Criador, acessamos nosso poder de cura. Ao contrário, se não nos responsabilizarmos pelas mudanças, a NEA vai e volta podendo trazer mais dores. Tudo depende da nossa atitude.
Aqueles que já passaram positivamente pela NEA, tiveram que trabalhar a coragem, desenvolveram a resistência, encontraram uma força que desconheciam e, fundamentalmente, aprenderam mais sobre si mesmos, compreenderam seus defeitos, e tornaram-se seres humanos melhores.
A NEA pode ser desencadeada por várias situações da vida. Doenças, traições, abandonos, perdas, acidentes e outros fatores. Pode levar meses, anos, para se resolver e cicatrizar as feridas. Ela pode nos aproximar mais das pessoas queridas, que nos oferecem apoio e evocam nossa fé na vida. Aqueles que passam por ela desenvolvem um poder pessoal, coragem e força interior.
Ela nos mostra que a saúde não tem garantias, que quando adoecemos é porque infringimos nossa própria natureza, não respeitamos as leis da saúde. Acidentes podem fazer as pessoas terem mais determinação, mais força de viver, como resultado dos esforços de superação. Ela pode ensinar a ajudar mais o próximo, a sermos mais pacientes e tolerantes.
Atravessar a NEA, implica também em aceitar o fato de que não é tudo o que acontece em nossas vidas que entendemos. Existe um "Grande Mistério". Evoca a nossa coragem e a compreensão de que existe um Poder Superior, que interfere e molda a nossa realidade, um Plano Divino. E, se não nos sentirmos vítimas, nem culparmos outras pessoas, a nossa vida muda de perspectiva, e adquirimos mais fé e confiança, descobrindo novas alternativas para a situação.
A escolha de seguir no caminho da fé, para atravessar a NEA, através da oração ou meditação, é uma das formas mais positivas. A atitude de gratidão ao Universo e à vida, quando estamos em NEA, projeta-se para todo o resto, nos dando a proteção para a atravessarmos. Essa atitude é de confiar no amanhã, e que cresceremos quando passarmos pela noite escura da alma.
Quando vocês mentalizarem alguém que está em NEA, não a visualizem com os problemas e na escuridão, e sim na luz radiante da cura e da transformação.
Determinados desafios têm o potencial de iniciar uma pessoa em um nível novo da experiência. Veja abaixo, o artigo de Nicholas Schmidt:
Você não pode encontrar a luz, a menos que incorpore a escuridão.
"Noite escura da alma", a crise espiritual, a loucura espiritual, a emergência espiritual, a loucura divina, estas são várias frases que foram usadas para descrever uma experiência original - um teste profundo da fé e da resistência espiritual que parece ser uma parte necessária de andar o trajeto "de volta para casa."
Hoje, muitas pessoas neste planeta estão procurando por um significado e por uma finalidade mais profundos de vida. Esforçar-se para a sobrevivência e a felicidade no mundo material apenas não parece satisfazer mais ao potencial humano. Cada vez mais, nós estamos tornando-nos frustrados com as rotinas da vida diária, seja com carreiras, nossas vidas pessoais ou nossos relacionamentos com as pessoas.
No nosso interior profundo, percebemos que nossa fome pelos confortos materiais e prazeres da vida deixam, eventualmente, um sentimento vazio e incompleto. Nós começamos então a suspeitar que a paz e a felicidade duráveis são uma coisa "interna". Em conseqüência, muitos de nós olhamos os reinos espirituais com um sentido maior. Nesse processo, nós encontramo-nos a perguntar "Quem sou eu ? O que faço aqui? Qual é a minha finalidade real neste planeta?" Se nós estivermos prontos, estas perguntas despertam um anseio profundo, inspiram-nos a procurar respostas. Uma crise séria da vida pode ter o mesmo efeito.
Nossa busca da verdade, leva a uma consciência espiritual mais importante, procurar quem nós somos realmente. Esta introspecção nova pode ser a experiência mais profunda de nossa vida, seguida do êxtase, da alegria e iluminação, que é difícil descrever àqueles que ainda não alcançaram este ponto. Depois que esta experiência, ou deslocamento na consciência, ocorrem, nós começamos a olhar as maneiras velhas e a opinião falsa da vida com menos interesse. É quando nossa reconexão com o divino se torna desobstruída, e se sente mais natural. A maneira velha simplesmente não nos interessa mais.
Em algum lugar, ao longo da viagem de recordar quem nós somos realmente, podemos encontrar-nos em um espaço muito incômodo, num vácuo, onde não deixamos nossa opinião velha, e na outra mão, nós temos um plug nas novas verdades que descobrimos. Este "lugar inábil da mente" pode trazer uma crise interna de incerteza, de instabilidade, de confusão, de frustração, e de um desespero, enquanto "a noite escura" se ajusta internamente e faz seu filtro.
É irônico que, junto com o êxtase de recordar nossa conexão divina, pode haver sentimentos de intensa depressão, de loucura, de decepção. Vêm então a espera, e a ânsia de querer saber quando "a noite escura" terminará para sempre. Finalmente, nos sentimos com a perda de controle sobre nossas vidas e, o mais importante, que Deus(a) nos abandonou verdadeiramente.
Muitos buscadores na estrada para um nível de consciência mais elevado passarão a "noite escura da alma", até que experimentem a alegria de sua natureza verdadeira. Muitos buscadores incentivariam a experiência da NEA se soubessem o que é, entretanto, essa "noite escura" parece trazer um sofrimento interminável. Certamente, a "noite escura" ocorre geralmente como uma iniciação, antes que um destes buscadores especiais esteja comprometido no relacionamento regular com níveis de consciência mais elevado. É uma ausência longa e profunda da luz e da esperança. Na "noite escura", você se sente profundamente sozinho. Devido à causa da experiência, a pessoa sentirá sempre a compaixão profunda por aqueles que atravessam uma noite similar. Ela é colocada em confronto entre a sua velha maneira de agir e as possibilidades novas. Seu sentido de alienação se intensifica. A pessoa sente que faria qualquer coisa para sair desse estado. Contudo, é somente o ego que a está mantendo nele, e não sabe o que fazer, para onde fugir. Seus amigos vêm para lhe dar apoio, mas você fica ciente de que eles não são capazes de sentir ou saber o que você está atravessando. A pessoa começa a levar a "noite escura" a sério, quando sente-se encalhada completamente, não acha sua espiritualidade. Sente-se separada de todos. Sozinha, e não desejando mais existir, torna-se incapaz mesmo de expressar-se aos outros, e incorpora a intensidade da "noite escura".
A pessoa olha seus livros para ver se acha algo que o alente, faz pesquisas, contudo não é um livro, um pensamento, que vai profundo bastante, onde a aflição habita. Olha suas possessões, seu dinheiro vê que nenhuma coisa material pôde ajudar-lhe. Nada, ninguém, no mundo exterior permitiu-o de sair desta noite escura. Em sua solidão, observa que nenhum de seus pensamentos provou ser adequado ao seu sofrimento. Nada aparece para facilitar ou remover sua agonia. Nada parece eficiente. Não há nada para ser feito. Não há nada para pensar, sentir, fazer, nenhum lugar para ir. Parece que tem que aceitar esta derrota, ou persistir em esforçar-se, e enxergar outras opções. Então, aceita seu estado. Como começou neste lugar? Isso é insignificante. Sentimentos de lado, espera.
Então, um dia acontece. Uma presença inteira vem em seu quarto doce, macia. Sua mente é enchida com a luz brilhante. Seu coração com paz. Esta paz move-se através de seu corpo como a fria água da montanha. Flui em sua espinha, cérebro, pele. Em toda parte. Também esta presença, este conforto, alguns dias mais tarde, torna-se o fogo da alegria. Começa, com nada mais fazer, seu ego cai e fica afastado! Seu sentido ignorante, arrogante, temível, do self, cai ao lado da pessoa. Ela está na luz, um novo ser, transformado.
Acredite ou não, isso é o que a noite escura é: transformação. O ego, o sentido limitado do self, o complexo inadequado das idéias sobre quem você é, teve que ser dissolvido. Você começa a ver, através de uma consciência mais elevada e de sua natureza verdadeira. Seu sofrimento foi intensificado por causa de uma impressão principal. Foi forçado a pensar demasiadamente em si mesmo, colheu respostas do mundo, aprendeu mais sobre si mesmo.
O próprio sentido do ego o leva a esse estado, devido ao sofrimento ou às suas limitações na vida. Ele quer ter mais poder sobre circunstâncias, e uma vida mais agradável, e torna-se assim, freqüentemente, motivado para procurar uma consciência mais elevada e uma habilidade maior para dominar a vida. Porém, na época da "noite escura", o ego é o obstáculo principal; é a obstrução da luz na consciência. Está entre você e sua plenitude. A duração da "noite escura" é baseada na truculência do ego. Pode-se lutar uma batalha muito longa se você temer que está sendo destruído, ou abrir para algo muito maior do que se conhece, para o Ser, em essência.
Incrivelmente, o ego quer estar dentro no ato da iluminação. O ego quer trazer uma consciência mais elevada por seus próprios meios dramáticos. Finalmente o ego encontrou algo que não pode fazer e, na "noite escura da alma", torna-se totalmente inadequado. Então aí, o sentido de vida longa do ego morre impotente. Cumprindo sua parte, agora fraco, é dissolvido e transmutado. Um sentido mais elevado que o despertar traz para dentro do ser, coloca para fora o falso sentido do self. A pessoa se vê diferente do que pensava que era. O ego experimentava meramente alguns dos atributos e qualidades de sua natureza verdadeira, enquanto, ao mesmo tempo, obstruía a outra.
A passagem com sucesso pela "noite escura", incorpora os reinos de uma consciência mais elevada. Você é curado da doença, da ignorância de sua natureza verdadeira e de sua opinião inadequada de quem você é. Agora cessa seu conflito interno, e você penetra serenamente em sua natureza verdadeira. A noite acaba. O alvorecer de uma vida nova, em uma consciência mais elevada, transforma a vida desolada do passado numa natureza celestial.
Daí em diante, você vai viver uma vida nova, e sustentar sua natureza verdadeira. Agora suas palavras e ações alinham-se com seu self verdadeiro. Agora você expressa inspiração e conforto.
A "noite escura da alma", então, é uma benção disfarçada porque acaba com ilusões e fantasias criadas pelo nosso ego. Esta é a iniciação que passa por cima do modelo criado pelo nosso ego. Assim, nós podemos ver que a "noite escura da alma" é a passagem que faz um exame de nós mesmos, de um mundo da dualidade para um mundo integral e de unidade. Nós transformamos os modelos de viver, que inspiram compreensão do conhecimento e da verdade primordial.
A "noite escura da alma" ensina-nos a olhar os horrores e as alegrias do mundo, dos ciclos do nascimento e da morte, das guerras e das destruições da natureza, das economias do mundo, com um coração quieto e uma mente calma. Neste nível, nossa consciência transforma-se numa parte do centro de tudo que acontece no mundo. A "noite escura da alma" libera assim nossa consciência limitada.
"Uma seqüência da noite escura ", exemplo de eventos:
As coisas na vida parecem ir bem, então, inesperadamente, temos uma crise séria da vida, tal como uma interrupção da carreira, o divórcio , um problema de saúde, um vício sério, colapso financeiro, uma experiência próxima da morte etc., ou toda a combinação de tais eventos.
Em algum ponto, a crise/ angústia torna-se intensa, nós perdemos o chão e, em um ato de desespero, gritamos para Deus(a): ajuda-me!" E Deus(a) começa a ajudar imediatamente, mas de maneiras que são contrárias ao que nós esperávamos.
A crise inicia, geralmente, a busca para a verdade espiritual. Cada "introspecção nova " que nós descobrimos traz a morte "de uma opinião falsa velha" que fomos programados a aceitar durante toda nossa vida. Isto começa a ameaçar seriamente nossos egos, um teste severo da fé começa, e pode durar meses ou anos.
A pergunta mais importante durante uma crise espiritual é, "pode você acreditar em Deus(a) quando a noite é a mais escura?"
Durante uma crise escura da noite, o indivíduo pode ter toda a combinação ou todos os seguintes sintomas:
* Sentimentos de depressão , desespero, isolamento
* Perda da energia
* Cansaço crônico não ligado a uma desordem física
* Perda do controle sobre seu sentido pessoal e/ou profissional na vida
* Sensibilidade incomum a fatores ambientais
* Raiva , frustração , falta de paciência
* Perda da identidade, da finalidade e do sentido da vida
* Retirada das rotinas diárias da vida
* Sentimentos de loucura e de insanidade
* Um sentido de abandono por Deus(a)
* Sentimentos de inadequacão
* Perda de atenção, da confiança, da auto-estima
Se este tipo de crise intensa e prolongada incorporar sua vida, por favor não esmoreça. Quando a loucura acaba, em um ato da rendição, de aceitação e de confiança do que Deus(a) está realizando com você - com renúncia e gratidão para com a experiência - a "noite escura" terminará. Nesse ponto, uma luz brilhará e uma nova aventura, uma nova finalidade espiritual surgirá na vida. Seu trajeto será guiado então por uma série de eventos sincrônicos, divinamente influenciados, e sua missão real para esta vida nascerá de forma mágica.
Por Léo Artése
A NEA acontece quando passamos pela escuridão, nos sentimos sem saída, e parece que nosso mundo desabou. Sentimos a perda de nossa conexão com o Criador e com o Universo. Nos sentimos sós, abandonados, ninguém pode nos compreender, sentimos medo da vida e da morte. Sentimos incertezas, conflitos, preocupações, perdas.
Jamie Sams, diz que os nativos norte-americanos consideram a NEA, como um rito de passagem, que pode fortalecer a natureza guerreira que é parte de nosso espírito. Todos nós temos essa coragem, e conquistamos a vitória sobre a NEA, simplesmente por haver sobrevivido a ela. Esse duro rito de passagem, nos torna bravos e corajosos e nos leva à nossa essência espiritual. No desenrolar de nossa existência, somos envolvidos de tal forma pelas atividades do dia-a-dia, pelos nossos costumes, pensamentos, crenças, que podemos não perceber os sinais que o Universo nos manda, informando a necessidade de mudança em nossas vidas. A NEA pode chegar nos quatro corpos, porém todos estão profundamente interligados uns aos outros. Um afeta o outro.
Se agirmos à partir de nossa natureza guerreira, enfrentando o que está diante de nós, em vez de nos fecharmos nos momentos difíceis, não precisaremos repetir as duras lições quando somos obrigados a encarar questões desagradáveis. Só então começamos a compreender a força oculta de nosso poder de cura pessoal.
É uma passagem em que a nossa alma faz pela escuridão. O caos, o desespero, a aflição, os medos existenciais, nos forçam a mudar nossa vida dramaticamente. Nesse período passamos por uma reavaliação de nossos hábitos, costumes e crenças. Pode haver um sentimento de abandono por nossos guias espirituais, parece que não temos mais escapatória, nos sentimos condenados, punidos, muitas vezes até injustiçados. Não entendemos porque o fato está acontecendo justamente conosco. Pode-se até perder a fé. O cenário mostra-se caótico, nos sentimos perdidos, confusos, sozinhos e incompreendidos.
Quando aceitamos esse momento difícil, essa dura lição, esse remédio amargo, enfrentamos a situação, e conseguimos transformá-la com fé no Criador, acessamos nosso poder de cura. Ao contrário, se não nos responsabilizarmos pelas mudanças, a NEA vai e volta podendo trazer mais dores. Tudo depende da nossa atitude.
Aqueles que já passaram positivamente pela NEA, tiveram que trabalhar a coragem, desenvolveram a resistência, encontraram uma força que desconheciam e, fundamentalmente, aprenderam mais sobre si mesmos, compreenderam seus defeitos, e tornaram-se seres humanos melhores.
A NEA pode ser desencadeada por várias situações da vida. Doenças, traições, abandonos, perdas, acidentes e outros fatores. Pode levar meses, anos, para se resolver e cicatrizar as feridas. Ela pode nos aproximar mais das pessoas queridas, que nos oferecem apoio e evocam nossa fé na vida. Aqueles que passam por ela desenvolvem um poder pessoal, coragem e força interior.
Ela nos mostra que a saúde não tem garantias, que quando adoecemos é porque infringimos nossa própria natureza, não respeitamos as leis da saúde. Acidentes podem fazer as pessoas terem mais determinação, mais força de viver, como resultado dos esforços de superação. Ela pode ensinar a ajudar mais o próximo, a sermos mais pacientes e tolerantes.
Atravessar a NEA, implica também em aceitar o fato de que não é tudo o que acontece em nossas vidas que entendemos. Existe um "Grande Mistério". Evoca a nossa coragem e a compreensão de que existe um Poder Superior, que interfere e molda a nossa realidade, um Plano Divino. E, se não nos sentirmos vítimas, nem culparmos outras pessoas, a nossa vida muda de perspectiva, e adquirimos mais fé e confiança, descobrindo novas alternativas para a situação.
A escolha de seguir no caminho da fé, para atravessar a NEA, através da oração ou meditação, é uma das formas mais positivas. A atitude de gratidão ao Universo e à vida, quando estamos em NEA, projeta-se para todo o resto, nos dando a proteção para a atravessarmos. Essa atitude é de confiar no amanhã, e que cresceremos quando passarmos pela noite escura da alma.
Quando vocês mentalizarem alguém que está em NEA, não a visualizem com os problemas e na escuridão, e sim na luz radiante da cura e da transformação.
Determinados desafios têm o potencial de iniciar uma pessoa em um nível novo da experiência. Veja abaixo, o artigo de Nicholas Schmidt:
Você não pode encontrar a luz, a menos que incorpore a escuridão.
"Noite escura da alma", a crise espiritual, a loucura espiritual, a emergência espiritual, a loucura divina, estas são várias frases que foram usadas para descrever uma experiência original - um teste profundo da fé e da resistência espiritual que parece ser uma parte necessária de andar o trajeto "de volta para casa."
Hoje, muitas pessoas neste planeta estão procurando por um significado e por uma finalidade mais profundos de vida. Esforçar-se para a sobrevivência e a felicidade no mundo material apenas não parece satisfazer mais ao potencial humano. Cada vez mais, nós estamos tornando-nos frustrados com as rotinas da vida diária, seja com carreiras, nossas vidas pessoais ou nossos relacionamentos com as pessoas.
No nosso interior profundo, percebemos que nossa fome pelos confortos materiais e prazeres da vida deixam, eventualmente, um sentimento vazio e incompleto. Nós começamos então a suspeitar que a paz e a felicidade duráveis são uma coisa "interna". Em conseqüência, muitos de nós olhamos os reinos espirituais com um sentido maior. Nesse processo, nós encontramo-nos a perguntar "Quem sou eu ? O que faço aqui? Qual é a minha finalidade real neste planeta?" Se nós estivermos prontos, estas perguntas despertam um anseio profundo, inspiram-nos a procurar respostas. Uma crise séria da vida pode ter o mesmo efeito.
Nossa busca da verdade, leva a uma consciência espiritual mais importante, procurar quem nós somos realmente. Esta introspecção nova pode ser a experiência mais profunda de nossa vida, seguida do êxtase, da alegria e iluminação, que é difícil descrever àqueles que ainda não alcançaram este ponto. Depois que esta experiência, ou deslocamento na consciência, ocorrem, nós começamos a olhar as maneiras velhas e a opinião falsa da vida com menos interesse. É quando nossa reconexão com o divino se torna desobstruída, e se sente mais natural. A maneira velha simplesmente não nos interessa mais.
Em algum lugar, ao longo da viagem de recordar quem nós somos realmente, podemos encontrar-nos em um espaço muito incômodo, num vácuo, onde não deixamos nossa opinião velha, e na outra mão, nós temos um plug nas novas verdades que descobrimos. Este "lugar inábil da mente" pode trazer uma crise interna de incerteza, de instabilidade, de confusão, de frustração, e de um desespero, enquanto "a noite escura" se ajusta internamente e faz seu filtro.
É irônico que, junto com o êxtase de recordar nossa conexão divina, pode haver sentimentos de intensa depressão, de loucura, de decepção. Vêm então a espera, e a ânsia de querer saber quando "a noite escura" terminará para sempre. Finalmente, nos sentimos com a perda de controle sobre nossas vidas e, o mais importante, que Deus(a) nos abandonou verdadeiramente.
Muitos buscadores na estrada para um nível de consciência mais elevado passarão a "noite escura da alma", até que experimentem a alegria de sua natureza verdadeira. Muitos buscadores incentivariam a experiência da NEA se soubessem o que é, entretanto, essa "noite escura" parece trazer um sofrimento interminável. Certamente, a "noite escura" ocorre geralmente como uma iniciação, antes que um destes buscadores especiais esteja comprometido no relacionamento regular com níveis de consciência mais elevado. É uma ausência longa e profunda da luz e da esperança. Na "noite escura", você se sente profundamente sozinho. Devido à causa da experiência, a pessoa sentirá sempre a compaixão profunda por aqueles que atravessam uma noite similar. Ela é colocada em confronto entre a sua velha maneira de agir e as possibilidades novas. Seu sentido de alienação se intensifica. A pessoa sente que faria qualquer coisa para sair desse estado. Contudo, é somente o ego que a está mantendo nele, e não sabe o que fazer, para onde fugir. Seus amigos vêm para lhe dar apoio, mas você fica ciente de que eles não são capazes de sentir ou saber o que você está atravessando. A pessoa começa a levar a "noite escura" a sério, quando sente-se encalhada completamente, não acha sua espiritualidade. Sente-se separada de todos. Sozinha, e não desejando mais existir, torna-se incapaz mesmo de expressar-se aos outros, e incorpora a intensidade da "noite escura".
A pessoa olha seus livros para ver se acha algo que o alente, faz pesquisas, contudo não é um livro, um pensamento, que vai profundo bastante, onde a aflição habita. Olha suas possessões, seu dinheiro vê que nenhuma coisa material pôde ajudar-lhe. Nada, ninguém, no mundo exterior permitiu-o de sair desta noite escura. Em sua solidão, observa que nenhum de seus pensamentos provou ser adequado ao seu sofrimento. Nada aparece para facilitar ou remover sua agonia. Nada parece eficiente. Não há nada para ser feito. Não há nada para pensar, sentir, fazer, nenhum lugar para ir. Parece que tem que aceitar esta derrota, ou persistir em esforçar-se, e enxergar outras opções. Então, aceita seu estado. Como começou neste lugar? Isso é insignificante. Sentimentos de lado, espera.
Então, um dia acontece. Uma presença inteira vem em seu quarto doce, macia. Sua mente é enchida com a luz brilhante. Seu coração com paz. Esta paz move-se através de seu corpo como a fria água da montanha. Flui em sua espinha, cérebro, pele. Em toda parte. Também esta presença, este conforto, alguns dias mais tarde, torna-se o fogo da alegria. Começa, com nada mais fazer, seu ego cai e fica afastado! Seu sentido ignorante, arrogante, temível, do self, cai ao lado da pessoa. Ela está na luz, um novo ser, transformado.
Acredite ou não, isso é o que a noite escura é: transformação. O ego, o sentido limitado do self, o complexo inadequado das idéias sobre quem você é, teve que ser dissolvido. Você começa a ver, através de uma consciência mais elevada e de sua natureza verdadeira. Seu sofrimento foi intensificado por causa de uma impressão principal. Foi forçado a pensar demasiadamente em si mesmo, colheu respostas do mundo, aprendeu mais sobre si mesmo.
O próprio sentido do ego o leva a esse estado, devido ao sofrimento ou às suas limitações na vida. Ele quer ter mais poder sobre circunstâncias, e uma vida mais agradável, e torna-se assim, freqüentemente, motivado para procurar uma consciência mais elevada e uma habilidade maior para dominar a vida. Porém, na época da "noite escura", o ego é o obstáculo principal; é a obstrução da luz na consciência. Está entre você e sua plenitude. A duração da "noite escura" é baseada na truculência do ego. Pode-se lutar uma batalha muito longa se você temer que está sendo destruído, ou abrir para algo muito maior do que se conhece, para o Ser, em essência.
Incrivelmente, o ego quer estar dentro no ato da iluminação. O ego quer trazer uma consciência mais elevada por seus próprios meios dramáticos. Finalmente o ego encontrou algo que não pode fazer e, na "noite escura da alma", torna-se totalmente inadequado. Então aí, o sentido de vida longa do ego morre impotente. Cumprindo sua parte, agora fraco, é dissolvido e transmutado. Um sentido mais elevado que o despertar traz para dentro do ser, coloca para fora o falso sentido do self. A pessoa se vê diferente do que pensava que era. O ego experimentava meramente alguns dos atributos e qualidades de sua natureza verdadeira, enquanto, ao mesmo tempo, obstruía a outra.
A passagem com sucesso pela "noite escura", incorpora os reinos de uma consciência mais elevada. Você é curado da doença, da ignorância de sua natureza verdadeira e de sua opinião inadequada de quem você é. Agora cessa seu conflito interno, e você penetra serenamente em sua natureza verdadeira. A noite acaba. O alvorecer de uma vida nova, em uma consciência mais elevada, transforma a vida desolada do passado numa natureza celestial.
Daí em diante, você vai viver uma vida nova, e sustentar sua natureza verdadeira. Agora suas palavras e ações alinham-se com seu self verdadeiro. Agora você expressa inspiração e conforto.
A "noite escura da alma", então, é uma benção disfarçada porque acaba com ilusões e fantasias criadas pelo nosso ego. Esta é a iniciação que passa por cima do modelo criado pelo nosso ego. Assim, nós podemos ver que a "noite escura da alma" é a passagem que faz um exame de nós mesmos, de um mundo da dualidade para um mundo integral e de unidade. Nós transformamos os modelos de viver, que inspiram compreensão do conhecimento e da verdade primordial.
A "noite escura da alma" ensina-nos a olhar os horrores e as alegrias do mundo, dos ciclos do nascimento e da morte, das guerras e das destruições da natureza, das economias do mundo, com um coração quieto e uma mente calma. Neste nível, nossa consciência transforma-se numa parte do centro de tudo que acontece no mundo. A "noite escura da alma" libera assim nossa consciência limitada.
"Uma seqüência da noite escura ", exemplo de eventos:
As coisas na vida parecem ir bem, então, inesperadamente, temos uma crise séria da vida, tal como uma interrupção da carreira, o divórcio , um problema de saúde, um vício sério, colapso financeiro, uma experiência próxima da morte etc., ou toda a combinação de tais eventos.
Em algum ponto, a crise/ angústia torna-se intensa, nós perdemos o chão e, em um ato de desespero, gritamos para Deus(a): ajuda-me!" E Deus(a) começa a ajudar imediatamente, mas de maneiras que são contrárias ao que nós esperávamos.
A crise inicia, geralmente, a busca para a verdade espiritual. Cada "introspecção nova " que nós descobrimos traz a morte "de uma opinião falsa velha" que fomos programados a aceitar durante toda nossa vida. Isto começa a ameaçar seriamente nossos egos, um teste severo da fé começa, e pode durar meses ou anos.
A pergunta mais importante durante uma crise espiritual é, "pode você acreditar em Deus(a) quando a noite é a mais escura?"
Durante uma crise escura da noite, o indivíduo pode ter toda a combinação ou todos os seguintes sintomas:
* Sentimentos de depressão , desespero, isolamento
* Perda da energia
* Cansaço crônico não ligado a uma desordem física
* Perda do controle sobre seu sentido pessoal e/ou profissional na vida
* Sensibilidade incomum a fatores ambientais
* Raiva , frustração , falta de paciência
* Perda da identidade, da finalidade e do sentido da vida
* Retirada das rotinas diárias da vida
* Sentimentos de loucura e de insanidade
* Um sentido de abandono por Deus(a)
* Sentimentos de inadequacão
* Perda de atenção, da confiança, da auto-estima
Se este tipo de crise intensa e prolongada incorporar sua vida, por favor não esmoreça. Quando a loucura acaba, em um ato da rendição, de aceitação e de confiança do que Deus(a) está realizando com você - com renúncia e gratidão para com a experiência - a "noite escura" terminará. Nesse ponto, uma luz brilhará e uma nova aventura, uma nova finalidade espiritual surgirá na vida. Seu trajeto será guiado então por uma série de eventos sincrônicos, divinamente influenciados, e sua missão real para esta vida nascerá de forma mágica.
Por Léo Artése
COMPORTAMENTOS DESTRUTIVOS
A falta de iniciativa e o medo constituem fatores relevantes para a instalação dos comportamentos autodestrutivos, decorrência natural da insegurança pessoal e da hostilidade social presente na competitividade da sobrevivência humana.
Conflitos autopunitivos da consciência de culpa não superados apresentam-se de forma patológica, contribuindo para a ausência de auto-estima e compulsão auto-exterminadora. Nem sempre porém, assumem a tendência para o suicídio direto, manifestando-se, entretanto, de maneira mascarada, como desinteresse pela existência, ausência de objetivos para lutar, atitudes pessimistas...
Noutras ocasiões, a freqüente ingestão das vibrações perniciosas do mau humor, do ressentimento, da rebeldia sistemática, do ódio, do ciúme desenvolvem transtornos psíquicos que terminam por desarmonizar as células, comprometer os órgãos e conduzir à morte.
Diversas enfermidades têm causalidade psicossomática, que culminam em verdadeiros desastres orgânicos.
Na raiz de toda doença há sempre componentes psíquicos ou espirituais, que são heranças decorrentes da Lei de causa e efeito, procedentes de vidas transatas, que imprimiram nos genes os fatores propiciadores para a instalação dos distúrbios na área da saúde.
A vida moderna, geradora de estresses e angústias, por sua vez também desencadeia mecanismos de ansiedade e de fobias várias, que desgastam os núcleos do equilíbrio psicológico com lamentáveis disfunções dos equipamentos físicos.
As pressões contínuas que decorrem do trabalho, dos compromissos sociais, das necessidades econômicas, da tensão emocional e dos impositivos psíquicos, desestabilizam o ser humano, que se torna vítima fácil de falsas necessidades de fugas, como recurso de buscar a paz, engendrando comportamentos autodestrutivos.
Desequipado psicologicamente para os enfrentamentos incessantes e sentindo-se incapaz para acompanhar e absorver o desenvolvimento tecnológico e toda a parafernália dos divertimentos que induzem ao consumismo rigoroso e insensato, o indivíduo de temperamento tímido perturba-se, desistindo de prosseguir, ou se engaja na loucura generalizada, auto-destruindo-se igualmente através da excitação e da insatisfação, da competitividade com os seus intervalos de fastio e amargura, buscando, nos alcoólicos, no tabaco, no sexo e nas drogas os estímulos e as compensações para substituírem o cansaço, o tédio e a saturação diante do que já haja conseguido.
A velocidade que assinala os acontecimentos hodiernos supera as suas resistências emocionais, e deixa-se conduzir, a princípio, sem dar-se conta do excesso da carga psíquica, para depois automatizar-se, sem reservar-se períodos para o auto-refazimento, para a renovação, para o encontro consigo mesmo e uma análise tranqüila das metas em desenvolvimento, elaborando e seguindo uma escala de valores legítimos, a fim de não consumir as horas e as forças nas buscas impostas pelo contexto social, no qual se encontra, e que não lhe correspondem às aspirações íntimas.
A existência terrena é portadora de valiosa contribuição ética, estética, intelectual, espiritual, e não somente dos impositivos materiais e das satisfações ligeiras do ego sem a compensação do Self.
São muitos os mecanismos que levam à autodestruição, dentre os quais, a fadiga pelo adquirir e poder acompanhar tudo, estar envolvido nas armadilhas criadas pelo mercado devorador que desencadeia inquietação, a quantidade de propostas perturbadoras pela mídia, que aturde, o excesso de ruídos em toda parte, que desorienta, e a superpoluição nos centros urbanos, que desenvolve os instintos violentos e agressivos, eliminando quase as possibilidades para a aquisição da beleza, do entesouramento da paz, de ensanchas de auto-realização.
O ser humano é a medida das suas aspirações e conquistas, sem o que a mediocridade o vence.
Cada meta desenvolvida propicia a compensação da vitória e o estímulo para novas realizações. Quando isso não ocorre, os insucessos mal interpretados levam-no à desarmonia, da qual procedem os fatores inibidores para novos tentames com a desistência do esforço e a perda da capacidade para recomeçar.
É justo não se desfalecer jamais. Toda ascensão impõe sacrifício, toda libertação resulta de esforço.
A ruptura das algemas psicológicas responsáveis pelo desprezo de si mesmo, pelo acabrunhamento e autonegação torna-se de urgência, a fim de favorecer a visão clara da realidade e os meios hábeis para bem vivê-la.
Cada momento propicia renascimento, quando se está vigilante para fazê-lo.
Na impossibilidade de mudar-se a vida moderna, melhor explicando, os fatores negativos que conduzem aos conflitos - desde que existem valiosos contributos para a sua valorização, aquisição do seu significado, crescimento interior e progresso individual como geral
- cumpre se criem condições próprias para enfrentá-la, se elaborem programas pessoais para a auto-realização e bem-estar, não se deixando atormentar com as imposições secundárias, desde que percam o significado de que desfrutam...
Exercícios físicos e rítmicos - natação, caminhada, ciclismo, de acordo com a eleição de cada qual -, ao lado de exercícios mentais - boa leitura, música inspiradora, conversações instrutivas, relacionamentos estimulantes, orações, meditação, ajuda ao próximo - são excelentes terapias para a redescoberta do significado existencial e da vida, aceitando sem estresse as imposições contemporâneas, decorrentes do processo da evolução científico-tecnológica.
A existência enriquecida de ideais deve ser utilizada mediante os diversos recursos hodiernos para transformar o tumulto em harmonia, a doença em saúde e a tendência à autodestruição em prolongamento da vida sob a égide do amor que a tudo deve comandar, inspirar e vencer.
Face à sua presença e vitalidade, o mundo se modifica e o ser se liberta, plenificando-se.
Joana de Ângelis - Psicografado por Divaldo franco
Conflitos autopunitivos da consciência de culpa não superados apresentam-se de forma patológica, contribuindo para a ausência de auto-estima e compulsão auto-exterminadora. Nem sempre porém, assumem a tendência para o suicídio direto, manifestando-se, entretanto, de maneira mascarada, como desinteresse pela existência, ausência de objetivos para lutar, atitudes pessimistas...
Noutras ocasiões, a freqüente ingestão das vibrações perniciosas do mau humor, do ressentimento, da rebeldia sistemática, do ódio, do ciúme desenvolvem transtornos psíquicos que terminam por desarmonizar as células, comprometer os órgãos e conduzir à morte.
Diversas enfermidades têm causalidade psicossomática, que culminam em verdadeiros desastres orgânicos.
Na raiz de toda doença há sempre componentes psíquicos ou espirituais, que são heranças decorrentes da Lei de causa e efeito, procedentes de vidas transatas, que imprimiram nos genes os fatores propiciadores para a instalação dos distúrbios na área da saúde.
A vida moderna, geradora de estresses e angústias, por sua vez também desencadeia mecanismos de ansiedade e de fobias várias, que desgastam os núcleos do equilíbrio psicológico com lamentáveis disfunções dos equipamentos físicos.
As pressões contínuas que decorrem do trabalho, dos compromissos sociais, das necessidades econômicas, da tensão emocional e dos impositivos psíquicos, desestabilizam o ser humano, que se torna vítima fácil de falsas necessidades de fugas, como recurso de buscar a paz, engendrando comportamentos autodestrutivos.
Desequipado psicologicamente para os enfrentamentos incessantes e sentindo-se incapaz para acompanhar e absorver o desenvolvimento tecnológico e toda a parafernália dos divertimentos que induzem ao consumismo rigoroso e insensato, o indivíduo de temperamento tímido perturba-se, desistindo de prosseguir, ou se engaja na loucura generalizada, auto-destruindo-se igualmente através da excitação e da insatisfação, da competitividade com os seus intervalos de fastio e amargura, buscando, nos alcoólicos, no tabaco, no sexo e nas drogas os estímulos e as compensações para substituírem o cansaço, o tédio e a saturação diante do que já haja conseguido.
A velocidade que assinala os acontecimentos hodiernos supera as suas resistências emocionais, e deixa-se conduzir, a princípio, sem dar-se conta do excesso da carga psíquica, para depois automatizar-se, sem reservar-se períodos para o auto-refazimento, para a renovação, para o encontro consigo mesmo e uma análise tranqüila das metas em desenvolvimento, elaborando e seguindo uma escala de valores legítimos, a fim de não consumir as horas e as forças nas buscas impostas pelo contexto social, no qual se encontra, e que não lhe correspondem às aspirações íntimas.
A existência terrena é portadora de valiosa contribuição ética, estética, intelectual, espiritual, e não somente dos impositivos materiais e das satisfações ligeiras do ego sem a compensação do Self.
São muitos os mecanismos que levam à autodestruição, dentre os quais, a fadiga pelo adquirir e poder acompanhar tudo, estar envolvido nas armadilhas criadas pelo mercado devorador que desencadeia inquietação, a quantidade de propostas perturbadoras pela mídia, que aturde, o excesso de ruídos em toda parte, que desorienta, e a superpoluição nos centros urbanos, que desenvolve os instintos violentos e agressivos, eliminando quase as possibilidades para a aquisição da beleza, do entesouramento da paz, de ensanchas de auto-realização.
O ser humano é a medida das suas aspirações e conquistas, sem o que a mediocridade o vence.
Cada meta desenvolvida propicia a compensação da vitória e o estímulo para novas realizações. Quando isso não ocorre, os insucessos mal interpretados levam-no à desarmonia, da qual procedem os fatores inibidores para novos tentames com a desistência do esforço e a perda da capacidade para recomeçar.
É justo não se desfalecer jamais. Toda ascensão impõe sacrifício, toda libertação resulta de esforço.
A ruptura das algemas psicológicas responsáveis pelo desprezo de si mesmo, pelo acabrunhamento e autonegação torna-se de urgência, a fim de favorecer a visão clara da realidade e os meios hábeis para bem vivê-la.
Cada momento propicia renascimento, quando se está vigilante para fazê-lo.
Na impossibilidade de mudar-se a vida moderna, melhor explicando, os fatores negativos que conduzem aos conflitos - desde que existem valiosos contributos para a sua valorização, aquisição do seu significado, crescimento interior e progresso individual como geral
- cumpre se criem condições próprias para enfrentá-la, se elaborem programas pessoais para a auto-realização e bem-estar, não se deixando atormentar com as imposições secundárias, desde que percam o significado de que desfrutam...
Exercícios físicos e rítmicos - natação, caminhada, ciclismo, de acordo com a eleição de cada qual -, ao lado de exercícios mentais - boa leitura, música inspiradora, conversações instrutivas, relacionamentos estimulantes, orações, meditação, ajuda ao próximo - são excelentes terapias para a redescoberta do significado existencial e da vida, aceitando sem estresse as imposições contemporâneas, decorrentes do processo da evolução científico-tecnológica.
A existência enriquecida de ideais deve ser utilizada mediante os diversos recursos hodiernos para transformar o tumulto em harmonia, a doença em saúde e a tendência à autodestruição em prolongamento da vida sob a égide do amor que a tudo deve comandar, inspirar e vencer.
Face à sua presença e vitalidade, o mundo se modifica e o ser se liberta, plenificando-se.
Joana de Ângelis - Psicografado por Divaldo franco
AMORTERAPIA
AMOR OU DEPENDÊNCIA EMOCIONAL
A palavra "amor" é talvez um dos termos mais usados casualmente no idioma Inglês – é tão usado que se tornou um termo genérico para uma variedade de emoções bem diferentes!
Há uma coisa com a qual todos nós concordamos - que o amor é o que faz o mundo girar, e que sem ele, o mundo seria nada mais que uma concha seca em um lugar vazio. Por outro lado, é uma palavra que nós facilmente retorcemos em torno de nossos próprios propósitos para justificar a nossa dependência emocional a uma pessoa.
Se pudermos aprender a distinguir o amor da dependência emocional e colocar em prática esta distinção, então nós tornaremos a vida mais bonita, não só para nós, mas para todos com quem entrarmos em contato.
1- APRENDA A SE AMAR PRIMEIRO
Muitas vezes, quando estamos emocionalmente dependentes de alguém, nós olhamos para eles como um "preenchimento" para encobrir e distrair-nos de resolver questões emocionais em nós mesmos.
Para verdadeiramente amar alguém, primeiro temos de descobrir e explorar o que é o amor, e isso significa começar com a pessoa com quem você gasta mais tempo, com você mesmo!
Nós podemos muitas vezes nomear nossas imperfeições bem mais rápidamente do que nossas qualidades positivas, e somos muito rápidos para criticar-nos acima de qualquer coisa que não nos satisfaz. Isso tudo tem que mudar.
Tente todos os dias identificar suas qualidades positivas e trazê-las mais à tona e aumentá-las, e quando você cometer um erro, tente vê-lo como um "trabalho em progresso", em vez de um fracasso absoluto. Quando o seu amor-próprio e sua auto-estima aumenta, você é então capaz de abordar as relações com os outros com muito mais tranqüilidade.
2- USE O CORAÇÃO
"Não existe amor equivocado. Você sente isso no seu coração. É a fibra comum da vida, a chama que aquece nossa alma, energiza o nosso espírito e fornece paixão em nossas vidas. É a nossa ligação com Deus e uns aos outros." - Elizabeth Kubler-Ross
Junto com a palavra "amor", a palavra “coração” é muitas vezes arrastado para muitas conversas e usado para descrever todas as formas de comportamento boas e más. Quando falamos de coração, nós queremos dizer o espaço no meio do peito que apontamos quando dizemos "este sou eu" - o lugar em que sentimos a essência do nosso ser mais do que em qualquer outro lugar. É também onde a maioria das nossas qualidades mais elevadas e mais nobres emanam de - empatia, bondade e amor.
O apego emocional, por outro lado, é uma matriz emaranhada de sentimentos da mente e também da parte emocional do nosso ser localizado mais próximo do umbigo. Porque as fontes de amor e apego emocional estão localizados tão frouxos juntos, eles podem e são muitas vezes confundidos pela pessoa sem discernimento. No entanto, colocando de lado algum tempo cada dia para uma prática de auto-descoberta e auto-instrução (por exemplo meditação), isso permitirá distinguir um do outro.
3- NÃO TENHA EXPECTATIVA
"Quando o amor é puro e espiritual, não há demanda, nem expectativa. Há somente o doce sentimento de unidade espontânea com o ser humano ou seres em causa. " - Sri Chinmoy
Antropólogos sociais descrevem muitas vezes as relações humanas como um contrato – nós damos o nosso amor a uma pessoa e, ao mesmo tempo, nós subconscientemente depositamos todos os tipos de expectativas que queremos que seja cumprido na outra pessoa. E então, quando a outra pessoa não suficientemente satisfaz nossas exigências (que, definitivamente acontece ao longo do tempo – nós somos todos imperfeitos) nós nos sentimos para baixo e com raiva da pessoa, a nossa insegurança e medo de não ser amado vêm à tona, e nós muitas vezes recorremos a algum tipo de manipulação emocional para tentar levá-los a cumprir as nossas exigências.
O amor verdadeiro, por outro lado, é como o sol. O sol brilha seus raios e dá o seu calor para toda a gente, sem nada em troca. Isto pode soar como ingenuidade para a mente calculista, mas quando nós vivemos no coração nós sentimos exatamente como o sol - nós só queremos espalhar nosso amor e boa vontade em qualquer lugar que nós podemos. Com este tipo de amor nós temos distanciamento - não temos idéias fixas sobre como esse amor deve ser absorvido por outros, o simples ato de dar amor preenche o nosso coração imensamente.
4- APRENDA A LIBERAR
"Alguns de nós pensam que “agarrar em algo” nos torna mais fortes, mas às vezes é liberar." Hermann Hesse
Muitas vezes, nós colocamos restrições mentais nas pessoas que amamos, pode ser que se trate dos pais vivendo seus sonhos através de suas crianças, ou de alguém “preso” em um relacionamento.
O verdadeiro amor significa amar as pessoas pelo que elas são, sem tentar transformá-las no que você quer que elas sejam.
O maior serviço que você pode proporcionar a alguém que você ama é permitir que eles cresçam dentro do potencial de seus espíritos mais elevados - às vezes isso significa activamente ajudando-os, mas outras vezes, isto significa reconhecer quando você está bloqueando o caminho para aquilo acontecer e sair fora do caminho!
5. A FORÇA INTERIOR: PACIÊNCIA E PERDÃO
"A paciência serve como uma proteção contra o mal, assim como roupas protegem contra o frio. Porque, a medida que você veste mais roupas enquanto o frio aumenta, o frio não terá poder para prejudicá-lo. " - Leonardo Da Vinci
Para desenvolver o amor, nós temos também que desenvolver perdão e paciência. Para perdoar alguém, é necessário ver além de suas imperfeições da superfície e apreciar a beleza que se encontra no fundo.
O amor sempre anda de mãos dadas com este reconhecimento da beleza interior dentro de uma pessoa, e quando podemos ver essa beleza interior de uma pessoa e apreciá-la, nós ajudamos a trazer à tona a beleza e, talvez, evitar qualquer coisa lamentável que essa pessoa possa ter feito de ocorrer novamente.
Este nosso mundo pode parecer um lugar absolutamente desleal às vezes, mas desenvolvendo esta qualidade de amor para todos que você encontrar, lhe permitirá elevar-se acima "dos estilingues e das setas da fortuna ultrajante" que as pessoas possam jogar em você e ainda manter a sua fé na humanidade intacta.
Mensagem tirada do blog: http://www.srichinmoybio.co.uk/blog/life/how-to-distinguish-between...
Postado por TEJVAN
Traduzido por: http://josi-dividindoexperiencias.blogspot.com/
Dependência emocional
O desejo de ser cuidado inconscientemente por alguém pode acarretar várias formas de dependência psíquica. Ser dependente é se considerar incapaz de cuidar de si mesmo.
“O dia só tem significado quando pelo menos ouço a sua voz “. “Não consigo sair de casa sem que ele me acompanhe”. “Não há distração se não a tenho a meu lado.” Minha vida acabou desde sua viagem”. Esses relatos constituem algumas da expressões de pessoas dependentes emocionalmente.
Essa condição resulta da necessidade constante da presença, da atenção, da validação e do afeto do outro. A sensação de segurança ou equilíbrio para suportar tensões e dificuldades é encontrada a partir da outra pessoa. Desta forma, alimenta-se a intenção de renunciar a si próprio; transfere-se o encargo de bem-estar mental, físico e emocional para o outro e acaba-se tornando totalmente irresponsável.
Normalmente, a relação que se estabelece evolui para uma relação doentia. Essa necessidade pode ser comparada a dependência na drogadição.
Assim sendo, são considerados indícios:
- Necessidade afetiva excessiva pelo outro, pela presença, atenção, carinho,
cuidado, aprovação, suporte, proteção, etc.
- Ciúme ao extremo; relação exclusiva e parasitária reduzindo as relações sociais ou tornando-as
desinteressantes;
- Possessividade;
- Considerar as outras pessoas como ameaças ao relacionamento com a pessoa em questão.
- Adoção de manipulação: “Eu não sei o que faria sem você.”
- Falta de espontaneidade na troca de afectos – “Só dou se receber em troca”.
- Não fazer planos a curto, médio e longo prazo sem envolver a outra pessoa.
Para ajudar a refletir:
O Urso Faminto
Uma lenda indígena americana conta que, certa vez, em plena época de escassez
“ um urso faminto perambulava pela floresta em busca de alimento.
A época era de escassez, porém, seu faro aguçado sentiu o cheiro de comida e o
conduziu a um acampamento de caçadores.
Ao chegar lá, o urso, percebendo que o acampamento estava vazio, foi até a
fogueira, ardendo em brasas, e dela tirou um panelão de comida.
Quando a tina já estava fora da fogueira, o urso a abraçou com toda sua força e
enfiou a cabeça dentro dela, devorando tudo.
Enquanto abraçava a panela, começou a perceber algo lhe atingindo.
Na verdade, era o calor da tina…
Ele estava sendo queimado nas patas, no peito e por onde mais a panela
encostava.
O urso nunca havia experimentado aquela sensação e, então, interpretou as
queimaduras pelo seu corpo como uma coisa que queria lhe tirar a comida.
Começou a urrar muito alto. E, quanto mais alto rugia, mais apertava a panela
quente contra seu imenso corpo.
Quanto mais a tina quente lhe queimava, mais ele apertava contra o seu Corpo e
mais alto ainda rugia.
Quando os caçadores chegaram ao acampamento, encontraram o urso recostado a
uma árvore próxima à fogueira, segurando a tina de comida.
O urso tinha tantas queimaduras que o fizeram grudar na panela e, seu Imenso
corpo, mesmo morto, ainda mantinha a expressão de estar rugindo.
Quando terminei de ouvir esta história, percebi que, em nossa vida,
por muitas vezes, abraçamos certas coisas que julgamos ser importantes.
Algumas delas nos fazem gemer de dor, nos queimam por fora e por dentro, e
mesmo assim, ainda as julgamos importantes.
Temos medo de abandoná-las e esse medo nos coloca numa situação de
sofrimento, de desespero.
Fonte:
http://www.emdr.com.br/metaforas3.htm
AMORTERAPIA
Na causalidade atual dos distúrbios psicológicos, como naquelas anteriores, sempre se encontrará o amor-ausente como responsável.
Animalizado pelos instintos em predomínio, fez-se responsável pelos comprometimentos morais e psicológicos, que engendraram os distúrbios complexos desencadeadores das personalidades psicopáticas, ora exigindo-lhes alteração de conduta interior, a fim de experimentarem equilíbrio, sem os transtornos afligentes.
A conquista do amor é resultado de processos emocionais amadurecidos, vivenciados pela conquista do Si.
Inicialmente, dá-se a paulatina conscientização da própria humanidade em latência, quando lampejam os sentimentos de solidariedade, de interdependência no grupo social, de afetividade desinteressada, de participação no processo de crescimento da sociedade.
Cada conquista que vai sendo adquirida enseja maior perspectiva de possível desenvolvimento, enquanto as necessidades da evolução desenham mais amplos espaços de movimentação emocional.
O problema do espaço físico, que contribui para a agressividade animal, à medida que se faz reduzido para a população que o habita, passa a ser enfocado de maneira diversa, em razão de o sentimento de amor demonstrar que a pessoa ao lado ou distante não é mais a competidora, aquela adversária da sua liberdade, mas se trata de participante das mesmas alegrias e oportunidades que se apresentam favoráveis a todos os seres.
O pensamento, irradiando essa onda de simpatia afetuosa, estimula os neurônios à produção de enzimas saudáveis que respondem pela harmonia do sistema nervoso simpático e estímulo das glândulas de secreção endócrina, superando as toxinas de qualquer natureza, responsáveis pelos processos degenerativos e pela deficiência imunológica, que faculta a instalação das doenças.
Por outro lado, face ao enriquecimento emocional que o amor proporciona, a alegria de viver estimula a multiplicação de imunoglobulinas que preservam o organismo físico de várias infecções tornando-se responsáveis por um estado saudável.
Ao mesmo tempo, a irradiação psíquica produzida pelo amor direciona vibrações específicas em favor das pessoas enfocadas que, permitindo-se sintonizar com essa faixa, beneficiam-se das suas ondas carregadas de vitalidade salutar.
O Universo é estruturado em energia que se ex pande em forma de raios, ondas, vibrações... O ser humano, por sua vez, é um dínamo produtor de força que vem descobrindo e administrando tudo quanto o cerca.
À medida que penetra a sonda do conhecimento no que jazia ignorado, descobre a harmonia em tudo presente, identificando um fator comum, causal, predominando em a Natureza, que pode ser decodificado como sendo o hálito do Amor, do qual surgiram os elementos constitutivos do Cosmo.
A identificação dessa força poderosa, que é o amor, faculta a sua utilização de maneira consciente em favor de si mesmo como de todas as formas vivas.
As plantas absorvem as emanações do amor ou sentem-lhe a ausência, ou sofrem o efeito dos raios desintegradores do ódio, que é o amor enlouquecido e destruidor. Os animais enternecem-se, domesticam-se, quando submetidos ao dinamismo do amor que educa e cria hábitos, vitalizando-se com a ternura ou deperecendo com a sua falta, ou extinguindo-se com as atitudes que se lhe opõem.
O ser humano, mais sensível, porque portador de mais amplas possibilidades nervosas de captação - pode-se afirmar com segurança -, vive em função do amor ou desorganiza-se em razão da sua carência.
Amorterapia, portanto, é o processo mediante o qual se pode contribuir conscientemente em favor de uma sociedade mais saudável, logo, mais justa e nobre.
Essa terapia decorre do auto-amor, quando o ser se enriquece de estima por si mesmo, descobrindo o seu lugar de importância sob o sol da vida e, esplendente de alegria reparte com as demais pessoas o senti mento que o assinala, ampliando-o de maneira vigorosa em benefício das demais criaturas.
Enquanto as irradiações do ódio, da suspeita, do ciúme, da inveja e da sensualidade são portadoras de elementos nocivos, com alto teor de energias destrutivas, o amor emite ondas de paz, de segurança, sustentando o ânimo alquebrado pela confiança que transmite, de bondade pelo exteriorizar do afeto, de paz em razão do bem-estar que proporciona, de saúde como efeito da fonte de onde se origina.
Ao descobrir-se a potência da energia do amor, faz-se possível canalizá-la terapeuticamente a benefício próprio como do próximo.
Desaparecem, então, a competição doentia e perversa, o domínio arbitrário e devorador do egoísmo, surgindo diferente conduta entre os indivíduos, que se descobrirão portadores de inestimáveis recursos de paz e de saúde, promotores do progresso e realizadores da felicidade na Terra.
Capítulo 60-Joana de Ângelis - Psicografado por Divaldo franco
A palavra "amor" é talvez um dos termos mais usados casualmente no idioma Inglês – é tão usado que se tornou um termo genérico para uma variedade de emoções bem diferentes!
Há uma coisa com a qual todos nós concordamos - que o amor é o que faz o mundo girar, e que sem ele, o mundo seria nada mais que uma concha seca em um lugar vazio. Por outro lado, é uma palavra que nós facilmente retorcemos em torno de nossos próprios propósitos para justificar a nossa dependência emocional a uma pessoa.
Se pudermos aprender a distinguir o amor da dependência emocional e colocar em prática esta distinção, então nós tornaremos a vida mais bonita, não só para nós, mas para todos com quem entrarmos em contato.
1- APRENDA A SE AMAR PRIMEIRO
Muitas vezes, quando estamos emocionalmente dependentes de alguém, nós olhamos para eles como um "preenchimento" para encobrir e distrair-nos de resolver questões emocionais em nós mesmos.
Para verdadeiramente amar alguém, primeiro temos de descobrir e explorar o que é o amor, e isso significa começar com a pessoa com quem você gasta mais tempo, com você mesmo!
Nós podemos muitas vezes nomear nossas imperfeições bem mais rápidamente do que nossas qualidades positivas, e somos muito rápidos para criticar-nos acima de qualquer coisa que não nos satisfaz. Isso tudo tem que mudar.
Tente todos os dias identificar suas qualidades positivas e trazê-las mais à tona e aumentá-las, e quando você cometer um erro, tente vê-lo como um "trabalho em progresso", em vez de um fracasso absoluto. Quando o seu amor-próprio e sua auto-estima aumenta, você é então capaz de abordar as relações com os outros com muito mais tranqüilidade.
2- USE O CORAÇÃO
"Não existe amor equivocado. Você sente isso no seu coração. É a fibra comum da vida, a chama que aquece nossa alma, energiza o nosso espírito e fornece paixão em nossas vidas. É a nossa ligação com Deus e uns aos outros." - Elizabeth Kubler-Ross
Junto com a palavra "amor", a palavra “coração” é muitas vezes arrastado para muitas conversas e usado para descrever todas as formas de comportamento boas e más. Quando falamos de coração, nós queremos dizer o espaço no meio do peito que apontamos quando dizemos "este sou eu" - o lugar em que sentimos a essência do nosso ser mais do que em qualquer outro lugar. É também onde a maioria das nossas qualidades mais elevadas e mais nobres emanam de - empatia, bondade e amor.
O apego emocional, por outro lado, é uma matriz emaranhada de sentimentos da mente e também da parte emocional do nosso ser localizado mais próximo do umbigo. Porque as fontes de amor e apego emocional estão localizados tão frouxos juntos, eles podem e são muitas vezes confundidos pela pessoa sem discernimento. No entanto, colocando de lado algum tempo cada dia para uma prática de auto-descoberta e auto-instrução (por exemplo meditação), isso permitirá distinguir um do outro.
3- NÃO TENHA EXPECTATIVA
"Quando o amor é puro e espiritual, não há demanda, nem expectativa. Há somente o doce sentimento de unidade espontânea com o ser humano ou seres em causa. " - Sri Chinmoy
Antropólogos sociais descrevem muitas vezes as relações humanas como um contrato – nós damos o nosso amor a uma pessoa e, ao mesmo tempo, nós subconscientemente depositamos todos os tipos de expectativas que queremos que seja cumprido na outra pessoa. E então, quando a outra pessoa não suficientemente satisfaz nossas exigências (que, definitivamente acontece ao longo do tempo – nós somos todos imperfeitos) nós nos sentimos para baixo e com raiva da pessoa, a nossa insegurança e medo de não ser amado vêm à tona, e nós muitas vezes recorremos a algum tipo de manipulação emocional para tentar levá-los a cumprir as nossas exigências.
O amor verdadeiro, por outro lado, é como o sol. O sol brilha seus raios e dá o seu calor para toda a gente, sem nada em troca. Isto pode soar como ingenuidade para a mente calculista, mas quando nós vivemos no coração nós sentimos exatamente como o sol - nós só queremos espalhar nosso amor e boa vontade em qualquer lugar que nós podemos. Com este tipo de amor nós temos distanciamento - não temos idéias fixas sobre como esse amor deve ser absorvido por outros, o simples ato de dar amor preenche o nosso coração imensamente.
4- APRENDA A LIBERAR
"Alguns de nós pensam que “agarrar em algo” nos torna mais fortes, mas às vezes é liberar." Hermann Hesse
Muitas vezes, nós colocamos restrições mentais nas pessoas que amamos, pode ser que se trate dos pais vivendo seus sonhos através de suas crianças, ou de alguém “preso” em um relacionamento.
O verdadeiro amor significa amar as pessoas pelo que elas são, sem tentar transformá-las no que você quer que elas sejam.
O maior serviço que você pode proporcionar a alguém que você ama é permitir que eles cresçam dentro do potencial de seus espíritos mais elevados - às vezes isso significa activamente ajudando-os, mas outras vezes, isto significa reconhecer quando você está bloqueando o caminho para aquilo acontecer e sair fora do caminho!
5. A FORÇA INTERIOR: PACIÊNCIA E PERDÃO
"A paciência serve como uma proteção contra o mal, assim como roupas protegem contra o frio. Porque, a medida que você veste mais roupas enquanto o frio aumenta, o frio não terá poder para prejudicá-lo. " - Leonardo Da Vinci
Para desenvolver o amor, nós temos também que desenvolver perdão e paciência. Para perdoar alguém, é necessário ver além de suas imperfeições da superfície e apreciar a beleza que se encontra no fundo.
O amor sempre anda de mãos dadas com este reconhecimento da beleza interior dentro de uma pessoa, e quando podemos ver essa beleza interior de uma pessoa e apreciá-la, nós ajudamos a trazer à tona a beleza e, talvez, evitar qualquer coisa lamentável que essa pessoa possa ter feito de ocorrer novamente.
Este nosso mundo pode parecer um lugar absolutamente desleal às vezes, mas desenvolvendo esta qualidade de amor para todos que você encontrar, lhe permitirá elevar-se acima "dos estilingues e das setas da fortuna ultrajante" que as pessoas possam jogar em você e ainda manter a sua fé na humanidade intacta.
Mensagem tirada do blog: http://www.srichinmoybio.co.uk/blog/life/how-to-distinguish-between...
Postado por TEJVAN
Traduzido por: http://josi-dividindoexperiencias.blogspot.com/
Dependência emocional
O desejo de ser cuidado inconscientemente por alguém pode acarretar várias formas de dependência psíquica. Ser dependente é se considerar incapaz de cuidar de si mesmo.
“O dia só tem significado quando pelo menos ouço a sua voz “. “Não consigo sair de casa sem que ele me acompanhe”. “Não há distração se não a tenho a meu lado.” Minha vida acabou desde sua viagem”. Esses relatos constituem algumas da expressões de pessoas dependentes emocionalmente.
Essa condição resulta da necessidade constante da presença, da atenção, da validação e do afeto do outro. A sensação de segurança ou equilíbrio para suportar tensões e dificuldades é encontrada a partir da outra pessoa. Desta forma, alimenta-se a intenção de renunciar a si próprio; transfere-se o encargo de bem-estar mental, físico e emocional para o outro e acaba-se tornando totalmente irresponsável.
Normalmente, a relação que se estabelece evolui para uma relação doentia. Essa necessidade pode ser comparada a dependência na drogadição.
Assim sendo, são considerados indícios:
- Necessidade afetiva excessiva pelo outro, pela presença, atenção, carinho,
cuidado, aprovação, suporte, proteção, etc.
- Ciúme ao extremo; relação exclusiva e parasitária reduzindo as relações sociais ou tornando-as
desinteressantes;
- Possessividade;
- Considerar as outras pessoas como ameaças ao relacionamento com a pessoa em questão.
- Adoção de manipulação: “Eu não sei o que faria sem você.”
- Falta de espontaneidade na troca de afectos – “Só dou se receber em troca”.
- Não fazer planos a curto, médio e longo prazo sem envolver a outra pessoa.
Para ajudar a refletir:
O Urso Faminto
Uma lenda indígena americana conta que, certa vez, em plena época de escassez
“ um urso faminto perambulava pela floresta em busca de alimento.
A época era de escassez, porém, seu faro aguçado sentiu o cheiro de comida e o
conduziu a um acampamento de caçadores.
Ao chegar lá, o urso, percebendo que o acampamento estava vazio, foi até a
fogueira, ardendo em brasas, e dela tirou um panelão de comida.
Quando a tina já estava fora da fogueira, o urso a abraçou com toda sua força e
enfiou a cabeça dentro dela, devorando tudo.
Enquanto abraçava a panela, começou a perceber algo lhe atingindo.
Na verdade, era o calor da tina…
Ele estava sendo queimado nas patas, no peito e por onde mais a panela
encostava.
O urso nunca havia experimentado aquela sensação e, então, interpretou as
queimaduras pelo seu corpo como uma coisa que queria lhe tirar a comida.
Começou a urrar muito alto. E, quanto mais alto rugia, mais apertava a panela
quente contra seu imenso corpo.
Quanto mais a tina quente lhe queimava, mais ele apertava contra o seu Corpo e
mais alto ainda rugia.
Quando os caçadores chegaram ao acampamento, encontraram o urso recostado a
uma árvore próxima à fogueira, segurando a tina de comida.
O urso tinha tantas queimaduras que o fizeram grudar na panela e, seu Imenso
corpo, mesmo morto, ainda mantinha a expressão de estar rugindo.
Quando terminei de ouvir esta história, percebi que, em nossa vida,
por muitas vezes, abraçamos certas coisas que julgamos ser importantes.
Algumas delas nos fazem gemer de dor, nos queimam por fora e por dentro, e
mesmo assim, ainda as julgamos importantes.
Temos medo de abandoná-las e esse medo nos coloca numa situação de
sofrimento, de desespero.
Fonte:
http://www.emdr.com.br/metaforas3.htm
AMORTERAPIA
Na causalidade atual dos distúrbios psicológicos, como naquelas anteriores, sempre se encontrará o amor-ausente como responsável.
Animalizado pelos instintos em predomínio, fez-se responsável pelos comprometimentos morais e psicológicos, que engendraram os distúrbios complexos desencadeadores das personalidades psicopáticas, ora exigindo-lhes alteração de conduta interior, a fim de experimentarem equilíbrio, sem os transtornos afligentes.
A conquista do amor é resultado de processos emocionais amadurecidos, vivenciados pela conquista do Si.
Inicialmente, dá-se a paulatina conscientização da própria humanidade em latência, quando lampejam os sentimentos de solidariedade, de interdependência no grupo social, de afetividade desinteressada, de participação no processo de crescimento da sociedade.
Cada conquista que vai sendo adquirida enseja maior perspectiva de possível desenvolvimento, enquanto as necessidades da evolução desenham mais amplos espaços de movimentação emocional.
O problema do espaço físico, que contribui para a agressividade animal, à medida que se faz reduzido para a população que o habita, passa a ser enfocado de maneira diversa, em razão de o sentimento de amor demonstrar que a pessoa ao lado ou distante não é mais a competidora, aquela adversária da sua liberdade, mas se trata de participante das mesmas alegrias e oportunidades que se apresentam favoráveis a todos os seres.
O pensamento, irradiando essa onda de simpatia afetuosa, estimula os neurônios à produção de enzimas saudáveis que respondem pela harmonia do sistema nervoso simpático e estímulo das glândulas de secreção endócrina, superando as toxinas de qualquer natureza, responsáveis pelos processos degenerativos e pela deficiência imunológica, que faculta a instalação das doenças.
Por outro lado, face ao enriquecimento emocional que o amor proporciona, a alegria de viver estimula a multiplicação de imunoglobulinas que preservam o organismo físico de várias infecções tornando-se responsáveis por um estado saudável.
Ao mesmo tempo, a irradiação psíquica produzida pelo amor direciona vibrações específicas em favor das pessoas enfocadas que, permitindo-se sintonizar com essa faixa, beneficiam-se das suas ondas carregadas de vitalidade salutar.
O Universo é estruturado em energia que se ex pande em forma de raios, ondas, vibrações... O ser humano, por sua vez, é um dínamo produtor de força que vem descobrindo e administrando tudo quanto o cerca.
À medida que penetra a sonda do conhecimento no que jazia ignorado, descobre a harmonia em tudo presente, identificando um fator comum, causal, predominando em a Natureza, que pode ser decodificado como sendo o hálito do Amor, do qual surgiram os elementos constitutivos do Cosmo.
A identificação dessa força poderosa, que é o amor, faculta a sua utilização de maneira consciente em favor de si mesmo como de todas as formas vivas.
As plantas absorvem as emanações do amor ou sentem-lhe a ausência, ou sofrem o efeito dos raios desintegradores do ódio, que é o amor enlouquecido e destruidor. Os animais enternecem-se, domesticam-se, quando submetidos ao dinamismo do amor que educa e cria hábitos, vitalizando-se com a ternura ou deperecendo com a sua falta, ou extinguindo-se com as atitudes que se lhe opõem.
O ser humano, mais sensível, porque portador de mais amplas possibilidades nervosas de captação - pode-se afirmar com segurança -, vive em função do amor ou desorganiza-se em razão da sua carência.
Amorterapia, portanto, é o processo mediante o qual se pode contribuir conscientemente em favor de uma sociedade mais saudável, logo, mais justa e nobre.
Essa terapia decorre do auto-amor, quando o ser se enriquece de estima por si mesmo, descobrindo o seu lugar de importância sob o sol da vida e, esplendente de alegria reparte com as demais pessoas o senti mento que o assinala, ampliando-o de maneira vigorosa em benefício das demais criaturas.
Enquanto as irradiações do ódio, da suspeita, do ciúme, da inveja e da sensualidade são portadoras de elementos nocivos, com alto teor de energias destrutivas, o amor emite ondas de paz, de segurança, sustentando o ânimo alquebrado pela confiança que transmite, de bondade pelo exteriorizar do afeto, de paz em razão do bem-estar que proporciona, de saúde como efeito da fonte de onde se origina.
Ao descobrir-se a potência da energia do amor, faz-se possível canalizá-la terapeuticamente a benefício próprio como do próximo.
Desaparecem, então, a competição doentia e perversa, o domínio arbitrário e devorador do egoísmo, surgindo diferente conduta entre os indivíduos, que se descobrirão portadores de inestimáveis recursos de paz e de saúde, promotores do progresso e realizadores da felicidade na Terra.
Capítulo 60-Joana de Ângelis - Psicografado por Divaldo franco
segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011
sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011
ENCONTRA A TERNURA EM TEU CORAÇÃO
Venho esta semana falar a vocês sobre outra faceta do Amor Incondicional. Este é um sentimento que abrange o sentimento de compaixão para o outro com quem possa ter divergências, encontrando a capacidade de ver e entender seu ponto de vista; nesta compreensão falar que você pode ser amável e terno com ele, ainda que tenha partido o seu coração. Ter a capacidade de se colocar no lugar do outro e amá-lo apesar das diferenças de ponto de vista é praticar e sentir um mais alto nível de Amor que chamamos compaixão.
Sempre existe uma maneira de conseguir uma solução amorosa e pacífica aos mais desafiadores e estimulantes problemas com aqueles com quem passamos nossa existência diária. Na maioria das vezes a solução se encontra quando você se conecta com esta qualidade da compaixão em seu centro interno do Ser, você sabe que no fundo, no núcleo, se quiser, aí está a suavidade do coração que te faz terno para com o outro e te faz aceitá-lo neste nível, mesmo com toda a diferença entre vós.
Repetidas vezes, Amados, vocês passaram pela vida apegados às suas próprias percepções, razão pela qual vocês percebem como dor ou ferida o que o outro está lhes infligindo; é difícil transcender a estas feridas para chegar ao sentimento de compaixão por este Outro.
Desafiamos a começar a avançar nesta direção agora, a encontrar em seus corações aqueles lugares ternos onde reside o Amor Eterno, que vive nas partes mais profundas de vocês e saibam que em essência (no coração) Todos vocês são Um Só, todos vocês são uma parte do Todo, da vida. Vocês estão aqui para experimentar esta vida. Ao longo do caminho, aprenderam fazendo e, algumas vezes, isto feriu inadvertidamente ao outro.
Quem feriu ou prejudicou, também, experimenta a ferida em si mesmo em algum nível; é sábio aprender a manifestar este sentimento de compaixão para que este seja o nível com o qual você se conecta em todas as situações que requerem solução. Este lugar dentro de seu coração é o infinito bem, caldeirão de Eternos e intermináveis Amores, compaixão e aceitação por vossos companheiros de viagem pela vida em um Planeta físico. A humanidade como um todo tem a capacidade inata de se conectar com este nível superior de Amor e é esta qualidade a qual está sendo agora levada à superfície para trazer equilíbrio e, ao fazê-lo, trazer maior equilíbrio a todos no campo da consciência.
Diga profundamente, meus muito Queridos, se precisam fazê-lo, para conectarem-se ao bem de Amor e compaixão Eternos e infundi-los nos outros e em vocês mesmos. O que é necessário neste tempo é permitir-vos sentir este Amor Eterno no interior e dirigi-lo para vós mesmos. Você é digno, muito mais digno do Amor de Deus, assim sendo, se permita Amar a si mesmo. Você é digno do Amor dos outros. Você é capaz de amar a todos. Amem a vós mesmos, Amados; e saibam que em vosso Amor estão seguros. Quando têm Amor, têm tudo.
Descarte as feridas, danos e ofensas que os outros aparentemente lhe tenham dirigido. Dê-se conta de que estes estão refletindo de volta para você, seus pensamentos e sentimentos que estão surgindo para que os considere, reflita e faça-os conscientes. Então, aplique este Amor Eterno, este bálsamo curador a tudo que surgir.
Tudo o que acontece em sua vida foi atraído para que você estivesse onde está agora. E onde você está agora, neste momento, é na consciência superior. Sem as experiências pelas quais tem passado, não teria você esta consciência. Requer reflexão interna para olhar a partir de uma perspectiva superior as situações que estão ocorrendo em sua vida cotidiana. Com a prática de se fazer consciente e coma prática de se conectar com o bem de Amor Eterno dentro de seu coração, descobrirá que maiores quantidades de Luz e de Amor começarão a se manifestar em você e através de você.
Sempre existe uma maneira de conseguir uma solução amorosa e pacífica aos mais desafiadores e estimulantes problemas com aqueles com quem passamos nossa existência diária. Na maioria das vezes a solução se encontra quando você se conecta com esta qualidade da compaixão em seu centro interno do Ser, você sabe que no fundo, no núcleo, se quiser, aí está a suavidade do coração que te faz terno para com o outro e te faz aceitá-lo neste nível, mesmo com toda a diferença entre vós.
Repetidas vezes, Amados, vocês passaram pela vida apegados às suas próprias percepções, razão pela qual vocês percebem como dor ou ferida o que o outro está lhes infligindo; é difícil transcender a estas feridas para chegar ao sentimento de compaixão por este Outro.
Desafiamos a começar a avançar nesta direção agora, a encontrar em seus corações aqueles lugares ternos onde reside o Amor Eterno, que vive nas partes mais profundas de vocês e saibam que em essência (no coração) Todos vocês são Um Só, todos vocês são uma parte do Todo, da vida. Vocês estão aqui para experimentar esta vida. Ao longo do caminho, aprenderam fazendo e, algumas vezes, isto feriu inadvertidamente ao outro.
Quem feriu ou prejudicou, também, experimenta a ferida em si mesmo em algum nível; é sábio aprender a manifestar este sentimento de compaixão para que este seja o nível com o qual você se conecta em todas as situações que requerem solução. Este lugar dentro de seu coração é o infinito bem, caldeirão de Eternos e intermináveis Amores, compaixão e aceitação por vossos companheiros de viagem pela vida em um Planeta físico. A humanidade como um todo tem a capacidade inata de se conectar com este nível superior de Amor e é esta qualidade a qual está sendo agora levada à superfície para trazer equilíbrio e, ao fazê-lo, trazer maior equilíbrio a todos no campo da consciência.
Diga profundamente, meus muito Queridos, se precisam fazê-lo, para conectarem-se ao bem de Amor e compaixão Eternos e infundi-los nos outros e em vocês mesmos. O que é necessário neste tempo é permitir-vos sentir este Amor Eterno no interior e dirigi-lo para vós mesmos. Você é digno, muito mais digno do Amor de Deus, assim sendo, se permita Amar a si mesmo. Você é digno do Amor dos outros. Você é capaz de amar a todos. Amem a vós mesmos, Amados; e saibam que em vosso Amor estão seguros. Quando têm Amor, têm tudo.
Descarte as feridas, danos e ofensas que os outros aparentemente lhe tenham dirigido. Dê-se conta de que estes estão refletindo de volta para você, seus pensamentos e sentimentos que estão surgindo para que os considere, reflita e faça-os conscientes. Então, aplique este Amor Eterno, este bálsamo curador a tudo que surgir.
Tudo o que acontece em sua vida foi atraído para que você estivesse onde está agora. E onde você está agora, neste momento, é na consciência superior. Sem as experiências pelas quais tem passado, não teria você esta consciência. Requer reflexão interna para olhar a partir de uma perspectiva superior as situações que estão ocorrendo em sua vida cotidiana. Com a prática de se fazer consciente e coma prática de se conectar com o bem de Amor Eterno dentro de seu coração, descobrirá que maiores quantidades de Luz e de Amor começarão a se manifestar em você e através de você.
quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011
INFARTO CEREBRAL, DERRAME CEREBRAL
(acidente vascular cerebral)
Dependendo da região do cérebro afetada ou da extensão da lesão, pode ocorrer paralisia facial e dos membros, comprometimento da fala, etc. A lesão dessa importante região do corpo geralmente limita o indivíduo na capacidade produtiva.
Metafisicamente, essa condição representa o desmoronar do Ser. A pessoa perde seu referencial de vida e fica sem diretrizes para conduzir sua trajetória da existência. Isso pode acontecer com uma pessoa que ocupa uma posição destaque numa empresa ou na sociedade. O poder que ela torna-se uma condição fundamental para sua vida. Ela não sabe viver de outra forma que não seja no comando da situação. Trata-se de alguém que se mobiliza de maneira exagerada extremo, sem reconhecer sua condição interna. Não sabe viver para si, torna-se dependente das condições externas. Aparentemente é alguém que domina, mas na verdade, é dominado pelos afazeres, submisso aos negócios e depende dos outros para poder coordená-los.
Abstem-se de qualquer prazer pessoal pelas obrigações profissionais.Adota uma conduta exemplar, não admite nenhum deslize perante os outros. Quer ser o exemplo para poder continuar liderando. É hábil para dirigir os negócios, sabe coordenar as atividades um grupo de pessoas; no entanto, não possui nenhuma habilidade para lidar consigo mesmo. Tanto que, ao se deparar com a perda do poder, não consegue redirecionar seus objetivos e dedicar-se a outras áreas da vida.
Alguém nessas condições, quando vê seu poder reduzido a nada, perde as coordenadas da sua própria existência. O abalo é tão grande que pode provocar o AVC, deixando sequelas de atrofias físicas; quando não compromete sua própria vida.
Há uma outra condição metafísica que pode causar AVC, infarto cerebral ou derrame. Essa não é tão comum quanto a situação apresentada anteriormente, mas também pode submeter alguém a essa condição física.
Trata-se de pessoas que delegam seu poder a alguém que julgam ter muitos atributos. Elas passam a viver em função de um ídolo. Têm nele o referencial do que é certo e errado. Sufocam sua essência e tornam-se dependentes do outro.
Caso venham a se decepcionar com o mito, conhecendo a outra face daquele que lhes serviu de modelo, ficam tão desorientados que perdem completamente o sentido da vida. Não têm mais em quem se espelhar, nem tampouco sabem olhar para si e conduzir-se pelo próprio senso.
Para mudar qualquer um desses padrões é necessário passar a dirigir a própria vida, seguindo sua própria trajetória. Conduza sua experiência de acordo com seus reais sentimentos. Não se projete no externo, nem tampouco nos outros, ao ponto de perder o senso próprio que norteia suas ações. Lembre-se: na vida tudo é passageiro, só nós somos eternos.
Dependendo da região do cérebro afetada ou da extensão da lesão, pode ocorrer paralisia facial e dos membros, comprometimento da fala, etc. A lesão dessa importante região do corpo geralmente limita o indivíduo na capacidade produtiva.
Metafisicamente, essa condição representa o desmoronar do Ser. A pessoa perde seu referencial de vida e fica sem diretrizes para conduzir sua trajetória da existência. Isso pode acontecer com uma pessoa que ocupa uma posição destaque numa empresa ou na sociedade. O poder que ela torna-se uma condição fundamental para sua vida. Ela não sabe viver de outra forma que não seja no comando da situação. Trata-se de alguém que se mobiliza de maneira exagerada extremo, sem reconhecer sua condição interna. Não sabe viver para si, torna-se dependente das condições externas. Aparentemente é alguém que domina, mas na verdade, é dominado pelos afazeres, submisso aos negócios e depende dos outros para poder coordená-los.
Abstem-se de qualquer prazer pessoal pelas obrigações profissionais.Adota uma conduta exemplar, não admite nenhum deslize perante os outros. Quer ser o exemplo para poder continuar liderando. É hábil para dirigir os negócios, sabe coordenar as atividades um grupo de pessoas; no entanto, não possui nenhuma habilidade para lidar consigo mesmo. Tanto que, ao se deparar com a perda do poder, não consegue redirecionar seus objetivos e dedicar-se a outras áreas da vida.
Alguém nessas condições, quando vê seu poder reduzido a nada, perde as coordenadas da sua própria existência. O abalo é tão grande que pode provocar o AVC, deixando sequelas de atrofias físicas; quando não compromete sua própria vida.
Há uma outra condição metafísica que pode causar AVC, infarto cerebral ou derrame. Essa não é tão comum quanto a situação apresentada anteriormente, mas também pode submeter alguém a essa condição física.
Trata-se de pessoas que delegam seu poder a alguém que julgam ter muitos atributos. Elas passam a viver em função de um ídolo. Têm nele o referencial do que é certo e errado. Sufocam sua essência e tornam-se dependentes do outro.
Caso venham a se decepcionar com o mito, conhecendo a outra face daquele que lhes serviu de modelo, ficam tão desorientados que perdem completamente o sentido da vida. Não têm mais em quem se espelhar, nem tampouco sabem olhar para si e conduzir-se pelo próprio senso.
Para mudar qualquer um desses padrões é necessário passar a dirigir a própria vida, seguindo sua própria trajetória. Conduza sua experiência de acordo com seus reais sentimentos. Não se projete no externo, nem tampouco nos outros, ao ponto de perder o senso próprio que norteia suas ações. Lembre-se: na vida tudo é passageiro, só nós somos eternos.
INFARTO
É uma área de necrose (morte celular) em um tecido ou o resultante da oclusão arterial que interrompe o suprimento sangüíneo, causada por trombos ou êmbolos, etc. O infarto pode ocorrer em vários órgãos, inclusive no coração(infarto do miocárdio). Em sua forma mais típica, ocorre repentinamente. Os sintomas mais comuns são dor intensa no peito, que se irradia para o pescoço e braços; sudorese e alteração nos batimentos cardíacos.
No âmbito metafísico essa condição representa um grande abalo interior, provocado pelo desmoronar dos falsos valores.
O infarto do miocárdio é resultante de um estilo de vida adotado ao longo da nossa trajetória. Geralmente estruturamos nossa vida baseada no desejo de conquista, nas obrigações assumidas e, principalmente, nas pessoas do convívio.
Buscamos encontrar o sentido da vida na materialidade ou nos outros. Perdemos o contato sensorial com nossa essência interior. Passamos a viver em função das conquistas. Motivamo-nos para galgar uma posição social e melhoria financeira.
Entusiasmamo-nos pelos outros. Todos os nossos esforços visam agradar quem nos é caro, para ter harmonia nas relações afetivas. Tudo o que fazemos objetiva exclusivamente o bem estar dos entes queridos. Damos mais importância a eles do que a nos mesmos. Negamos nossas reais necessidades. Deixamos de praticar as atividades que sempre nos foram prazerosas; anulamos nossas vontades próprias. Ofuscamos nosso mundo interno, motivarão-nos apenas pelas situações externas.
Quando, por algum motivo, vemos essas bases de sustentação de nossa motivação em ruínas, o choque é tão grande que comprometemos a vontade de viver. A interrupção dos caminhos traçados representa não ter mais motivo para agir, nem vontade de existir. Isso pode ocorrer pela desestruturação do lar, decepção com um ente querido; ou ainda, pelo fim da carreira profissional, e assim por diante. Esse abalo interior pode causar em algumas pessoas o infarto do miocárdio.
Já as pessoas que edificam suas vidas em si mesmas, fazendo de sua essência o seu ponto de referência, quando estão frente às dificuldades e obstáculos não chegam a se abalar ao ponto de perder a motivação pela vida. Essa atitude proporciona uma vida saudável e garante forças para superar o desmoronar daquilo que faz parte de sua vida. Isso porque tudo o que se vivência é parte da vida, mas não representa a vida como um todo.
Viver é muito mais do que conquistar bens materiais, ter uma boa posição social ou proporcionar o que há de melhor para os entes queridos. Tudo isso é importante, mas não pode se tomar uma condição vital. Merecemos o que há de melhor na vida. A felicidade afetiva está ao alcance de todos aqueles que não se anulam perante os entes queridos; que interagem, sem sufocar sua integridade.
Somos a fonte da nossa vida. Não adianta buscar sentido nas coisas externas; é preciso cultivar a essência interior para que possamos nos integrar com o mundo exterior com maior intensidade e grande qualidade.
Isso não significa que devamos ser rigorosos e fazer somente o que gostamos. Devemos, sim, encontrar uma maneira gostosa de realizar tudo aquilo que faz parte da vida e também cumprir com as responsabilidade assumidas. E preciso dar o melhor de si para usufruir o que há de melhor da vida. Ser pleno no amor, mas não perder o amor próprio.
Caso seu entusiasmo pela vida e sua motivação pessoal se encontrem reduzidos ou abalados, ou se você já foi acometido por algum infarto, olhe para si. Observe seus hábitos, veja o jeito como tem atuado nas situações familiares e profissionais. Reavalie seus valores de vida. Busque sua verdadeira característica, que foi perdida ao longo de sua existência. Resgate sua originalidade, voltando a ser quem você é; viva com mais qualidade e intensidade. Para isso, não é necessário abandonar nada do que você conquistou, nem tampouco deixar de fazer o que você faz; simplesmente faça do seu jeito. Seja mais original e verdadeiro para consigo mesmo. Assim a vida continuará vertendo em seu coração e se manifestando em seu corpo a cada instante, em forma de prazer, motivação, entusiasmo e alegria de viver.
No âmbito metafísico essa condição representa um grande abalo interior, provocado pelo desmoronar dos falsos valores.
O infarto do miocárdio é resultante de um estilo de vida adotado ao longo da nossa trajetória. Geralmente estruturamos nossa vida baseada no desejo de conquista, nas obrigações assumidas e, principalmente, nas pessoas do convívio.
Buscamos encontrar o sentido da vida na materialidade ou nos outros. Perdemos o contato sensorial com nossa essência interior. Passamos a viver em função das conquistas. Motivamo-nos para galgar uma posição social e melhoria financeira.
Entusiasmamo-nos pelos outros. Todos os nossos esforços visam agradar quem nos é caro, para ter harmonia nas relações afetivas. Tudo o que fazemos objetiva exclusivamente o bem estar dos entes queridos. Damos mais importância a eles do que a nos mesmos. Negamos nossas reais necessidades. Deixamos de praticar as atividades que sempre nos foram prazerosas; anulamos nossas vontades próprias. Ofuscamos nosso mundo interno, motivarão-nos apenas pelas situações externas.
Quando, por algum motivo, vemos essas bases de sustentação de nossa motivação em ruínas, o choque é tão grande que comprometemos a vontade de viver. A interrupção dos caminhos traçados representa não ter mais motivo para agir, nem vontade de existir. Isso pode ocorrer pela desestruturação do lar, decepção com um ente querido; ou ainda, pelo fim da carreira profissional, e assim por diante. Esse abalo interior pode causar em algumas pessoas o infarto do miocárdio.
Já as pessoas que edificam suas vidas em si mesmas, fazendo de sua essência o seu ponto de referência, quando estão frente às dificuldades e obstáculos não chegam a se abalar ao ponto de perder a motivação pela vida. Essa atitude proporciona uma vida saudável e garante forças para superar o desmoronar daquilo que faz parte de sua vida. Isso porque tudo o que se vivência é parte da vida, mas não representa a vida como um todo.
Viver é muito mais do que conquistar bens materiais, ter uma boa posição social ou proporcionar o que há de melhor para os entes queridos. Tudo isso é importante, mas não pode se tomar uma condição vital. Merecemos o que há de melhor na vida. A felicidade afetiva está ao alcance de todos aqueles que não se anulam perante os entes queridos; que interagem, sem sufocar sua integridade.
Somos a fonte da nossa vida. Não adianta buscar sentido nas coisas externas; é preciso cultivar a essência interior para que possamos nos integrar com o mundo exterior com maior intensidade e grande qualidade.
Isso não significa que devamos ser rigorosos e fazer somente o que gostamos. Devemos, sim, encontrar uma maneira gostosa de realizar tudo aquilo que faz parte da vida e também cumprir com as responsabilidade assumidas. E preciso dar o melhor de si para usufruir o que há de melhor da vida. Ser pleno no amor, mas não perder o amor próprio.
Caso seu entusiasmo pela vida e sua motivação pessoal se encontrem reduzidos ou abalados, ou se você já foi acometido por algum infarto, olhe para si. Observe seus hábitos, veja o jeito como tem atuado nas situações familiares e profissionais. Reavalie seus valores de vida. Busque sua verdadeira característica, que foi perdida ao longo de sua existência. Resgate sua originalidade, voltando a ser quem você é; viva com mais qualidade e intensidade. Para isso, não é necessário abandonar nada do que você conquistou, nem tampouco deixar de fazer o que você faz; simplesmente faça do seu jeito. Seja mais original e verdadeiro para consigo mesmo. Assim a vida continuará vertendo em seu coração e se manifestando em seu corpo a cada instante, em forma de prazer, motivação, entusiasmo e alegria de viver.
FIBROMIALGIA
Arrependimento pela omissão
ou pela dedicação excessiva aos outros.
O termo fibromialgia significa dores nos músculos, afetando também os ligamentos e tendões. Outra definição é síndrome dolorosa crônica. Essa doença acomete principalmente as mulheres entre 30 e 50 anos. O diagnóstico é, difícil em razão de suas características específicas. Até o momento, a síndrome de fibromialgia não aparece nos exames laboratoriais, por isso o diagnóstico depende principalmente das queixas ou das sensações corporais que a pessoa relata ao médico.
Os principais sintomas associados à fibromialgia são dor difusa e generalizada pelo corpo, presença de onze a dezoito pontos dolorosos, fadiga, rigidez matutina, alterações do sono. Para ser caracterizados como fibromialgia, esses sintomas devem estar ocorrendo nos últimos três meses.
Por se tratar de um processo de dores musculares, o padrão metafísico equivale ao descrito no item anterior, mas numa intensidade muito maior do que aquela apresentada nas dores musculares.
Na fibromialgia, a pessoa sente-se extremamente arrependida por ter sido omissa nas situações passadas, vítima da falta de apoio e de consideração dos outros. Foi displicente com as necessidades próprias para atender às solicitações alheias; arrepende-se por ter feito para os outros aquilo que deveria ter feito para si mesma. Encontra-se angustiada por não ter tomado as medidas cabíveis que mudariam todo o curso de sua vida. Esses sentimentos corroem a pessoa comprometendo a capacidade de atuar na realidade presente e impedindo-a de alterar os acontecimentos desagradáveis
Ela imagina que, se tivesse agido de outra maneira, as coisas não estariam tão confusas. No passado houve muitas chances, mas ela não contava com o incentivo daqueles que estavam à sua volta. Por isso não assumiu uma conduta diferente, fazendo o que era necessário naquela época. Sem apoio, não teve força para agir. Hoje não se conforma por ter se omitido tanto e ter delegado poder a quem não fez jus à confiança depositada nela.
O que essas pessoas precisam compreender é que não tinham firmeza suficiente para encarar uma situação e atuar nela sozinhas: pois não contavam com a colaboração dos outros. Não eram independentes nem determinadas para ousar proceder de maneira contrária àquilo que era estabelecido no meio em que viviam.
Tinham também as crenças que foram incutidas pela sociedade, dificultando ainda mais suas ações. Por causa deIas, sentiam-se culpadas quando tinham de desagradar alguém ou não podiam atender aos caprichos dos outros.
A atitude de se autocondenar com as cobranças é toma; da porque a pessoa não leva em consideração seus próprios limites daquela ocasião, pois ela não era madura o suficiente para um confronto com algo tão radicalizado na realidade ou com alguém de grande expressão no ambiente.
O constrangimento absorve aquele que não se dá força nem cultiva o auto-apoio. Mas isso é conquistado com o tempo, faz parte do processo de amadurecimento, que soma experiências, elevando a auto-estima, despertando o amor; próprio e fortalecendo a segurança, até que finalmente a pessoa está apta a tomar as rédeas da própria vida.
Assim que começa a agir e promover muitas mudanças, experimenta a agradável sensação do poder sobre o próprio destino. Nesse momento começam a surgir alguns pensamentos torturantes, como: "Por que só agora?", "Quanto tempo perdido!", "Como fui ingênua em ter acreditado nos outros a ponto de delegar a eles o poder de me fazer feliz!"
Essas atitudes, em vez de fortalecer a pessoa e beneficiar sua nova condição de vida, ao contrário, enfraquecem-na. Esses pensamentos vão minando as forças de atuação no presente, dificultando recuperar tudo que foi perdido e impedindo a conquista de resultados promissores na vida profissional ou afetiva.
Esse estado interior se intensifica a ponto de se tornar uma condição dolorosa, desencadeando o processo somático em forma de fibromialgia. Consciente de sua realidade, é preciso ser madura o suficiente para não se deixar consumir pelos fracassos nem pelos sentimentos de derrota. Também não se deve apoiar na doença para justificar a dificuldade de atuar nas situações ao redor. Mais do que nunca, a pessoa precisa de disposição e muita energia para reverter as coisas ruins da realidade e criar novas oportunidades.
Lembre-se: tudo ocorre no momento oportuno; nunca é tarde para agir e mudar o curso de nossa existência. Para conquistar aquilo que almejamos, precisamos ter disposição para agir, vivacidade para estabelecer vínculos que venham, a se somar aos nossos propósitos e, principalmente, sustentação interior para consolidar nossas conquistas na vida.
Antes éramos entusiasmados com tudo, mas não tínhamos maturidade para agir com coerência nem vivacidade suficiente para nos esquivar de certas coisas que atrapalhavam nosso progresso.
Alcançar prematuramente os objetivos antes de ter um aprimoramento interior, necessário para manter aquilo que foi conquistado, pode ocasionar seguidas perdas. Mais importante do que conquistar algo na vida é mantê-lo, estendendo aquilo por longos períodos, perpetuando algo de bom, como a felicidade ou até algum bem material.
Acredite: você nunca esteve tão preparado para o sucesso como agora. Inicie uma nova trajetória, manifestando seu potencial. Revele na realidade os potenciais latentes em sua alma. Dessa maneira você não se fere, mas fortalece seu interior, aprimorando a capacidade realizadora: e criando condições para se tornar uma pessoa realizada e feliz.
Há certas atitudes que são extremamente importantes para ser praticadas, como fazer aquilo que gosta e o que realmente dá prazer. Mesmo sendo pequenos gestos, já representam significativos passos para se obter a satisfação pessoal na vida.
ou pela dedicação excessiva aos outros.
O termo fibromialgia significa dores nos músculos, afetando também os ligamentos e tendões. Outra definição é síndrome dolorosa crônica. Essa doença acomete principalmente as mulheres entre 30 e 50 anos. O diagnóstico é, difícil em razão de suas características específicas. Até o momento, a síndrome de fibromialgia não aparece nos exames laboratoriais, por isso o diagnóstico depende principalmente das queixas ou das sensações corporais que a pessoa relata ao médico.
Os principais sintomas associados à fibromialgia são dor difusa e generalizada pelo corpo, presença de onze a dezoito pontos dolorosos, fadiga, rigidez matutina, alterações do sono. Para ser caracterizados como fibromialgia, esses sintomas devem estar ocorrendo nos últimos três meses.
Por se tratar de um processo de dores musculares, o padrão metafísico equivale ao descrito no item anterior, mas numa intensidade muito maior do que aquela apresentada nas dores musculares.
Na fibromialgia, a pessoa sente-se extremamente arrependida por ter sido omissa nas situações passadas, vítima da falta de apoio e de consideração dos outros. Foi displicente com as necessidades próprias para atender às solicitações alheias; arrepende-se por ter feito para os outros aquilo que deveria ter feito para si mesma. Encontra-se angustiada por não ter tomado as medidas cabíveis que mudariam todo o curso de sua vida. Esses sentimentos corroem a pessoa comprometendo a capacidade de atuar na realidade presente e impedindo-a de alterar os acontecimentos desagradáveis
Ela imagina que, se tivesse agido de outra maneira, as coisas não estariam tão confusas. No passado houve muitas chances, mas ela não contava com o incentivo daqueles que estavam à sua volta. Por isso não assumiu uma conduta diferente, fazendo o que era necessário naquela época. Sem apoio, não teve força para agir. Hoje não se conforma por ter se omitido tanto e ter delegado poder a quem não fez jus à confiança depositada nela.
O que essas pessoas precisam compreender é que não tinham firmeza suficiente para encarar uma situação e atuar nela sozinhas: pois não contavam com a colaboração dos outros. Não eram independentes nem determinadas para ousar proceder de maneira contrária àquilo que era estabelecido no meio em que viviam.
Tinham também as crenças que foram incutidas pela sociedade, dificultando ainda mais suas ações. Por causa deIas, sentiam-se culpadas quando tinham de desagradar alguém ou não podiam atender aos caprichos dos outros.
A atitude de se autocondenar com as cobranças é toma; da porque a pessoa não leva em consideração seus próprios limites daquela ocasião, pois ela não era madura o suficiente para um confronto com algo tão radicalizado na realidade ou com alguém de grande expressão no ambiente.
O constrangimento absorve aquele que não se dá força nem cultiva o auto-apoio. Mas isso é conquistado com o tempo, faz parte do processo de amadurecimento, que soma experiências, elevando a auto-estima, despertando o amor; próprio e fortalecendo a segurança, até que finalmente a pessoa está apta a tomar as rédeas da própria vida.
Assim que começa a agir e promover muitas mudanças, experimenta a agradável sensação do poder sobre o próprio destino. Nesse momento começam a surgir alguns pensamentos torturantes, como: "Por que só agora?", "Quanto tempo perdido!", "Como fui ingênua em ter acreditado nos outros a ponto de delegar a eles o poder de me fazer feliz!"
Essas atitudes, em vez de fortalecer a pessoa e beneficiar sua nova condição de vida, ao contrário, enfraquecem-na. Esses pensamentos vão minando as forças de atuação no presente, dificultando recuperar tudo que foi perdido e impedindo a conquista de resultados promissores na vida profissional ou afetiva.
Esse estado interior se intensifica a ponto de se tornar uma condição dolorosa, desencadeando o processo somático em forma de fibromialgia. Consciente de sua realidade, é preciso ser madura o suficiente para não se deixar consumir pelos fracassos nem pelos sentimentos de derrota. Também não se deve apoiar na doença para justificar a dificuldade de atuar nas situações ao redor. Mais do que nunca, a pessoa precisa de disposição e muita energia para reverter as coisas ruins da realidade e criar novas oportunidades.
Lembre-se: tudo ocorre no momento oportuno; nunca é tarde para agir e mudar o curso de nossa existência. Para conquistar aquilo que almejamos, precisamos ter disposição para agir, vivacidade para estabelecer vínculos que venham, a se somar aos nossos propósitos e, principalmente, sustentação interior para consolidar nossas conquistas na vida.
Antes éramos entusiasmados com tudo, mas não tínhamos maturidade para agir com coerência nem vivacidade suficiente para nos esquivar de certas coisas que atrapalhavam nosso progresso.
Alcançar prematuramente os objetivos antes de ter um aprimoramento interior, necessário para manter aquilo que foi conquistado, pode ocasionar seguidas perdas. Mais importante do que conquistar algo na vida é mantê-lo, estendendo aquilo por longos períodos, perpetuando algo de bom, como a felicidade ou até algum bem material.
Acredite: você nunca esteve tão preparado para o sucesso como agora. Inicie uma nova trajetória, manifestando seu potencial. Revele na realidade os potenciais latentes em sua alma. Dessa maneira você não se fere, mas fortalece seu interior, aprimorando a capacidade realizadora: e criando condições para se tornar uma pessoa realizada e feliz.
Há certas atitudes que são extremamente importantes para ser praticadas, como fazer aquilo que gosta e o que realmente dá prazer. Mesmo sendo pequenos gestos, já representam significativos passos para se obter a satisfação pessoal na vida.
BRONQUITE
SENTIR-SE AGREDIDO E NÃO SABER COMO SE EXPRESSAR
TER NECESSIDADE DE CHAMAR A ATENÇÃO, ISOLAR-SE OU FAZER CHANTAGEM
A inflamação dos brônquios revela um estado emocional de desconforto e irritabilidade acerca do que se passa ao redor. Essa condição é desencadeada pela falta de habilidade em lidar com os fatores internos frente às situações.
Quem tem seus brônquios inflamados geralmente vive num ambiente tumultuado, com atritos e discussões, ou num silêncio demasiado, em que não há diálogo entre as pessoas. Ambos os casos podem causar medo de se expressar e ser tratado com estupidez ou com indiferença. Em virtude disso, algumas pessoas afetadas pela bronquite preferem se isolar e permanecer caladas; outras recorrem ao exibicionismo para chamar a atenção; existem, ainda, aquelas que se revoltam e se tornam rebeldes.
No caso de crianças, anseiam serem aceitas pelos pais. Sentem-se inadequadas e têm necessidade de aprovação. Isso faz com que fiquem o tempo todo querendo agradá-los. Como não são hábeis para se expor, exageram no comportamento, acabando por serem mal interpretadas e em muitos casos reprimidas.
Quem sofre de bronquite não expressa aquilo que sente, está sempre procurando um jeito certo para se colocar. Costuma sufocar sua essência para agradar os outros. De uma maneira ou de outra, "força a barra" para se relacionar com as pessoas e não age com naturalidade.
Existem aspectos específicos a serem considerados para os casos agudos e crônicos.
Bronquite aguda é uma inflamação da mucosa brônquica que se desenvolve durante ou após um resfriado comum ou outras infecções geralmente virais das vias aéreas superiores. Quando os brônquios se inflamam, instala-se uma tosse inicialmente seca e posteriormente muco-purulenta, com sensações ásperas na parte superior do peito e, ocasionalmente, falta de ar e chiado no peito.
A característica básica da postura interna que somatiza a bronquite aguda corresponde a uma fase que a família está atravessando. Nesse período, a pessoa fica abalada com a situação, sentindo-se agredida pelo que está acontecendo. Trata-se de uma situação nova em sua vida, que, por não saber lidar bem com ela, se torna confusa. Vejamos alguns exemplos que podem desencadear esse quadro em você: o processo de separação dos pais, a presença de alguém que vem morar em sua casa e passa a ser o centro das atenções, comprometendo a harmonia do ambiente.
Raramente a problemática está relacionada com o ambiente de trabalho, porém em alguns casos é nesse campo que repousa a confusão interior. Assim sendo, os acontecimentos que provocam a manifestação da bronquite aguda podem ser: uma ameaça de ser mandado embora, um risco de falência da empresa ou, ainda, a contratação de alguém para trabalhar em seu departamento que, de certa forma, representa uma ameaça ao seu emprego ou à harmonia do ambiente de trabalho.
À medida que se resgata a ordem interior e se conquista a harmonia no ambiente, a manifestação da bronquite aguda deixa de existir.
Sobre os sintomas da bronquite aguda, convém salientar que a aspereza da relação entre as pessoas de seu meio se manifesta na forma de sensações ásperas na parte superior do peito. A tosse demonstra que existe algo profundamente arraigado a ser expresso. Na medida em que a pessoa se propõe a falar a respeito, isso gera condições metafísicas para suavizar os sintomas.
Bronquite crônica é uma inflamação brônquica de longa duração, com tosse persistente e expectoração durante pelo menos três meses consecutivos.
Os casos crônicos estão relacionados com a persistência na problemática interior que foi apresentada anteriormente. Melhor dizendo, criaram-se vícios de comportamento, e a pessoa insiste em agir de maneira indevida. Ela não consegue resolver sua dificuldade de lidar com o ambiente. Freqüentemente depara com estupidez ou indiferença e ainda não sabe como se posicionar. Mesmo assim, não desiste de ser considerada pelos outros ou de ser o centro das atenções.
Será que adianta insistir nisso? Que tal desistir? É isso mesmo! Deixar todo mundo de lado e se ocupar mais com você mesmo, dar mais importância a suas próprias coisas. A sugestão é que você dê mais atenção a si do que aos outros.
A autovalorização e o amor-próprio são fatores determinantes para se obter o reequilíbrio interior.
Dê mais importância ao que você sente do que ao que os outros podem falar ou pensar a seu respeito. Apóie-se, para não depender da aprovação de ninguém. Não é se anulando que isso o fará integrar-se ao ambiente. Valorize seu jeito de ser. Seja a todo instante, e cada vez mais, você mesmo.
TER NECESSIDADE DE CHAMAR A ATENÇÃO, ISOLAR-SE OU FAZER CHANTAGEM
A inflamação dos brônquios revela um estado emocional de desconforto e irritabilidade acerca do que se passa ao redor. Essa condição é desencadeada pela falta de habilidade em lidar com os fatores internos frente às situações.
Quem tem seus brônquios inflamados geralmente vive num ambiente tumultuado, com atritos e discussões, ou num silêncio demasiado, em que não há diálogo entre as pessoas. Ambos os casos podem causar medo de se expressar e ser tratado com estupidez ou com indiferença. Em virtude disso, algumas pessoas afetadas pela bronquite preferem se isolar e permanecer caladas; outras recorrem ao exibicionismo para chamar a atenção; existem, ainda, aquelas que se revoltam e se tornam rebeldes.
No caso de crianças, anseiam serem aceitas pelos pais. Sentem-se inadequadas e têm necessidade de aprovação. Isso faz com que fiquem o tempo todo querendo agradá-los. Como não são hábeis para se expor, exageram no comportamento, acabando por serem mal interpretadas e em muitos casos reprimidas.
Quem sofre de bronquite não expressa aquilo que sente, está sempre procurando um jeito certo para se colocar. Costuma sufocar sua essência para agradar os outros. De uma maneira ou de outra, "força a barra" para se relacionar com as pessoas e não age com naturalidade.
Existem aspectos específicos a serem considerados para os casos agudos e crônicos.
Bronquite aguda é uma inflamação da mucosa brônquica que se desenvolve durante ou após um resfriado comum ou outras infecções geralmente virais das vias aéreas superiores. Quando os brônquios se inflamam, instala-se uma tosse inicialmente seca e posteriormente muco-purulenta, com sensações ásperas na parte superior do peito e, ocasionalmente, falta de ar e chiado no peito.
A característica básica da postura interna que somatiza a bronquite aguda corresponde a uma fase que a família está atravessando. Nesse período, a pessoa fica abalada com a situação, sentindo-se agredida pelo que está acontecendo. Trata-se de uma situação nova em sua vida, que, por não saber lidar bem com ela, se torna confusa. Vejamos alguns exemplos que podem desencadear esse quadro em você: o processo de separação dos pais, a presença de alguém que vem morar em sua casa e passa a ser o centro das atenções, comprometendo a harmonia do ambiente.
Raramente a problemática está relacionada com o ambiente de trabalho, porém em alguns casos é nesse campo que repousa a confusão interior. Assim sendo, os acontecimentos que provocam a manifestação da bronquite aguda podem ser: uma ameaça de ser mandado embora, um risco de falência da empresa ou, ainda, a contratação de alguém para trabalhar em seu departamento que, de certa forma, representa uma ameaça ao seu emprego ou à harmonia do ambiente de trabalho.
À medida que se resgata a ordem interior e se conquista a harmonia no ambiente, a manifestação da bronquite aguda deixa de existir.
Sobre os sintomas da bronquite aguda, convém salientar que a aspereza da relação entre as pessoas de seu meio se manifesta na forma de sensações ásperas na parte superior do peito. A tosse demonstra que existe algo profundamente arraigado a ser expresso. Na medida em que a pessoa se propõe a falar a respeito, isso gera condições metafísicas para suavizar os sintomas.
Bronquite crônica é uma inflamação brônquica de longa duração, com tosse persistente e expectoração durante pelo menos três meses consecutivos.
Os casos crônicos estão relacionados com a persistência na problemática interior que foi apresentada anteriormente. Melhor dizendo, criaram-se vícios de comportamento, e a pessoa insiste em agir de maneira indevida. Ela não consegue resolver sua dificuldade de lidar com o ambiente. Freqüentemente depara com estupidez ou indiferença e ainda não sabe como se posicionar. Mesmo assim, não desiste de ser considerada pelos outros ou de ser o centro das atenções.
Será que adianta insistir nisso? Que tal desistir? É isso mesmo! Deixar todo mundo de lado e se ocupar mais com você mesmo, dar mais importância a suas próprias coisas. A sugestão é que você dê mais atenção a si do que aos outros.
A autovalorização e o amor-próprio são fatores determinantes para se obter o reequilíbrio interior.
Dê mais importância ao que você sente do que ao que os outros podem falar ou pensar a seu respeito. Apóie-se, para não depender da aprovação de ninguém. Não é se anulando que isso o fará integrar-se ao ambiente. Valorize seu jeito de ser. Seja a todo instante, e cada vez mais, você mesmo.
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